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Festival de Vilar de Mouros é o tema do "AMFF in Concert"

O Auditório Municipal de Vila Nova de Cerveira vai ser palco, no próximo dia 24 de julho (quarta-feira), às 22h00, do "AMFF in Concert". Trata-se de um espetáculo de música e multimédia que reúne em palco cerca de 200 alunos e professores da Academia de Música Fernandes Fão, com coro, orquestra e banda rock ao vivo. Entrada livre.

Contando com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, este ano o tema do espetáculo é dedicado ao Festival de Vilar de Mouros, que teve a sua primeira edição em 1965 naquela freguesia de Caminha. Neste tributo ao "Woodstock português" vão ser interpretadas 30 músicas de míticas bandas bem conhecidas do público como os U2, Elton John, Eagle-Eye Cherry, Silence4, Clã, Peter Murphy, Bob Dylan, Iggy Pop, Skunk Anansie e Guano Apes.

O "AMFF in Concert" é um projeto anual que afirma a Academia de Música Fernandes Fão (AMFF) e a sua ação na valorização da música, extrapolando os saberes eruditos para outros espaços onde a música impera e se conjuga, por vezes, com outras artes.

A edição deste ano conta ainda com uma novidade. O público pode também participar com uma frase, expressando o que significa o Festival de Vilar de Mouros, a qual será exibida durante o concerto (http://academiafernandesfao.pt/participe-escreva-um-frase-sobre-o-festival-de-vilar-de-mouros/).

De acrescentar que a AMFF é uma instituição vocacionada para o ensino artístico da Música, reconhecida pelo Ministério da Educação e com autonomia pedagógica.

Município de Vila Nova de Cerveira



Cerveira e Valença criam primeiro Centro Intermunicipal de Proteção Civil do país

Já foi legalmente constituída a AMAMINHO - Proteção Civil - Associação de Municípios do Alto Minho - Proteção Civil Municipal, que será instalada no Aeródromo do Alto Minho - Cerval. Trata-se do primeiro Centro Intermunicipal de Proteção Civil do país e agrega, numa primeira fase, os municípios de Vila Nova de Cerveira e Valença.

O processo de escritura pública foi realizado ontem em Valença pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, e pelo presidente da Câmara de Valença, Jorge Mendes. Agora com personalidade jurídica, a AMAMINHO tem como objetivos principais prevenir os riscos coletivos, socorrer e assistir pessoas e outros seres vivos em perigo e a criação do Centro Intermunicipal de Proteção Civil do CERVAL.

Nas palavras do edil cerveirense, Fernando Nogueira, "este é um acordo pioneiro no que toca à preservação e proteção da floresta contra incêndios, tendo como propósito a partilha de meios e recursos na prevenção da floresta e na segurança das populações".

"Valença vai continuar disponível para cooperar com todos aqueles que possam trazer desenvolvimento sustentável, segurança e qualidade de vida aos seus cidadãos. Valença e Vila Nova de Cerveira têm muito a ganhar com esta cooperação, espero que, no futuro, possamos continuar a encontrar soluções comuns para melhorar a vida dos nossos munícipes", sustentou o autarca de Valença, Jorge Mendes.

Numa segunda fase, para além dos municípios de Vila Nova de Cerveira, Valença, pretende-se abranger o concelho de Paredes de Coura. Em cima da mesa está uma candidatura conjunta a fundos comunitários com um investimento de 1,2 milhões de euros para o Centro Intermunicipal de Proteção Civil, no local onde se encontra instalado o Aeródromo do Alto Minho - Cerval.

Recorde-se que o projeto de arquitetura do edifício-sede foi apresentado no passado mês de março, na presença do Estado da Proteção Civil, José Artur Neves. O projeto prevê a melhoria das condições do aeródromo e a criação de um edifício dotado de uma área de armazém e parque de viaturas, zona de apoio aos agentes da proteção civil, sede dos Gabinetes Técnicos Florestais (GTF) dos municípios, gabinete de crise e sala de formação.

Município de Vila Nova de Cerveira



III BIA - Artes e Ofícios Tradicionais: 4 dias de tradição e valorização do artesanato

Entre 18 e 21 de julho, 34 artesãos de Portugal e Espanha participam na terceira edição da BIA - Artes e Ofícios Tradicionais, em pleno centro histórico. Pelo forte cariz tradicional, este evento conta ainda com a realização de nove showcookings, três workshops temáticos e quatro concertos. Inauguração está marcada para as 16h00, da próxima quinta-feira.

Palco de fomento e dinamização de práticas e expressões culturais populares nacionais e internacionais, a BIA - Artes e Ofícios Tradicionais de Vila Nova de Cerveira assume-se como um espaço de intercâmbio singular que procura reavivar antigas tradições e costumes, preservando-as e harmonizando-as com a modernidade.

A terceira edição da BIA conta com uma programação diversificada e transversal a todos os públicos, proporcionando quatro dias de festa em torno da valorização do artesanato e das artes decorativas.

No Largo do Terreiro, 34 artesãos portugueses e espanhóis vão colocar à venda peças genuínas de áreas tão diversas como cestaria, cerâmica figurativa, artefactos em madeira, a arte em cobre, olaria, joalharia contemporânea, cosméticos artesanais, pintura, artigos de decoração, rendas e bordados.

À semelhança da edição anterior, está prevista a demonstração ao vivo da elaboração de cestos em vime e, na categoria de olaria, este ano está patente, na Loja do Crochet (Terreiro), a exposição para venda de peças da geração Ramalho, nomeadamente de António Ramalho que, por estes dias, está a conceber peças exclusivas para a BIA. O programa integra ainda a dinamização de três workshops de participação gratuita, dedicados ao Crochet, à Renda de Bilros (Goian, Tomiño) e à Fadas de Lã. O objetivo é transmitir conhecimentos de técnicas, incentivando à sua aprendizagem, em particular envolvendo as novas gerações.

Ao nível gastronómico, há nove participantes com propostas muito sugestivas dos sabores e hábitos alimentares característicos da região alto-minhota, como a confeção da Bôla de Sardinha, da Broa de Milho, do Bolo do Tacho, dos Biscoitos de Milho (demostração ao vivo), do Caldo Verde e da Cerveja Artesanal.

A animação também não foi descurada, havendo quatro concertos de música tradicional com quatro cabeças de cartaz que vão subir ao palco instalado na Praça do Alto Minho, a saber: Sons do Minho (dia 18), Cristina Sá (dia 19), 6TÀS9 (dia 20) e Sérgio Mirra (dia 21). Os espetáculos estão agendados para as 22h00, com exceção do sábado à noite que inicia uma hora mais cedo.

A inauguração da III BIA - Artes e Ofícios Tradicionais decorre às 16h00, da próxima quinta-feira, dia 18, prolongando-se até às 24h00, sendo o horário de funcionamento replicado no segundo dia, 19 de julho. Para o fim-de-semana, no sábado, dia 20 de julho, o evento decorre entre as 11h00 e as 24h00; e no último dia, entre as 11h00 e com encerramento às 23h00.

Município de Vila Nova de Cerveira



Presidente da Assembleia da República preside lançamento do livro dos 40 anos da Bienal de Cerveira

26 de julho (sexta-feira), 17h00, Fórum Cultural de Cerveira

A Fundação Bienal de Arte de Cerveira vai lançar o livro "Bienal Internacional de Arte de Cerveira: 40 anos de memórias", no próximo dia 26 de julho (sexta-feira), no Fórum Cultural de Cerveira, às 17h00. A cerimónia vai ser presidida pelo Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.

Trata-se de uma publicação retrospetiva sobre a história da bienal de arte mais antiga do país e da Península Ibérica a partir ensaios críticos e depoimentos na primeira pessoa. "Este livro constrói-se de factos, argumentos, testemunhos, recordações e emoções de um passado e de um presente que reúne fundadores, diretores, decisores, artistas, individualidades e gentes da terra", explica o presidente da FBAC, Fernando Nogueira. Destacam-se os testemunhos do Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, de António Victorino D'Almeida, Isabel Pires de Lima, Pedro Abrunhosa, Rui Reininho, entre muitos outros.

"40 anos de provocação artística, 40 anos de experiências culturais únicas, 40 anos de consolidação do conceito de Cerveira como 'Vila das Artes', 40 anos de empenho, dedicação e trabalho árduo, 40 anos de sucesso. Penso que não poderíamos encerrar de melhor forma as comemorações dos 40 anos da Bienal Internacional de Arte de Cerveira", acrescenta Fernando Nogueira.

Criada em 1978, a Bienal Internacional de Arte de Cerveira tornou-se um espaço privilegiado de encontro e experimentação, estando em sincronia com as manifestações artísticas produzidas e consolidadas nos últimos 40 anos, podendo-se dizer que a história deste evento e a história da arte em Portugal se constroem mutuamente. Com edição bilingue, o livro "Bienal Internacional de Arte de Cerveira: 40 anos de memórias" conta com o apoio da República Portuguesa - Cultura / Direção-Geral das Artes.

Fundação Bienal de Arte de Cerveira




Edições C@2000
Do Coura se fez luz. Hidroeletricidade, iluminação pública e política no Alto Minho (1906-1960)"
Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000/Afrontamento
Apoiado pela Fundação EDP

Da Monarquia à República no Concelho de Caminha
Crónica Política (1906 - 1913)

Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


O Estado Novo e outros sonetos políticos satíricos do poeta caminhense Júlio Baptista (1882 - 1961)

Organização e estudo biográfico do autor por Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


Rota dos Lagares de Azeite do Rio Âncora

Autor: Joaquim Vasconcelos
Edição: C@2000


Memórias da Serra d'Arga
Autor: Domingos Cerejeira
Edição: C@2000

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