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Recriação Histórica em Valença

13 de Julho na Fortaleza

Parada, acampamento, exercícios, fogo de artilharia, a defesa e o ataque à Fortaleza, o baile oitocentista... vão recriar a vida militar da Fortaleza de Valença, na época da 2ª invasão francesa, sábado, 13 de julho.

210 Anos Depois a História Recorda-se

210 anos depois a Fortaleza de Valença vai reviver os momentos históricos das invasões francesas e das lutas entre os portugueses e as tropas napoleónicas.s.

Programa da Recriação Histórica

11H30 - Içar da Bandeira Nacional e Hino, na Praça da República

14H30/17H
- Animação cultural e histórico-militar do acampamento histórico e zonas envolventes;
- Exercícios histórico-militares de infantaria e artilharia;
- Demonstrações de disparos de mosquetes e de peças de artilharia;
- Colocação de rondas e sentinelas e marchas pela muralha;
- Interação com o público, em contexto didático e pedagógico.

17H30/18H30 - Baile Popular Oitocentista, na Praça da República

19H - Arrear da Bandeira e Hino Nacional, na Praça da República

A Praça-Forte Que Demorou a Conquistar

A história dos assédios das tropas francesas à Praça-Forte, a partir de Tui foi longa, a que se seguiu o cerco a 9 de Abril de 1809, a capitulação da praça a 10 de Abril de 1809 e a saída do exercito francês a 17 de abril de 1809.

Esta é uma oportunidade para reviver o espírito, os principais momentos da invasão e os oito dias da ocupação de Valença, a pressão militar, a vida da Praça ocupada e a defesa inteligente do governador, Custódio César de Faria.

A iniciativa é do Município de Valença e Grupo de Recriação Histórica do Município de Almeida e integra-se na candidatura da Fortaleza de Valença a património mundial junto da UNESCO.

Municipio de Valença



Valença Tem um Dos Maiores Núcleos de Arte Rupestre

Nova Rota Vai Valorizar Gravuras

Em Valença foram descobertos 115 afloramentos rochosos, com gravuras, sendo um dos maiores núcleos da Arte Rupestre no Noroeste Peninsular, segundo especialistas da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.

Neste conjunto estão incluídas algumas das mais belas e importantes composições da Arte Rupestre Atlântica, as quais foram classificadas como Imóvel de Interesse Público (IIP).

Algumas das gravuras remontam à Idade do Bronze - Ferro (1800 a.C. - 218 a.C.), tendo sido identificadas, catalogadas, fotografadas e decalcadas pelo Serviço Municipal de Arqueologia, no âmbito da Carta Arqueológica Municipal, em parceria com a Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.

115 Rochas com Gravuras

Os 115 afloramentos rochosos com gravuras, em Valença, estendem-se pelas freguesias de: Verdoejo com 23, Taião com 15, Sanfins com 17, Ganfei com 24 e Gandra com 37.

Valença vai integrar a Rede Nacional de Arte Rupestre (RNART)

Valença vai integrar membro da Rede Nacional de Arte Rupestre (RNART) que tem por objetivo "promover, valorizar e capacitar os recursos patrimoniais e humanos das entidades da rede, potenciar o impacto e a missão dos sítios detentores de arte rupestre e instituir mecanismos de partilha de recursos físicos e humanos"

Esta rede conta com o respaldo técnico e cientifico da Fundação Côa Parque, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Rota da Arte Rupestre

Paralelamente, a este projeto RNART, o Município de Valença, em parceria com a Ventominho, vai implementar circuito interpretativo e didático de visitação / interpretação as gravuras identificadas no Monte dos Fortes, na freguesia de Taião.

Esta é a oportunidade para dar a conhecer este importante legado, tornando-o visitável a todo o público, nomeadamente o escolar, reforçando a oferta de turismo cultural / patrimonial do concelho.

Municipio de Valença



Santa Casa da Misericórdia de Valença recebe viatura da Fundação Montepio

Fundação Montepio entrega viatura à Santa Casa da Misericórdia de Valença

A Fundação Montepio prepara-se para oferecer uma viatura adaptada à Santa Casa da Misericórdia de Valença, no âmbito da 12.ª edição da Frota Solidária. A cerimónia realiza-se em Leiria, dia 28 de junho, às 11 horas, no Largo 5 de Outubro, numa cerimónia que garantirá a oferta de 20 viaturas adaptadas a 20 instituições de todo o país.

O projeto Frota Solidária, lançado em 2008, resulta dos montantes que, a cada ano, os contribuintes portugueses atribuem à Fundação Montepio através da Consignação Fiscal e que esta Fundação devolve à sociedade civil através da aquisição de viaturas transformadas e adaptadas, que são oferecidas a instituições de solidariedade social de todo o país.

Esta iniciativa permitirá, este ano, apoiar 20 instituições com igual número de viaturas e responder, assim, às necessidades de mobilidade de quem mais necessita. Note-se que, em 11 anos de existência, o projeto Frota Solidária garantiu a devolução à sociedade civil de 4,2 milhões de euros, consignados via IRS, apoiando mais de 200 instituições de solidariedade social de todo o país.

A missão da Frota Solidária é resolver problemas associados à mobilidade, assim como contribuir para uma sociedade mais inclusiva. Desde 2008, candidataram-se 3 516 instituições de solidariedade social.

"A Fundação Montepio volta a dar resposta a centenas de cidadãos que se encontram vulneráveis devido a dificuldades de mobilidade. A cada edição pretendemos chegar a mais instituições e fomentar boas práticas de cidadania e solidariedade", adianta António Tomás Correia, Presidente da Fundação Montepio e do Grupo Montepio.

Fundação Montepio



5 detidos por tráfico de droga e posse ilegal de armas

O Comando Territorial de Viana do Castelo, através do Núcleo de Investigação Criminal de Valença, no dia 26 de junho, deteve cinco homens e constituíram arguidos outros três, com idades compreendidas entre os 17 e os 29 anos, por tráfico de estupefacientes e posse ilegal de armas, em Valença.

Ao longo de mais de quatro meses, no âmbito de uma investigação, foi possível reunir provas que indiciam os suspeitos de tráfico de estupefacientes junto aos estabelecimentos de ensino da cidade de Valença, locais onde efetivavam a venda.

Decorrente da referida investigação, foi dado cumprimento a 14 mandados de busca, dos quais, sete em residências e sete a veículos, que culminaram na apreensão do seguinte material:

" 177 doses de haxixe;
" 30 doses de MDMA;
" Duas armas de fogo;
" Duas armas brancas;
" 25 munições de diversos calibres;
" 13 telemóveis;
" Dois veículos;
" Uma placa em cerâmica;
" Uma faca de corte;
" 1 317 euros em numerário.

Um dos detidos, com antecedentes criminais pelo mesmo tipo de crime, ficou detido nas instalações da GNR, até ser presente ontem, dia 27 de junho, a primeiro interrogatório no Tribunal Judicial de Valença, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva. Os outros quatro detidos foram presentes no mesmo dia, tendo-lhes sido aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência.

Estiveram envolvidos nesta operação 44 militares das diversas valências policiais do Comando Territorial de Viana do Castelo, Braga e Porto.

GNR de Viana do Castelo


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Do Coura se fez luz. Hidroeletricidade, iluminação pública e política no Alto Minho (1906-1960)"
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Da Monarquia à República no Concelho de Caminha
Crónica Política (1906 - 1913)

Autor: Paulo Torres Bento
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O Estado Novo e outros sonetos políticos satíricos do poeta caminhense Júlio Baptista (1882 - 1961)

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