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TRIBUNA
Espaço reservado à opinião do leitor

A COMISSAO DOS COMBATENTES DO ULTRAMAR DO CONCELHO DE CAMINHA, CELEBROU O 10 DE JUNHO, JUNTO DO SEU MONUMENTO EM VILA PRAIA DE ANCORA

No Dia de Portugal, a CCUDOCDECAMINHA, festejou com pompa e circunstância, este dia, homenageando todos os combatentes deste concelho que em Angola, Guiné e Moçambique, lutaram pela Pátria, morreram pela Pátria, Pátria com oito séculos de Historia desde 1o84 até 1974. PORTUGAL É OBRA DE SOLDADOS".É verdade, se não fossem os militares do nosso 1º Rei. D. Afonso Henriques e os outros que lhe seguiram, até 1974, data em que terminou a guerra do Ultramar, que alguns "analfabetos", alguns com responsabilidades no governo da Nação, continuam a dizer nas TVS, Rádios e Jornais,"GUERRA COLONIAL", este País não seria independente. Por isso, quando se fala do papel das Forças Armadas, na Guerra do Ultramar, os que "BOTAM FALADURA"tem a obrigação de louvar e não denegrir, dizer a verdade e não a mentira e sobretudo respeitarem aqueles que estão sepultados nos cemitérios angolanos, guineenses e moçambicanos, que deram a vida pela sua Pátria que é Portugal. E não compreendo como algumas personalidades que exercem cargos na maior magistratura do Estado e do Governo, quando da visita a Angola e Moçambique, não "TIVERAM TEMPO" para visitar um cemitério em Luanda ou em Maputo Será que os nossos militares não merecem uma visita presidencial ou governamental? Será, que,quando hoje há intenção por parte da LIGA DOS COMBATENTES de trazer para Portugal, os restos mortais desses militares, ainda há individualidades que ousam discutir e caluniar o papel das Forças Armadas, naquela guerra? Forças Armadas que continuam a cobrir-se de glória, no Afeganistão, na Síria, no Iraque, com a mesma determinação como fizeram outros militares, na Guerra do Ultramar. O EXÉRCITO É O ESPELHO DA NAÇÃO. POR ISSO OS MILITARES DE ONTEM, DE HOJE E DE AMANHÃ EXIGEM RESPEITO, SOBRETUDO AQUELES QUE ESTIVERAM NA GUERRA DO ULTRAMAR.

Enquanto formos vivos, s Comissão dos Combatentes do Ultramar do Concelho de Caminha, no dia 10 de Julho de 2020, honrará todos os, como diz o nosso Luis de Camões: "AQUELES QUE POR OBRAS VALEROSAS, SE FORAM DA LEI DA MORTE LIBERTANDO". COMBATENTES DA GUERRA DO ULTRAMAR, ONTEM, COMBATENTES HOJE, COMBATENTES SEMPRE.

Antero Sampaio Fur. Milº do B.Cavª. nº 350- Angola- 1962-1964

Antero Sampaio



BOA VIAGEM SRA. MINISTRA DO MAR

O processo de nova dragagem do Portinho de Vila Praia de Âncora está avaliado em 1,5 milhões de euros, segundo anunciado em Lisboa no passado dia 8 de Maio de 2019 pela ministra do Mar, Ana Vitorino.

A Polis Litoral Norte terá já lançado o concurso, segundo notícia vinda a público, sendo a responsabilidade da sua execução da competência da DGRM ( Direção- Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos ) .

A ministra do Mar após a terceira ronda de intervenções dos grupos parlamentares sublinhou que, " tendo em conta a orientação da costa " a situação dos pequenos portos está sujeita a assoreamentos e consequentes operações de desassoreamento.

Parece que nestas coisas basta ter uma língua e saber fazer uso dela. Não é preciso mais nada. Fiquei sem perceber a que ponto ou pontos da costa, concretamente, a ministra se referia: se à nossa enseada, se a toda a costa ocidental do país, ou se à costa do Algarve. Mas, penso que generalizou. E os deputados deixaram passar este pormenor? Adiante!

Relativamente às causas do assoreamento do Portinho Ancorense, as causas são sobejamente conhecidas e não se enquadra nas generalidades da sra. Ministra do Mar. As causas são específicas e não têm a ver com a posição e contorno específico da nossa costa local. Há uma deriva sedimentar distinta de outros pontos da costa portuguesa que, normalmente, são de norte para sul e daí a orientação dos quebra- mar norte terem um sentido aproximado de nordeste para sudoeste em quase todos os portos da costa ocidental. Mas aqui, junto à praia, a deriva sedimentar segue de sul para norte ao longo da enseada, potenciada ainda pelo rio Âncora cuja corrente alinha com a direção dessa deriva, e segue em direção à embocadura do porto para dentro da bacia como se fosse uma grande bocarra aberta a receber toda a areia que esta deriva transporta.

Por isso acuso pela enésima vez a incompetência manifesta dos técnicos envolvidos nos estudos prévios e na execução do projeto, mas também dos responsáveis políticos que lançaram a obra e que deu neste erro colossal e no grande desperdício do erário público. Mais, esta obra resultou no canto de cisne das pescas em Vila Praia de Âncora, porque nenhum pescador pode contar com a eficácia deste porto de abrigo, inseguro e permanentemente assoreado. E isto leva ao desencanto e à desmobilização.

Aqui, traçaram a orientação dos molhes de forma generalizada e não tiveram em conta a particularidade da deriva sedimentar da enseada de sul para norte. Foi um traço a esmo como se as condições aqui fossem iguais às dos outros portos em que as correntes são de norte para sul. Mas ainda mais agravado, porque a orientação do quebra-mar norte não segue sequer para sudoeste mas, ainda mais gravoso, para sulsueste bem em direção à praia. Um absurdo total. Porque neste local, a orientação mais eficaz seria oeste- sudoeste. E o contra- molhe não podia terminar na direção noroeste, mas em colher para sul para que a areia proveniente da praia retornasse à praia e não para dentro da bacia do porto.

Para a maioria das pessoas que não estão atentas a todo este processo, às promessas eleitorais, às visitas de ministros e secretários de estado, personalidades que por aqui têm passado, facilmente se esquecem do que disseram e do que prometeram. Vamos lá a ver! Estou lembrado que a dra. Ana Vitorino, então secretária de Estado dos Assuntos do Mar, visitou o Portinho no tempo da dra. Júlia Paula então, presidente da Câmara Municipal de Caminha. O encontro foi no Forte da Lagarteira. Não vou agora usar os meus apontamentos desse encontro, que teria de revolver entre os meus papéis, e neste momento não posso perder tempo a fazê-lo. Sirvo-me da memória, para já. E, nesse encontro no forte da Lagarteira, a dra. Ana Vitorino - que até teve uma pequena controvérsia com a então presidente da Câmara - concordou que, em face da situação permanente de assoreamento do porto, se iria estudar uma intervenção de fundo para solucionar definitivamente o problema. É que, com todas as operações de dragagem e cada vez mais caras, até já era tempo de encontrar uma outra solução, talvez mais a norte, no sítio das Camboas.

Pergunto: alguém sabe de algum estudo nesse sentido? Se o leitor não sabe, eu também não pelo que concluo, que não existe nem nunca existiu qualquer intenção de o levar a efeito. Mais uma treta a juntar a outras, porque o que a sra. Ministra do Mar nos traz agora é mais uma ilusão, uma espécie de comprimido que não faz nada, um placebo que não melhora o doente e apenas o ilude. Esta promessa da então secretária de Estado na altura agradou, tal como o placebo, mas não passou disso. O tempo passou e tenho a certeza que a maioria das pessoas presentes até já se esqueceu.

Agora, a mesma dra. Ana Vitorino, investida como ministra do Mar, traz-nos um novo placebo com o mesmo efeito, nulo. Porque depois deste desassoreamento outro e outros se seguirão até que alguém acorde e responsavelmente diga: - Basta!

E das duas uma: Ou se avança para a tão almejada alternativa de uma intervenção de fundo, ou se abandona de vez este processo que não leva a lado nenhum, só ilude um momento e depois volta tudo ao mesmo. Aliás, acredito que já ninguém acredita nestas soluções de dragagens quando se sabe que se vão repetir, porque não se leva a sério o problema fundamental em vista a uma solução definitiva. E era possível, se houvesse vontade política.

Em conclusão, a sra. Ministra do Mar está enganada, mal assessorada e mal informada em termos de querer resolver de vez o problema desta comunidade. E devia saber e conhecer que cada situação dos portos da costa portuguesa não são todos iguais, ou não têm a mesma procedência e, consequentemente, a exigência de uma mesma solução. Cada caso é um caso e não uma generalidade.

Dragagem do Portinho é um placebo, um momento de ilusão, mas não vai mudar nada no fundo. Uma ilusão não se mantem muito tempo. A realidade impõe-se sempre. Mas como não querem resolver o problema em definitivo - e era possível - continuará tudo na mesma. E o erário público a pagar esta panaceia, cujo efeito passa logo. E, sendo assim: Boa viagem sra. Ministra do Mar.

CELESTINO RIBEIRO



JÁ BRILHA O SOL EM SANTIAGO

Noutro Santiago mártir choveu. Neste não.

" Desaurida "de tantas notícias negras com que a Comunicação Social nos acinzenta os dias, respiro um pouco de esperança ao ler este título improvável na actualidade : " Com liberdade, fotografar a felicidade ". Publicidade enganosa? Algum chico esperto a tentar vender máquinas fotográficas que num ápice nos tiram dez anos de rugas?

Nada disso. Um cagaréu da beira-mar entra um dia num antigamente chamado "combóio amarelo" e numa sala da Rua de Espinho descobre o Laboratório Cívico Santiago. Na sala cheia de habitantes do Bairro fervilham ideias que cheiram a cidadania.

Adriano Miranda, o dito cagaréu de gema espanta-se e sonha com crianças e jovens a fotografarem o seu próprio bairro. Máquinas analógicas a comprar não se sabia ainda como, material necessário para as pôr a funcionar e com grande esforço de muitos, o Mestre Adriano ensina os meninos de Santiago a fotografar o palpitar do seu bairro e com essas fotografias organizar uma exposição a céu aberto… com liberdade.

Essa exposição seria inaugurada a 10 de Junho e assim celebrar Portugal foi mais genuíno e colorido. " Fotografia é Liberdade. Fotografia é denúncia. Ambições deste Projecto? Cidadania e amor. E é só isso que está a acontecer em Santiago "

Obrigada, Adriano Miranda. Aveiro como dizes é muito mais que ovos moles e moliceiros.

Estas "Crónicas de trazer por casa" hoje vestiram-se com um tom mais alegre por causa deste cagaréu.

" Santiago é um bairro problemático de Aveiro

" Cagaréu, é o nome dado em Aveiro aos naturais nascidos na freguesia da Vera-Cruz, a parte baixa da cidade, junto à ria.

Zita Leal



Alavancas da Motivação

O mundo do trabalho encontra-se em profunda transformação, a vários títulos, com objetivos bem determinados e alterações significativas nos valores que são adotados pelas Instituições empregadoras. Tradicionalmente tem-se atribuído grande importância ao perfil intelectual e à formação académica, a esta se associando o prestígio da Escola onde se obteve uma determinada formação.

Importante para a obtenção de trabalho/emprego era o Curriculum Vitae com referência às escolas de renome nacional e/ou internacional frequentadas, indicação de testes psicométricos com altas percentagens de QI (Quoeficiente de Inteligência).

Outra mudança de relevo, do paradigma até agora vigente, verifica-se no facto de em vez de se dar mais importância às características do cargo, ou do trabalho, passou-se a dar mais destaque às características das pessoas que fazem bem o trabalho.

Nesse sentido: "Precisam estar atentos para esta nova realidade os profissionais que actuam em administração de recursos humanos, os gestores de pessoas (gerentes, chefes, supervisores) assim como quem orienta carreiras profissionais e ainda, e de modo especial, os próprios profissionais que cogitam de planejar ou rever suas carreiras." (RESENDE, 2000:16).

Uma das principais teorias da motivação humana, elaborada por Abraham Maslow, é construída na lei da necessidade, cujo percurso se pode indicar a partir das necessidades ou carências, ações, objetivo/satisfação das necessidades. As pessoas procuram, sempre que podem, satisfizer uma ou mais das necessidades fisiológicas, segurança, sociais, estima ou afeto e realização. Pelo atendimento às necessidades, as pessoas procuram: saúde, conforto, manifestação dos seus anseios e sentimentos, progredir na vida, prosperidade, poder, sabedoria, paz e felicidade.

Quaisquer que sejam as atividades profissionais, as disciplinas que as estruturam, os meios que se utilizam e as técnicas implementadas, o objetivo fundamental é atingir-se um resultado, expresso numa quantidade, com qualidade, num contexto de crescente competitividade.

Hoje, primeiro quarto do século XXI, tanto ou mais do que academismos, teorizações, ilustração, exige-se uma valência que vem aumentando de importância e se torna indispensável às organizações públicas e privadas, independentemente da área de intervenção e atividade desenvolvida, sendo referida como requisito essencial, na maioria das ofertas de emprego: COMPETÊNCIA.

A necessidade, determinação, imposição ou urgência de se alcançarem objetivos: materiais, morais, políticos, religiosos, éticos e quaisquer outros, em todas as atividades, sugerem uma atitude cada vez mais pragmática, no sentido de se ser prático, concreto, determinado.

O avanço da ciência, da tecnologia e da globalização, que em muitos setores profissionais, e no domínio da economia já se verificam, impõe comportamentos de rigor, de produtividade, de concorrência, de flexibilidade, de mobilidade, e, mais recentemente, de "flexigurança". Para vencer este surto desenvolvimentista, pessoas, organizações e sistemas têm de ser competentes.

COMPETÊNCIA - Vários são os conceitos de competência como por exemplo: "Capacidade de quem é capaz de apreciar e resolver certo assunto, fazer determinada coisa"; "Atributos pessoais que distinguem pessoas de altas performances de outras, num mesmo trabalho"; "Pessoas competentes são aquelas que obtêm resultados no trabalho, nos empreendimentos, utilizando conhecimentos e habilidades adequados". Em síntese, pode-se aceitar uma conceptualização mais alargada e enriquecedora: "Competência é a transformação de conhecimentos, aptidões, habilidades, interesse, vontade, etc., em resultados práticos. Ter conhecimentos e experiência e não saber aplicá-los em favor de um objectivo, de uma necessidade, de um compromisso, significa não ser competente, no sentido aqui destacado." (Ibid.:30-32).

Na mudança de paradigmas em curso, verifica-se que o que ontem era verdade absoluta ou até dogmática, hoje pode não o ser, pelo menos com tanta certeza, ou convicção inabalável, em relação a algumas delas. Têm-se notado profundas e universais mudanças de paradigmas, em todos os domínios, da atividade humana e organizacional: a) Fusão de empresas, antes rivais; b) Unificação de países em grandes blocos económico-políticos; c) Convivência de ideologias económicas opostas - socialismo-capitalismo; d) Evolução do amadorismo para o profissionalismo; e) Mudanças nas características e relações de trabalho.

Justifica-se, agora, a valorização da competência que terá profunda influência nos destinos das organizações, nas carreiras das pessoas e, neste contexto, o conceito paradigmático de competência assume uma nova dimensão e significado: a) A competência será mais prestigiada do que a erudição; b) A competência será o atributo mais importante das pessoas; c) As referências mais importantes para a remuneração ou promoção das pessoas nas organizações não serão mais tempo de casa (antiguidade) ou escolaridade, mas sim competências e habilidades; d) As expressões: competência emocional, competência espiritual e competência de cidadania, por exemplo, são novas formas de ver e conceituar estas maneiras de ser, manifestar e agir das pessoas, em quaisquer situações da vida em sociedade.

Evidentemente que a formação teórico-académica, ao mais alto nível, não pode ser descurada, bem pelo contrário, as habilitações académicas, a investigação e as tecnologias são imprescindíveis, para melhor se estruturarem e aplicarem racional e eficazmente os conhecimentos, ajudar a criatividade e a inovação e rentabilizar os recursos disponíveis, respetivamente.

O que se pretende transmitir é a ideia de que, de ora em diante, ninguém pode viver o resto da vida rodeado pela auréola de um diploma, de um qualquer curso superior, sem se manter em permanente formação científica e técnica.

Entre as diversas aspirações das pessoas, uma delas é dispor de oportunidades para crescer, desenvolver suas carreiras profissionais e por isso, de um modo muito especial, as pessoas querem saber como e o que precisam fazer para evoluir em suas carreiras.

Por outro lado, também se conhece que as organizações que têm feito um pouco mais e melhor, em favor do planeamento e administração de carreira, são as empresas mais evoluídas em gestão de recursos humanos, ainda que fiquem bastante aquém do que seria desejável, principalmente, porque: a) Teme-se as consequências salariais das carreiras; b) Políticas e critérios frágeis de promoção de pessoal; c) Excesso de paternalismo gerencial; d) Falta de instrumentos mais precisos para avaliação do potencial (competências e habilidades); e) Despreparo dos profissionais da área de Recursos Humanos nessa matéria.

Atualmente as pessoas passam entre oito a dez horas diárias no trabalho e, por essa razão, precisam se empenhar na busca da satisfação através das suas atividades profissionais. Indivíduos, profissionais e empresas precisam desenvolver condições e recursos para saberem identificar e ajustar suas competências às das atividades que desenvolvem, e assim garantirem o sucesso dos seus objetivos de vida e negócio.

Uma boa referência para orientar as pessoas a compatibilizarem os seus interesses e características pessoais às atividades profissionais e empreendimentos é a teoria de "Âncoras de Carreira", acreditando-se que a maioria das pessoas se poderá enquadrar numa delas, e que, na medida do desenvolvimento do seu autoconceito ou autoconhecimento, elas poderão harmonizar melhor os seus talentos, motivos e valores. Consideram-se por isso as seguintes Âncoras de Carreira: 1) Segurança e estabilidade; 2) Autonomia e Independência; 3) Criatividade e capacidade empreendedora; 4) Competência técnica e profissional; 5. Aptidão ou habilidade administrativa.

Cada vez mais as novas organizações de trabalho nas empresas estão requerendo que as pessoas sejam multifuncionais, ou polivalentes, que exerçam atividades com uma dimensão mais abrangente e com associação a diferentes especialidades: "O ser humano tem inato o potencial de ser versátil e adaptativo. Com treino e prática, não haverá dificuldade para ser multifuncional. Ainda que se possam estabelecer diferentes graus de polivalência. (…) Porém, mesmo sendo multi-especialistas ou multifuncionais, sempre haverá uma âncora principal que deve ser considerada para que as pessoas se realizem melhor e se satisfaçam mais no trabalho." (Ibid.:118).

Bibliografia

RESENDE, Enio, (2000). O Livro das Competências. Desenvolvimento das Competências: A melhor Autoajuda para Pessoas, Organizações e Sociedade. Rio de Janeiro: Qualitymark

Diamantino Bártolo


Edições C@2000
Do Coura se fez luz. Hidroeletricidade, iluminação pública e política no Alto Minho (1906-1960)"
Autor: Paulo Torres Bento
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Da Monarquia à República no Concelho de Caminha
Crónica Política (1906 - 1913)

Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


O Estado Novo e outros sonetos políticos satíricos do poeta caminhense Júlio Baptista (1882 - 1961)

Organização e estudo biográfico do autor por Paulo Torres Bento
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Rota dos Lagares de Azeite do Rio Âncora

Autor: Joaquim Vasconcelos
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Memórias da Serra d'Arga
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