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Caminhense candidata pelo Partido Aliança
ao Parlamento Europeu

A Alto-minhota Joana Whyte é candidata ao Parlamento Europeu pelo Partido Aliança

O partido de Pedro Santana Lopes formalizou hoje a lista candidata ao Parlamento Europeu nas próximas eleições de 26 de Maio.

Confirmando que a lista será encabeçada por Paulo Sande, Professor Universitário especialista em Assuntos Europeus, chefiou a representação do Parlamento Europeu em Portugal e ultimamente era Consultor do Presidente da Republica Marcelo Rebelo de Sousa. A secunda-lo estará Maria João Moreira a empresária nortenha, irmã do Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira.

Em décimo lugar da lista surge Joana Whyte, jovem advogada, Doutoranda em Direito Europeu na Universidade do Minho, natural de Caminha.

O presidente da Aliança, Pedro Santana Lopes, afirmou hoje que o partido não quer confundir as eleições europeias com as legislativas de Outubro, considerando que o objectivo em Maio "não é mostrar cartão amarelo ou encarnado ao Governo - isso fica para Outubro".

"Apresentámos a lista a estas eleições para o Parlamento Europeu, que não queremos confundir com as eleições legislativas", disse Santana Lopes em declarações aos jornalistas à porta do Tribunal Constitucional, em Lisboa. "Estamos insatisfeitos com a situação do país, mas estas eleições são para a Europa e por causa da Europa", vincou, acrescentando que "misturar eleições é prejudicial".

O antigo primeiro-ministro salientou também que "a Europa é muito importante para Portugal" e justificou que, nestas alturas, é por desviar "a atenção para outros temas, que os portugueses não conseguem ter direito àquilo que os outros têm".

Pedro Santana Lopes mostrou-se então convicto de que "os portugueses, estando bem informados, sabendo aquilo que está em causa, escolherão para terem uma voz que diga em Bruxelas: 'Os senhores têm que nos ajudar a crescer'".

Apontando que em Portugal tem-se vindo a "cortar pelo lado da despesa para atingir o equilíbrio orçamental", o presidente da Aliança defendeu ser preciso pedir ajuda a Bruxelas para ajudar o país "do lado da receita, do lado do crescimento económico", e a "chegar a esse nível de vida médio na União Europeia, também sendo capaz de criar mais riqueza".

"O que temos é de fazer a economia crescer com o apoio de Bruxelas e, portanto, em vez de beijarmos tanto a mão em Bruxelas, temos de bater mais o pé", salientou, apontando que os candidatos da Aliança, se forem eleitos, " vão dizer a Bruxelas e a Estrasburgo que a União Europeia tem a obrigação de apoiar Portugal e os portugueses a conseguirem um nível médio de rendimento dos concidadãos europeus".

O antigo governante aproveitou ainda para reforçar que "a Aliança é um partido europeu, é um partido da liberdade, não um partido que tenha a ver com ideias extremistas ou populistas que hoje em dia por aí germinam", assumindo-se, por isso, como uma força política que tem o objectivo de "robustecer e defender o projecto europeu".

"Somos europeístas, acreditamos no projecto europeu. Estamos insatisfeitos, naturalmente, com a situação actual da Europa.

Entendemos que é preciso uma nova atitude em Bruxelas, mas, por isso mesmo, escolhemos os melhores candidatos, que não estão há 10, 20 ou

30 anos no Parlamento Europeu", considerou. Por isso, defendeu Santana, os candidatos que a Aliança apresenta "contribuem para a renovação do sistema político, e têm competência, credibilidade e qualidade".

Também presente na ocasião, o primeiro candidato da lista do partido às europeias considerou que "uma vitória seria, obviamente, eleger dois ou três deputados". "Nós temos dito que três deputados seria um número aceitável", vincou Paulo Sande, assinalando que as sondagens dão a Aliança "como sexto partido em Portugal" e mostram que "em Lisboa e Porto" a sua "posição é ainda mais reforçada".

"A nossa expectativa é a de que, de facto, consigamos eleger uma boa equipa para ir para Estrasburgo para discutir a Europa para os portugueses e para que os portugueses possam retirar da Europa aquilo que ela tem para lhes dar", apontou Sande.

Partido Aliança



Duna dos caldeirões continua no centro das preocupações dos deputados do PSD do Alto Minho

Porto de Mar de Vila Praia de Âncora será brevemente alvo de dragagens, depois dos apelos dos deputados do PSD na Assembleia da República, e areias servirão para compor as Dunas dos Caldeirões, segundo o Ministro do Ambiente

Deputada Liliana Silva questiona o Ministro do Ambiente e de Transição Energética João Pedro Matos Fernandes, hoje, na Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, acerca da frágil situação das Dunas dos Caldeirões.

Em 2014, em resultado da intempérie e da forte agitação marítima, o mar galgou as dunas dos caldeirões provocando um grave dano ambiental na praia que liga a freguesia de Vila Praia de Âncora a Âncora.

Esta calamidade colocou em risco o campo de jogos Paulino Velho Gomes e as habitações existentes na zona de Águas Férreas, em Âncora.

Ainda em 2014 procedeu-se a uma primeira intervenção de emergência para estancar o problema e em 2015 procedeu-se a uma segunda intervenção para mitigar os danos causados nas dunas.

Chegados que estamos a 2019 a situação das dunas dos caldeirões ainda é de extrema fragilidade e nesse sentido, preocupada com a questão, a deputada Liliana Silva perguntou, sob a forma de apelo, se iria existir uma terceira e profunda intervenção.

A resposta do Ministro do Ambiente foi a de que iriam brevemente proceder à dragagem do Porto de Mar em Vila Praia de Âncora e que está previsto colocarem as areias da dragagem nas Dunas dos Caldeirões para minimizarem o problema.

Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata



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