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Inscrições terminam a 5 de maio

FEIRA MEDIEVAL REGRESSA AO CENTRO HISTÓRICO DE CAMINHA
DE 24 A 28 DE JULHO

A Feira Medieval de Caminha regressa ao centro histórico de 24 e 28 de julho. Subordinada ao tema "CAMINHA MONÁSTICA", esta edição tem como objetivo a recriação histórica de um ambiente medieval através do comércio, das artes, ofícios, divertimentos, sabores e hábitos alimentares da Idade Média. As inscrições já estão a decorrer e terminam a 5 de maio.

Sobre a temática escolhida para esta XVI Feira medieval de Caminha, o Departamento de Ciências Sociais e Humanas - Grupo de História Departamento de Ciências Sociais e Humanas - Grupo de História Agrupamento de Escolas Sidónio Pais, Caminha escreve: 'O concelho de Caminha albergou ao longo da sua história secular, com destaque para a época medieval, diversas comunidades monásticas, masculinas e femininas. Do primevo Mosteiro de São João de Arga, beneditino, de fundação incerta em inícios do século XII, aos conventos franciscanos na vila-sede do município, Santa Clara (1571) e Santo António (1618) - este último prosseguidor do Convento de Santa Maria da Ínsua (1392) -, sem esquecer o mais recente convento das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras (1898), que subsiste a meia-encosta de Santo Antão. O mundo monástico, apesar de traduzir na origem uma opção de recolhimento espiritual e de fuga ao mundo, evidente nos locais isolados e inóspitos dos primeiros cenóbios, de que a Serra de Arga e a ilha da Ínsua são bons exemplos, evoluiria depois para uma relação mais próxima do século. Para além das conexões económicas - dos produtos da terra cultivados nas suas cercas à exploração dos frutos do mar nas camboas e mexilhoeiras -, a caridade e a assistência religiosa, o magistério das letras e a prestação de cuidados de saúde, constituíram-se como fortes elos de ligação entre regulares e populações locais. Os conventos de Caminha foram ainda albergue de peregrinos a caminho de Santiago de Compostela - alguns notáveis, como o rei D. Manuel I, em 1502, ou o príncipe italiano Cosme III de Médici, em 1669 - e, à imagem de tantas outras localidades conventuais, alfobre de manjares e doçarias, como os "deliciosos papos de anjo ou pastéis de Santa Clara", que perduraram até finais de oitocentos. Receitas esquecidas, mundos perdidos, resta hoje da Caminha Monástica do passado a sua rica e fecunda história, estudada em recolhimento nos arquivos ou celebrada em festa nas ruas'.

À Feira Medieval de Caminha podem concorrer artesãos, mercadores não alimentares e mercadores exóticos que promovam a venda e/ou demonstração de produtos que recriem a época medieval. As inscrições terminam a 5 de maio. As propostas de participação deverão remetidas, exclusivamente, via formulário https://forms.cm-caminha.pt/

Gabinete de Informação ao Munícipe



MUNICÍPIO DE CAMINHA VAI ASSINALAR OS 45 ANOS DE ABRIL COM VÁRIAS INICIATIVAS

A Câmara Municipal de Caminha vai assinalar os 45 anos de Abril com um vasto programa. Apresentação do livro "Retratos 1970-2018" de Alfredo Cunha; exposições de fotografia "Outros Retratos" e "Os Rapazes dos Tanques" de Alfredo Cunha; exposição coletiva "45 Artistas, 45 Obras, 45 anos de Abril"; espetáculo "Canções de Abril"; Cerimónia Protocolar da Assembleia Municipal - 45º Aniversário do 25 de Abril e sessão de cinema 'SNU', vão dar o mote às comemorações da efeméride. No concelho as comemorações iniciam sábado, dia 13, com a apresentação do livro de Alfredo Cunha, pelas 17H00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Caminha.

Este ano comemoram-se os 45 anos da Democracia em Portugal. No concelho de Caminha, o programa 45 de Abril tem inicio já no sábado, dia 13 de abril, com a apresentação do livro 'Retratos 1970 - 2018' de Alfredo Cunha, pelas 17H00. Na sinopse desta obra pode ler-se: "A começar em Amélia Rey Colaço e a terminar em Zé Pedro, passando por imagens que já fazem parte da história de Portugal - como o icónico retrato de Salgueiro Maia -, Alfredo Cunha reúne agora em livro o trabalho de uma vida, que é, afinal, de muitas vidas, de muitos rostos, de muitos momentos e protagonistas de um país, num período que vai de 1970 até 2018.

Por trás da câmara, sabemos que o repórter anda sempre com um pano amarrotado para montar um cenário em qualquer ocasião, que Cristiano Ronaldo teve de ser contactado por Marcelo Rebelo de Sousa para marcar uma sessão fotográfica, e que foi preciso ver e rever centenas de fotos de um arquivo sem fim - "Encontrei o Mário Viegas, encontrei o Ary, encontrei a Laura Alves!" - para se chegar a um alinhamento possível. À frente da câmara ficam apenas os retratados, em cada fotografia uma imensa história, e, com todas agora alinhadas em livro, uma história ainda maior'.

Depois seguem-se as inaugurações das exposições de Alfredo Cunha. Na Galeria de Arte Caminhense, vai ser inaugurada, pelas 18H00, a exposição 'Outros Retratos'. A mostra é composta por 14 retratos de diversas personalidades portuguesas ligada ao 25 de Abril, com destaque para as fotografias de Mário Soares e Marcelo Rebelo de Sousa. A seguir, no Museu Municipal de Caminha terá lugar a abertura da exposição 'Os Rapazes dos Tanques', que retrata, passo a passo, a revolução pela lente de Alfredo Cunha.

As exposições estarão patentes ao público até ao dia 30 de junho, de terça-feira a domingo, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 18H00. A entrada é gratuita.

Exposição '45 Artistas, 45 Obras, 45 Anos de Abril'
Inaugura a 24 de abril

O programa dos 45 anos de Abril continua no dia 24, em Vila Praia de Âncora, com a inauguração da exposição coletiva "45 Artistas, 45 Obras, 45 anos de Abril" e do espetáculo "Canções de Abril".

A Galeria de Arte Guntilanis vai acolher a exposição coletiva "45 Artistas, 45 Obras, 45 anos de Abril", cuja cerimónia de abertura está a agendada para as 18H00. Esta mostra tem como comissário o artista Mário Rebelo de Sousa.

A coletiva "45 Artistas, 45 Obras, 45 anos de Abril" poderá ser visitada ao dia 30 de junho. A entrada é gratuita.

Nesse dia à noite, pelas 21H30, o Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora vai servir de palco ao espetáculo "Canções de Abril", que conta com a participação da Academia de Música Fernandes Fão, Orfeão de Vila Praia de Âncora e Krisálida - Associação cultural do Alto Minho. A dramaturgia de "Canções de Abril" é da responsabilidade de Celestino Ribeiros e a encenação de Nuno Loureiro. A entrada é gratuita.

Cerimónia Protocolar da Assembleia Municipal - 45º Aniversário do 25 de Abril marca comemorações oficiais

As comemorações oficiais do 45ºaniversário da Revolução dos Cravos celebram-se a 25 de abril com a Cerimónia Protocolar da Assembleia Municipal e a sessão de cinema 'SNU'.

Depois do hastear da Bandeira Nacional nas duas Vilas, às 11H00 terá lugar uma Cerimónia Protocolar da Assembleia Municipal, evocativa do 45º aniversário do 25 de Abril, na qual, como foi instituído pelo presidente, Luís Mourão, usarão da palavra todas as forças políticas representadas neste órgão.

A sessão será ainda marcada pela música, designadamente pelas "músicas de Abril", interpretadas pelo Orfeão de Vila Praia de Âncora. A Assembleia Municipal vai decorrer no Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora.

O cinema vai ainda marcar a tarde com a exibição do filme "SNU", no Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora, pelas 16H00. A receita reverte a favor dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora.

Na sinopse pode ler-se: "Snu é dinamarquesa e a fundadora da editora D. Quixote, publicando livros que desafiam a censura do Estado Novo. Francisco é um dos mais carismáticos políticos portugueses. Ambos são casados. Ele tem cinco filhos e ela tem três. Snu Abecassis conhece Francisco Sá-Carneiro no dia 6 de janeiro de 1976. Apaixonam-se irremediavelmente e decidem assumir esse amor num Portugal em plena reconstrução das cinzas do fascismo, abalando as convenções nacionais. Partilham valores e ambição, lutam juntos pela democracia e pela liberdade, deixando a sua marca na política e na sociedade. Morrem tragicamente em 1980, protagonizando uma das grandes histórias de amor do século XX".

Gabinete de Informação ao Munícipe


Edições C@2000
Do Coura se fez luz. Hidroeletricidade, iluminação pública e política no Alto Minho (1906-1960)"
Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000/Afrontamento
Apoiado pela Fundação EDP

Da Monarquia à República no Concelho de Caminha
Crónica Política (1906 - 1913)

Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


O Estado Novo e outros sonetos políticos satíricos do poeta caminhense Júlio Baptista (1882 - 1961)

Organização e estudo biográfico do autor por Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


Rota dos Lagares de Azeite do Rio Âncora

Autor: Joaquim Vasconcelos
Edição: C@2000


Memórias da Serra d'Arga
Autor: Domingos Cerejeira
Edição: C@2000

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