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Cinco Sabores da Lampreia em Valença
15 a 17 de Março Festival Gastronómico
Gosta de Lampreia? Está ai mais uma edição do Festival Gastronómico "Sabores da Lampreia", de 15 a 17 de março, na comunidade de pescadores de São Pedro da Torre. Esta é a oportunidade para saborear cinco sabores da lampreia.
Arroz de lampreia, lampreia à bordalesa, lampreia recheada, lampreia assada no forno e lampreia seca quem resiste a tantos manjares?
Cinco Variedades de Lampreia
No prato cinco sabores é possível saborear as cinco formas confecionadas neste festival. Em separado há lampreia para todos os gostos, sempre com a marca da tradição local; arroz de lampreia, lampreia à bordalesa, lampreia recheada, lampreia assada no forno e lampreia seca.
Cozinheiros Especializados
A arte de preparar a lampreia tem saber, tradição e uma mão cheia de segredos. Cozinheiros especializados, verdadeiros guardiões de saberes, que tem passado de geração para geração, são os artífices destes manjares.
A Melhor do Mundo - Lampreia do Rio Minho
Este festival é uma excelente oportunidade para deliciar-se com uma boa lampreia do rio Minho considerada, pelos especialistas, a melhor do mundo.
Pesca Artesanal
Em Valença a pesca à lampreia é artesanal, desenvolvida sobretudo pelas comunidades de pescadores de São Pedro da Torre e Cristelo Côvo. As redes de tresmalho retiram do rio a lampreia vivaça e com toda a qualidade.
A Nossa Lampreia é Batida
Pescada nas últimas semanas a lampreia estagia já nos tanques da Associação Sabores do Rio Minho, em água corrente. A técnica é antiquíssima e conhecida por "bater a lampreia", um modo que enrije-se a sua carne, o que permitirá, aquando da sua confeção, pratos de excelência.
Novas Receitas
Aliada à tradição e aos emblemáticos cinco pratos, que fazem a história deste festival, os visitantes tem a oportunidade de descobrir as novas tendências de confeção da lampreia. Durante os três dias estão programados um showcooking e degustação de lampreia.
Sabores da Lampreia é uma genuína festa gastronómica valenciana que, ano após ano, se tem afirmado como o maior evento gastronómico da região dedicado à lampreia.
Visita Guiada a um Espaço Encantado
A Natureza e a Paisagem do Mosteiro de Sanfins
Valença convida para a descoberta da riqueza natural e peisagintica da Quinta do Mosteiro de Sanfins, numa visita guiada, no próximo sábado, 2 de março. O ponto de encontro está marcado para as 9h, no Largo do Mosteiro de Sanfins.
A visita guiada é gratuita e tem a duração aproximada de 1 hora.
À Descoberta da Quinta de Sanfins
A visita proporcionará uma interpretação da riqueza natural do biótipo do complexo do Mosteiro de Sanfins e da sua cerca, nomeadamente das carvalheiras, dos sobreiros e aveleiras seculares. A visita percorrerá, também, o património edificado como a Igreja Românica, a zona residencial, a Capela da Senhora do Loreto, as fontes e o moinho.
Ao Encontro da Memória e Lenda.
Após a visita está programada a inauguração das peças artísticas "Porta-caça do Mosteiro de Sanfins" do Barão Hutter, na área envolvente ao mosteiro, no âmbito do projeto Desencaminharte, da CIM Alto Minho.
A intervenção artística tem por base as mais antigas tradições / lendas do antigo Couto Monástico de Sanfins e a oferenda aos monges dos primeiros salmões do rio Minho, ou das primeiras peças de caça de javali da temporada.
Mosteiro de Sanfins, Uma Joia do Românico e Natural
Em Sanfins encontramos um dos monumentos românicos mais importantes de Portugal. As primeiras referências reportam-se a 604 DC. Trata-se de importante exemplar de um românico com referências galegas.
O complexo da Quinta do Mosteiro de Sanfins, propriedade da Câmara Municipal e a beneficiar de um conjunto de intervenções, possui um biótipo com uma riqueza e enquadramento natural únicos.
3ª Conferência do ciclo "Alto Minho 2030" debate em Valença "Desafios Europeus & Cooperação Territorial"
O ciclo de conferências "Alto Minho 2030" promovido, todos os meses, pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), prossegue no próximo dia 7 de março, em Valença, desta vez com o tema "Desafios Europeus & Cooperação Territorial: Balanço 2014-2020, Perspetivas & Propostas de Ação Alto Minho 2030". Promover o debate e a reflexão crítica e estratégica sobre o futuro desejável para o Alto Minho, em parceria com os principais atores regionais, é o principal objetivo deste ciclo de conferências, por forma a consensualizar uma visão para este espaço regional, as suas prioridades de desenvolvimento e as principais iniciativas/ projetos a concretizar no horizonte 2030.
Esta terceira conferência irá decorrer na Escola Superior de Ciências Empresariais do IPVC, em Valença, a partir das 17h00, contando com os seguintes oradores: Mafalda Dourado, do Gabinete de Promoção do Programa Quadro de I&DT, que abordará o tema "Programa Horizonte 2020: Balanço e Ações Prioritárias"; Ana Resende, do Ponto URBACT Nacional, que falará sobre o "Programa URBACT: Balanço e Ações Prioritárias"; Manuel Claro, da Europa Criativa - Centro de Informação Europa Criativa, que fará uma apresentação sobre o "Programa Europa Criativa: Balanço e Ações Prioritárias"; Manuel Fernandes, da Agência Nacional Erasmus+, cuja intervenção tem como foco o "Programa Erasmus+: Balanço e Ações Prioritárias"; e ainda Júlio Pereira, primeiro-secretário da CIM Alto Minho, com uma comunicação sobre "Cooperação Territorial: Principais Prioridades & Projetos Âncora para o Alto Minho".
Jorge Mendes, presidente da Câmara Municipal de Valença, fará a sessão de abertura; e José Maria Costa, presidente da CIM Alto Minho, a sessão de encerramento. A iniciativa conta ainda com a participação, na sessão de encerramento, de Fernando Freire de Sousa, presidente Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
O programa da conferência e o formulário de inscrição encontram-se disponíveis no site da CIM em www.cim-altominho.pt. A inscrição é gratuita.
Valença inaugura a penúltima obra do Desencaminharte
No próximo dia 2 de março (sábado) às 10:30, será inaugurada a obra Porta-caça do Mosteiro de Sanfins do atelier Barão-Hutter, em Valença. Esta será a nona e penúltima obra do conjunto de dez projetos desenvolvidos. O projeto, promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho e programado pelo coletivo HODOS, visa fomentar a criação artística na região.
Duas presas, um javali e um salmão por ano voltam ao Mosteiro de Sanfins por forma de "reconhecença". A reposição do ritual anual, por intervenção teatral, tem por base a disposição de uma série de artefactos para encenar, preparar e confecionar as duas presas. Dois porta-caça e um fogareiro com os seus apetrechos em aço-inox e granito serão disponibilizados para a área do convento para este uso e para futuro usufruto da população. A obra é a materialização de um facto lendário, tornando-se num "estandarte" e um ponto de paragem, observação e reflexão no lugar.
A edição de 2018 do DESENCAMINHARTE ficará concluída com a inauguração de Sulco, obra da autoria dos arquitetos depA, em Melgaço (data a definir) e com a realização do evento de encerramento no dia 7 de abril, às 16:00, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez. Este evento consistirá na exibição de um filme de Miguel C. Tavares sobre as obras realizadas, seguida de um debate com os autores dos projetos e a apresentação do livro Desencaminharte 2018 - Arte aplicada ao lugar.
Dez autores relevantes no panorama artístico e arquitetónico contemporâneo foram desafiados a intervir na paisagem singular de cada um dos dez municípios no Alto Minho. A partir de uma leitura sensível e afetiva do lugar, estas obras vão proporcionar um diálogo aberto entre território, arte, cultura e população.
HODOS é um coletivo constituído pelas equipas FAHR 021.3, depA e Still Urban Design, com o objetivo de valorizar os percursos pedestres em Portugal, afirmando-os como elementos de integração ou dissociação na paisagem. Através da identificação e tratamento de pontos de interesse nesses percursos, HODOS pretende reformular a experiência da caminhada com recurso à criação de peças de arte e arquitetura.
A edição de 2017 (DES'17) assentou num programa cultural e criativo, traduzido na brevidade do formato de festival que a desenhou. A edição de 2018 (DES'18), procura enraizar as sementes lançadas em 2017, desenvolver um projeto forte e coeso, explorando a vertente mais artística, permanente e funcional do Desencaminharte, numa aproximação a outros projetos europeus da mesma natureza, como a rota turística Nasjonaleturistveger (Noruega) ou o programa de arte pública Mu?nster Skulptur Projekte (Alemanha).
À semelhança do ano anterior, o DESENCAMINHARTE é cofinanciado pelo programa Norte 2020 - Programa Operacional Regional do Norte.
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