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"É um POC de prevenção", Pimenta Machado

As câmaras de Caminha e Viana do Castelo acordaram realizar em Afife uma sessão conjunta de debate do projecto do novo Plano da Orla Costeira que se encontra em discussão pública até meados de Dezembro.

Neste particular, a faixa costeira de Caminha e Viana do Castelo esteve em evidência, pese embora a nula divulgação deste encontro realizado no Casino Afifense, designadamente junto da população do concelho de Caminha, em que apenas as juntas de freguesia do cordão marítimo caminhense tiveram conhecimento da sua realização.

Carlos Castro protestou pela falta de divulgação

Carlos Castro, presidente da Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, denunciou a ausência de divulgação desta sessão pública, levando a que a população do nosso concelho não tivesse tido conhecimento dela.

Se o representante (Guilherme Lagido) da Câmara de Caminha neste acto de debate e esclarecimento quedou silencioso quanto ao protesto do autarca ancorense, já José Maria Costa, presidente do Município vianense, referiu que tinham procedido à difusão desta sessão através dos órgãos de comunicação social existentes no seu município e do site camarário.

Além dos representantes dos dois municípios, participaram a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Administração da Região Hidrográfica do Norte (ARH-Norte).

"Polémica salutar"

Sendo o primeiro a falar, Guilherme Lagido reconheceu existir uma "polémica salutar" em relação a este POC, dado estar em causa um "assunto que nos deve preocupar a todos" e ser este o momento para dirimir pontos de vista na defesa da natureza e de medidas a tomar na orla costeira.

1º POOC valorizou as praias

Contudo, coube a Pimenta Machado, vice-presidente da APA, com larga experiência no terreno, nomeadamente através das intervenções realizadas na costa caminhense, na luta contra o avanço do mar, clarificar algumas situações que levaram à elaboração deste projecto de um novo POC.

Assinalou que o primeiro POOC (Plano de Ordenamento da Orla Costeira) aprovado há pouco mais de 10 anos, foi direccionado na valorização das praias - o que foi conseguido, precisou - e contenção do crescimento urbano.

Os riscos da orla marítima

Este segundo plano (Plano de Ordenamento Costeiro) centra a sua intervenção no "risco" que a orla marítima corre, atendendo aos inúmeros exemplos do avanço do mar e das fortes intempéries e tempestades que serão cada vez mais frequentes e com intensidade acrescida, alertou, devido ao câmbio climático.

Pimenta Machado recordou que a costa portuguesa perdeu 12 km2 desde 1958 e registou-se um recuo de praia na casa dos 40/50 metros em alguns sítios.

Medidas

Desta forma, há necessidade de prevenir, através de várias medidas, como sejam a proibição de novas protecções (esporões, por exemplo) que venham a interferir negativamente a sul de cada uma delas. A protecção da linha de costa através da instalação de geo-cilindros sob a areia, junto aos cordões dunares, parece estar a dar bons resultados, frisou, sendo um desses exemplos o que foi instalado a norte do paredão de Moledo até ao moinho, o qual esteve em risco de derrocada há cerca de seis anos atrás, refira-se. O repovoamento da costa ("muito dinâmica", admitiu, o que origina maiores dificuldades) com areia extraída dos rios onde ela sobra e se torna perniciosa à navegação e reprodução das espécies, será outra das apostas deste novo POC que se prevê "muito mais readaptável", vincou Pimenta Machado.

Este engenheiro assinalou também que a subida das águas poderá atingir 0.85 cm nos próximos anos.

As suas palavras foram complementadas por outra engenheira, Inês Andrade, esta, da ARH-Norte, apontando na defesa da costa, valorização dos recursos costeiros e monitorização das dinâmicas costeiras, criando-se faixas de salvaguarda até 2050 e 2100.

Atendendo a que esta sessão pretendia igualmente facultar aos presentes a possibilidade de apresentarem as suas dúvidas e reclamarem das situações que julgassem menos corretas, o público interveio, com particular ênfase para os presidentes de junta.

Junta de VPA não quer impedimentos à reconstrução de casas

Foi o caso de Carlos Castro, perguntando se existia qualquer estudo sobre a marginal de Vila Praia de Âncora, a par de não se saber o que se pode aí construir, designadamente no capítulo da reconstrução. Este autarca disse discordar da eventual proibição de recuperação de casas, temendo que fiquem em ruínas.

A sua colega e tesoureira Patrícia Moreira também se referiu às restrições que poderão advir do impedimento de reconstruir edifícios em zonas consolidadas, quando o próprio PDM permite construir pelas "modas" das fachadas das casas contíguas.

Carlos Castro chamou ainda a atenção para a existência de um projecto para as Camboas e que as zonas (faixas) de salvaguarda ou protecção poderão inviabilizar.

Perante a discordância de Junta e Câmara quanto a restrições de reconstruções ou colmatação de espaços em zonas consolidadas com construções, como é caso da Av. Ramos Pereira e ruas adjacentes, Pimenta Machado admitiu a possibilidade de construir e aumentar as casas por razões de salubridade ou outras.

Junta de Moledo e Corema discordam de zona de banhos nas rochas

Da parte da Corema, José Gualdino evidenciou a sua discordância (secundado por Joaquim Guardão, presidente da Junta de Freguesia de Moledo) perante a autorização de colocação de um apoio de praia a sul de Moledo, incluído numa nova zona de banhos, num espaço que "colide" com a apanha e secagem do sargaço. Joaquim Guardão referiu que essa zona de banhos ficaria perto de uma zona rochosa, onde é difícil tomar banho, assegurando existir uma alternativa noutro local. Segundo admitiu Pimenta Machado, desconhecia a questão do sargaço.

Joaquim Guardão pediu que se recolocasse o bar da praia do Ínsua Clube junto à estrada, onde se encontram actualmente os contentores do lixo, local em que as ruas 25 de Abril e de Fontela se encontram já infra-estruturadas, o que facilitará a questão da rede de águas.

A Junta de Freguesia de Moledo explicou à APA que quem procedia à limpeza da praia era a Câmara Municipal e não os concessionários, conforme os técnicos dessa agência do ambiente creiam.

Referindo-se as apoios de praia, frisou que apenas aceitariam os que contemplassem casas de banho.

Junta de Âncora pede bom senso

As potencialidades turísticas da zona do Forte do Cão mereceram uma apreciação de António Brás, presidente da Junta de Freguesia de Âncora, pedindo "bom senso" na apreciação de projectos que poderão contribuir para a "dinamização das economias locais".

Contudo, não deixou de anotar que algumas decisões tomadas no passado foram más, apontando o caso do esporão decorrente da obra do Portinho de Vila Praia de Âncora que desviou uma corrente contra a Duna dos Caldeirões, concluindo que "não é só o avanço do mar" que está em causa.

Praia de Afife afectada após construção do molhe

Aliás, o presidente da Junta de Freguesia de Afife assinalou que a própria praia de Afife se ressentiu com a construção do molhe norte do Portinho de Vila Praia de Âncora.

Licenciamentos que vão alterar a paisagem

O único morador do concelho de Caminha presente na sessão, também apreciou o POC. Luís Leyva, residente na zona sul de Moledo, por debaixo da linha do caminho-de-ferro, pediu que houvesse mais cuidado nos licenciamentos pela APA na primeira linha de costa que "vão alterar a paisagem".

Referiu-se a mais um "combóio" em perspectiva, com uma cércea mais alta do que as demais moradias existentes, tendo exibido uma montagem daquilo que foi aprovado, a fim de exemplificar o que vai nascer no local.

Este morador disse que conhecia bem as arremetidas do mar, como sucedeu em 2014, o que "foi um aviso", alertou, embora tivesse anotado que já o tinham avisado de que de 50 em 50 anos o mar chegava até à sua casa.

Rapidez na aprovação de PIP

Em resposta, Pimenta Machado reconheceu que desconhecia o projecto exibido pelo morador, ao passo que outro engenheiro da APA, de apelido Fortuna, disse que o POOC anterior não colocava restrições na área em causa, o que não sucedia agora. Só que o promotor entregou um PIP na Câmara antes do novo PDM ser aprovado e tanto o projecto principal como os de especialidade foram aprovados em tempo recorde.

Entrando também nos esclarecimentos, Guilherme Lagido precisou que a referida construção estava fora das faixas de salvaguarda.

Aposta no repovoamento de praias

Respondendo a António Brás, o vereador caminhense acentuou que nos anos 70/90 a tónica era construir esporões e, como resultado disso, as praias a sul sofriam as consequências, ao passo que nos dias de hoje, a aposta estava no repovoamento das praias com areia.

Pimenta Machado precisou que o actual Governo já investiu 130 milhões de euros na defesa da costa.

Recordou as situações vividas em Moledo e Vila Praia de Âncora em 2014, o que levou a criar uma plano de prevenção e acção neste POC, na perspectiva de que novas situações de risco possam repetir-se.



Prémio "Alto Minho Storytelling": Até 31 de janeiro jovens do Alto Minho podem apresentar novas ideias nas áreas do conto, do vídeo, da media art e da arquitetura e arte pública

"Promover o espírito empresarial orientado para a valorização das indústrias culturais e criativas, incentivando a revelação e promoção de jovens criadores das diferentes áreas artísticas", é a principal aposta da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) ao lançar o "Prémio Alto Minho Storytelling - Novas Ideias, Novos Talentos".

Dirigido a todos os jovens naturais do Alto Minho com idades compreendidas entre os 16 e os 35 anos, o Prémio "Alto Minho Storytelling - Novas Ideias, Novos Talentos", abrange as seguintes áreas de expressão artística:

i) "Conto", tendo por objetivo distinguir propostas de escrita criativa sob a forma de conto inspirado na região do Alto Minho com um mínimo de 5 a 15 páginas;

ii) "Vídeo", onde se pretende reconhecer de vídeo cujo tema central seja a região do Alto Minho, com uma duração máxima de 10 minutos;

iii) Media Art, visando distinguir propostas artísticas produzidas com recurso a novas tecnologias, incluindo a arte interativa, arte generativa, realidade virtual e/ou aumentada, instalações ou performance sonora, visual ou áudio-visual, trabalhos artísticos com recurso a robótica, aplicações móveis, entre outras formas de expressão artística que façam recurso a novas tecnologias;

iv) "Arquitetura e Arte Pública", onde se pretende distinguir propostas de qualificação e valorização criativa de espaços públicos do Alto Minho, criando quer um ambiente favorável à promoção de comunidades inovadoras e criativas, quer oportunidades de dinamização de iniciativas empresariais associadas a indústrias culturais e criativas, bem como atenuar dissonâncias ambientais urbanísticas, criando novos referenciais identitários.

O prazo para a entrega das candidaturas termina no próximo dia 31 de janeiro de 2019 (17h00), devendo para o efeito ser utilizado o website da CIM Alto Minho (www.cim-altominho.pt), no qual se encontra igualmente disponível o regulamento do referido Prémio com todas as informações necessárias à submissão.

A escolha dos vencedores de cada categoria caberá a um Júri integrado por personalidades de reconhecido mérito nas respetivas áreas.

Aos primeiros três classificados em cada categoria será atribuído um prémio pecuniário, respetivamente, no valor de 1500, 750 e 250 euros, procurando-se, assim, incentivar o espírito empresarial dos jovens do Alto Minho orientado para a valorização das indústrias culturais e criativas do Alto Minho.

O Prémio "Alto Minho Storytelling - Novas Ideias, Novos Talentos" é uma iniciativa inserida no projeto "Alto Minho Empreende - Promoção do Empreendedorismo Qualificado e Criativo", aprovado no âmbito do Norte 2020 - Sistemas de Apoio às Ações Coletivas.

Vídeo promocional: https://www.facebook.com/cimaltominho.comunidade/videos/1964618373587871/

CIM Alto Minho



Rota dos Descobrimentos parte de Viana do Castelo
para o Alto Minho

Viana do Castelo foi, nos Descobrimentos, a porta do Alto Minho para o mundo

Há 500 anos, Viana do Castelos foi a porta do Alto Minho para o mundo, graças ao seu porto de mar, que muito influenciou o desenvolvimento da região. No sábado passado, a cidade portuária recuou no tempo para apresentar a Porta dos Descobrimentos do projeto "Alto Minho 4D-Viagem no Tempo".

Uma viagem que nos faz recuar ao século XVI, em pleno período áureo de Viana, no qual, segundo a arquiteta Margarida Valla, "Viana do Castelo vive uma revolução urbana, graças à importância do seu porto de mar e ao investimento de D. Manuel na qualificação e expansão da própria vila". Com esta expansão urbana, explicou a investigadora, "a praça central de Viana passou do Largo da Sé para o Campo do Forno, o terreiro onde se realizava as feiras". Mais tarde, aí se instala uma fonte, a Misericórdia e a Câmara Municipal, que marcam até aos dias de hoje o espaço urbano da cidade de Viana do Castelo.

Também o investigador António Matos Reis, na conferência "Dos Descobrimentos", que decorreu no passado sábado, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, afirmou que a "expansão urbana de Viana foi impulsionada pelos Descobrimentos", uma época que marcou profundamente a história desta localidade e do país, em geral. "Este foi um período marcado pela prosperidade, resultante dos Descobrimentos, que levou à construção de uma série de edifícios e obras, que marcam essa época". No Alto Minho, os concelhos mais beneficiados por esta prosperidade foram Viana do Castelo, Caminha, Arcos de Valdevez e Ponte de Lima. Aliás, segundo Matos Reis, "a maior presença da arte manuelina em Viana do Castelo e Caminha está diretamente ligada à existência de portos de mar, através dos quais afluíam as riquezas provenientes da expansão portuguesa". Além disso, a região beneficia da fronteira terrestre e da vinda de artistas do estrangeiro, nomeadamente de Espanha, que entram no nosso país pelo norte.

"O Alto Minho oferece aos turistas uma riqueza e uma diversidade cultural, mais do que qualquer outra região do país"

Esta viagem no tempo insere-se no projeto da CIM Alto Minho "Alto Minho 4D - Viagem no Tempo", que irá criar 10 rotas cronológicas, desde o megalitismo e arte rupestre até ao contemporâneo. Um trabalho em rede que segundo a vereadora da Cultura do município de Viana do Castelo, Maria José Guerreiro, "só é possível através da união de esforços, que a CIM Alto Minho tem sabido proporcionar". Para a responsável autárquica, a diversidade dos municípios do Alto Minho é enorme: "O que nós temos aqui em Viana do Castelo não é igual ao que têm os concelhos de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Monção ou Melgaço; mas tudo isto faz parte de uma realidade única". Maria José Guerreiro não tem dúvidas que o Alto Minho oferece aos turistas "uma riqueza e uma diversidade cultural, mais do que qualquer outra região do país". E exemplifica com este projeto: "Nós podemos oferecer viagens no tempo, desde os castros até à modernidade. Dentro da nossa diversidade, acabamos por constituir uma unidade muito interessante para quem nos visita", conclui.

A porta física desta viagem estará pronta até ao final do próximo ano e a de Viana do Castelo ficará instalada em pleno centro histórico, no edifício do antigo hospital. Segundo a vereadora da Cultura, a estação do tempo proporcionará uma viagem interativa de grande valor pedagógico e didático, adaptada às novas gerações e que, além dos turistas, irá permitir "aproximar ainda mais a população da realidade local", dando a conhecer partes da história muitas vezes desconhecida.

Também com o objetivo de dar a conhecer a região do Alto Minho, o projeto da Viagem no Tempo integra o ciclo "Sketching com História". No sábado, em Viana do Castelo, mais de três dezenas de sketchers urbanos percorreram a cidade-mar à descoberta de segredos por revelar. Para Maria Freitas, que veio do Porto, a vertente marítima do mar e o rio foi a eleita para retratar Viana do Castelo. Já Eduardo Salavisa, dos Urban Sketchers Portugal, que veio de Lisboa, explica que no Alto Minho "qualquer esquina dá um bom desenho".

Para Viana, Eduardo Salavisa retratou a sua imagem preferida: "a cidade, mas sempre com o monte e a catedral de Santa Luzia lá em cima".

Pedro Alegria, dos Urban Sketchers Portugal Norte, e coordenador da iniciativa, explicou que, no final dos 10 concelhos, será editado um livro com 100 desenhos, que dará ainda lugar a uma exposição itinerante. O urban skecher defende que o desenho é uma forma diferente e original de promover a região do Alto Minho. "O desenho tem algo em si do skecther, ele representa a forma como a pessoa que desenhou viu a realidade, aquilo que ela captou e que lhe chamou a atenção". Em termos de técnicas, estas passam, essencialmente, pela aguarela, lápis de grafite e caneta.

Ainda no sábado, no período da tarde, teve lugar uma visita performativa, com uma viagem no tempo à época dos Descobrimentos, dinamizada pelas Comédias do Minho e Teatro do Noroeste, que contou com a participação da comunidade local de Ribeira de Viana.

O projeto "Alto Minho 4D - Viagem no Tempo", que foi aprovado no Programa Operacional Regional do Norte - Norte 2020, no domínio do "Património Cultural", viaja no dia 8 do próximo mês até Arcos de Valdevez, com a Porta do Barroco.

CIM Alto Minho



1º FÓRUM REGIONAL DE DIRIGENTES DA REGIÃO ESCUTISTA

180 Dirigentes da Região Escutista de Viana do Castelo, representando 23 Agrupamentos, estiveram presentes no passado dia 17 de Novembro no Centro Pastoral Paulo VI em Viana do Castelo, para debater várias temáticas relacionadas com o atual estado da Formação dos Dirigentes da Região.

Divididos em vários painéis temáticos, os participantes tiveram a oportunidade de abordar os últimos 10 anos de Formação Inicial na Região, um tema moderado pelo Diretor de Formação da Região de Viana do Castelo, Abílio Silva, e que contou com a participação do Chefe Regional de Viana do Castelo, Manuel Vitorino e do antigo Chefe Nacional do CNE, Carlos Alberto Pereira. Por outro lado, no Painel subordinado ao tema "Os fascínios da sociedade atual e o afastamento do Movimento Escutista", o Chefe Nacional Adjunto Joaquim Freitas, convidou o Sociólogo e antigo Chefe Regional José Miguelote e o membro da Equipa Nacional de Coordenação Pedagógica do CNE, Paulo Pinto a abordarem esta temática dirigida, sobretudo, aos Dirigentes que trabalham com Pioneiros e Caminheiros.

De seguida, iniciou-se o Painel que procurou apurar as principais necessidades formativas dos Dirigentes, contando com a participação do Secretário Regional para a Qualificação dos Agrupamentos, Vitor Lima e da Secretária Nacional de Adultos do CNE, Susana Fonseca, moderados pela Formadora do CNE Isabel Braga.

Durante a tarde e já com a presença do Chefe Nacional Ivo Faria, o investigador do Instituto de Educação da Universidade do Minho José Augusto Palhares, apresentou alguns dos "Desafios à formação dos adultos-dirigentes no CNE", abordando os temas mais prementes quanto à educação e aprendizagem ao longo da vida no movimento escutista, impulsionando o debate entre os intervenientes dos vários painéis e os dirigentes presentes no Fórum.

O balanço final deste Fórum foi, quer para a organização como para os intervenientes e participantes, muito positivo face ao interesse demonstrado nos temas em debate, à partilha de conhecimentos e à troca de opiniões entre todos, ficando em aberto a possibilidade da realização de futuras edições.

O Fórum Regional de Dirigentes foi uma iniciativa promovida pela Secretaria Regional para a Qualificação dos Agrupamentos e pela Junta Regional de Viana do Castelo para todos os dirigentes e Candidatos a Dirigente da Região Escutista de Viana do Castelo.

Região Escutista de Viana do Castelo



GNR: Atividade operacional semanal

O Comando Territorial de Viana do Castelo levou a efeito um conjunto de operações, no distrito de Viana do Castelo, na semana de 12 a 18 de novembro, que visaram a prevenção e o combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

1. Detenções: Oito detidos em flagrante delito:
" Sete por condução sob efeito do álcool;
" Um por violência doméstica contra cônjuge ou análogos.

2. Apreensões: Duas doses de liamba.

3. Trânsito:

Fiscalização: 350 infrações detetadas, destacando-se:
" 242 por excesso de velocidade;
" 31 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
" 20 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
" 19 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
" 15 por falta de inspeção periódica obrigatória;
" Oito relacionadas com iluminação e sinalização.

Sinistralidade: 59 acidentes registados, destacando-se:
" Dois mortos
" Um ferido grave;
" 17 feridos leves.

4. Fiscalização Geral: 14 autos de contraordenação:
" Seis no âmbito da legislação da proteção da natureza e do ambiente;
" Cinco no âmbito da legislação fiscal e aduaneira;
" Duas no âmbito da legislação policial;
" Uma no âmbito do consumo de estupefacientes.

5. Ações de sensibilização: Duas no âmbito escolar, tendo sido sensibilizados 82 alunos;

GNR de Viana do Castelo


Edições C@2000
Do Coura se fez luz. Hidroeletricidade, iluminação pública e política no Alto Minho (1906-1960)"
Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000/Afrontamento
Apoiado pela Fundação EDP

Da Monarquia à República no Concelho de Caminha
Crónica Política (1906 - 1913)

Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


O Estado Novo e outros sonetos políticos satíricos do poeta caminhense Júlio Baptista (1882 - 1961)

Organização e estudo biográfico do autor por Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


Rota dos Lagares de Azeite do Rio Âncora

Autor: Joaquim Vasconcelos
Edição: C@2000


Memórias da Serra d'Arga
Autor: Domingos Cerejeira
Edição: C@2000

Outras Edições Regionais