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TRIBUNA
Espaço reservado à opinião do leitor

PARA ONDE CAMINHAS SNS? (II)

Ao longo destes últimos anos, têm sido frequentes e permanentes, questões relacionadas com a "SAÚDE" e a vitalidade, respostas, capacidades e desinvestimento do/no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O poder político, que é quem decide, usa e abusa, nas campanhas eleitorais, utilizando, o SNS para deixar muitas ideias e promessas com vista à conquista do poder governativo. Mas quando lá chega, esquece-se!

O SNS é uma inquestionável conquista da democracia e do nosso país. Não há dúvida!

De acordo com a Constituição da República Portuguesa, o direito à proteção da saúde é realizado e promovido num serviço nacional de saúde universal, geral e, tendencialmente gratuito. Se não fosse este firme pilar da Constituição, onde já ia o SNS?

São muitos os casos que vêm sendo registados:
" Listas de espera de várias especialidades, sempre a aumentar;
" Condições de acesso e permanência em Serviços de Urgência, degradantes ao ser humano;
" Más condições de trabalho para os profissionais;
" Falta de material de consumo clínico;
" Falta de roupa e produtos de hotelaria, nos serviços hospitalares;
" Etc. etc. etc….

É por demais evidente e notório, o desinvestimento no SNS. Mas apesar do desinvestimento, temos ainda coisas boas:
" Profissionais de saúde, altamente qualificados, dedicados ao SNS e disputados por outros países;
" Apesar do baixo investimento no SNS, indicadores iguais e até superiores aos da OCDE;

Mas interessa perguntar, que SNS queremos? E o porquê desta pergunta, é simples! Porque sempre que ouvimos falar do SNS, quando há programas temáticos de televisão sobre o SNS, painéis de discussão publica do SNS, a maior parte do tempo é ocupado com hospitais, internamentos, listas de espera em hospitais, taxas de ocupação de camas, etc.

E os Cuidados de Saúde Primários? Convém lembrar, que a base e a porta de entrada no SNS, são os Cuidados Primários. E depois, terminada a intervenção diferenciada quando disso há necessidade, dentro do mesmo SNS, os utentes/doentes, voltam outra vez aos Cuidados Primários.

Quanto ao SNS, transcrevo a alínea b) do nº 2 do artº. 64 da Constituição da República, que diz: "Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável." No fundo a essência de uma saúde pública, que deve ser e, em parte é, protagonizada pelos Cuidados de Saúde Primários, hoje com melhores condições estruturais e de recursos humanos, do que no passado, mas muito aquém das reais necessidades de resposta para a eficácia, eficiência e equidade dos cuidados.

É aberrante a realidade e o que vamos vendo e ouvindo nas rádios e televisões, com a má preparação das temáticas, por parte de comentadores e jornalistas, sobre o SNS. Os ENFERMEIROS PORTUGUESES precisam de dizer bem alto que o SNS não é só hospitais. E que os ENFERMEIROS têm inúmeras responsabilidades, desenvolvem projectos e actividades e, fazem consultas nas Unidades de Saúde Familiar (USF), nas Unidades de Cuidados na Comunidade (UCC), nas Equipas de Cuidados Continuados Integrados (ECCI), nas Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) e nas Unidades de Saúde Pública (USP).

Relativamente ao que diz o Senhor Ministro da Saúde, Prof. Doutor Adalberto Campos Fernandes e o Senhor Primeiro Ministro Dr. António Costa, de que está tudo bem no âmbito da Saúde, permitam-me perguntar:
" Então as demissões nas direções de serviço são falsas?
" O encerramento das camas nos hospitais, é mentira?
" O que dizem as Ordem dos Enfermeiros, dos Médicos e dos Farmacêuticos, é mentira?
" As dívidas dos Hospitais, e o endividamento diário, são irreais?
" As inúmeras horas por pagar aos ENFERMEIROS PORTUGUESES, são mentira?
" E exaustão e o burnout de Enfermeiros, entre outros Profissionais, são mentira?
" Dívidas aos fornecedores, são mentira?
" Materiais e tecnologia de exame e diagnóstico e aparelhos de electromedicina, obsoletos.

Veja-se ao que se chegou, quando o Senhor Bastonário da Ordem dos Médicos, diz que o Ministro da Saúde faltou à verdade e exigiu um pedido de desculpa aos profissionais da urgência do Hospital São José que pediram a demissão, garantindo que a carta foi assinada por 16 chefes de serviço!

Como Enfermeiro, pedir a Todos os Enfermeiros Chefes e supervisores que assumam as suas responsabilidades e obrigações como Chefes, em defesa das suas Equipas, da verdade e da sua classe profissional a que pertencem. Pedir a Todos os Colegas que não tenham medo de manifestar estes degredos que vivemos nos serviços. Estamos ao serviço da Vida! As pessoas têm o direito de ser tratadas com respeito e dignidade em todo o seu ciclo vital, particularmente, quando doentes.

Um apelo à Ordem dos Enfermeiros para agir disciplinarmente, junto das Chefias de Enfermagem, que façam coação junto dos ENFERMEIROS, nos próprios serviços. Novamente à Ordem dos Enfermeiros e a todos os Sindicatos, que tomem posições públicas, perante esta destruição e desinvestimento no SNS.

Aos doentes e Famílias, não deixem de exigir o melhor atendimento, a melhor acomodação e o melhor internamento.

Se não houver respeito pelo ser humano, pela dignidade das pessoas doentes, não há Lei de Bases da Saúde que resista ou que se imponha!

Aos ENFERMEIROS PORTUGUESES, um pedido de união, para a luta e batalha que nos espera, na exigência da dignificação do nosso trabalho, através de uma carreira estruturada, com uma grelha salarial adequada às nossas formações, responsabilidades, desgaste físico, psíquico e emocional.
Tenhamos como foco que: JUNTOS SOMOS MAIS FORTES, assim o queiramos!

Humberto Domingues (Enfº. Especialista Saúde Comunitária)



OS TEUS AMIGOS, FRANCISCO, ONDE ESTÃO?

Onde estão os teus amigos do peito,
Que te pediam favores, até lugares?
Te convidavam pra festas, jantares.
quando teu valor dava algum jeito?

Onde estão aqueles teus amigos,
Que te batiam nas costas, cretinos!!!
Que se esqueceram de ti. Meninos,
Sem carácter, pobres, uns mendigos!

Amigos da Confraria, onde estais?
Olhai para este Confrade, tão doente
Num Lar, nos Arcos, em solidão!!!

Amigos do Francisco, escutai bem!
O vosso silêncio é vil, indecente.
Só me esta uma palavra: Desdém!

Antero Sampaio



Ambrósio, apetece-me algo…

Lembram-se daquele beldade loira, de capelina amarela, que por altura do Natal invadia os écrans de televisão com indirectas ao motorista muito apessoado? Apetecia-lhe algo e o motorista galã satisfazia-lhe os desejos com bombons ferrero rocher! Se eu fosse a dona da capelina recusava-os e exigia sem indirectas oblíquas aqueles com uma ginja dentro. São mais saborosos! O Ambrósio desta vez nem esperou pelo Natal para sugerir guloseimas. Em pleno verão eufemístico fez a sua aparição em grande estilo, não nos écrans, mas no Face.

Com grande cabeleira ondulada e olhos de louco foi apresentado como cientista astro-físico, de grande valor intelectual, a quem Portugal não valorizava, em detrimento dos maiores do desporto rei. Ora aqui a velhota que tem o defeito de acreditar nas pessoas e nos factos sem cuidar de se assegurar da veracidade que se impõe para não se cair em enganos, resolveu partilhar nos grupos a que pertence a notícia que a sensibilizou. Achou que estava a cumprir um dever cívico. Os amigos reais ou virtuais certamente partilhariam a notícia e daí a pouco tempo o Portugal faceboquiano faria justiça ao cientista desvalorizado e concluiria que há mais Ambrósios para além do motorista dos bombons.

Perto da meia noite abri o computador e o Ambrósio ganhou gigas e gigas por essas ondas fora. Na manhã seguinte, ouvi gargalhadas de dezoito anos a saírem do quarto da minha neta Rita :- " Ó vó, agora partilhas fotos de artistas pornográficos? Este Ambrósio é espanhol e dedica-se à indústria cinematográfica de pornografia… " Devia ter feito ar de criança apanhada a roubar gomas ao colega de carteira porque ela sossegou-me de imediato: " Não te preocupes que é normal as pessoas partilharem estas coisas… " Nem procurei ser convincente nos meus protestos de inocência e agradeci à vida ter netos tão compreensivos e amigos.

Abri o computador. Até o meu irmão mandava cumprimentos para o Ambrósio! Senti-me realmente burra por ter confundido os Ambrósios e pedi desculpa aos amigos do Face por involuntariamente os ter feito parecer, que comiam gelados com a testa como um faceboquiano me classificou.

A razão de vir trazer este episódio para as Letras faladas? É um aviso à navegação, literalmente falando: " estejam atentos, não se deixem ludibriar como eu. É que no melhor pano cai a nódoa e o meu que não tem grande qualidade, de vez em quando absorve cada nódoa… a não ser que tenham a sorte de terem ao vosso lado a cumplicidade de uma Rita.

Ainda dizem que a miúda é arrogante e de nariz empinado… são defesas, senhores!

Zita Leal



Confiança. Segurança. Felicidade.

A infelicidade humana será um estado de espírito que, em última análise, afeta, gravemente, a produtividade de quem sofre deste mal e reflete-se, certamente, na competitividade das instituições empresarias, públicas e privadas, nas associações de vária natureza e fins, porque a motivação para o trabalho profissional, e para a intervenção cívica, praticamente, desaparecem. As pessoas perdem a Confiança nos seus dirigentes, em si próprias e no futuro.

Com efeito: "A Confiança é reconhecida como um fenómeno emocional que predispõe as pessoas a se entregar e se abrir para trocas, o que fomenta a cooperação e a transferência do saber, encoraja-as a dizer o que pensam e experimentar sem medo de ser punidas, o que favorece a inovação; derruba barreiras defensivas e colabora com o fluir da organização. Ela pode ser a chave para navegar através da complexidade e incerteza de novos cenários organizacionais." (NAVARRO & GASALLA, 2007:67).

Admite-se que a pessoa confiante, nas suas capacidades, nos seus projetos, nos seus princípios, valores e sentimentos, tem mais possibilidade de sucesso e, correlativamente, ainda que numa atitude relativamente materialista, ser mais feliz, porque de contrário, se pensar que é infeliz, perde a Confiança e isso pode provocar consequências negativas para as organizações, tais como: "Apatia e desinteresse; alto nível de absentismo; aumento do número de acidentes; pouca integração e cooperação entre áreas e pessoas; aumento da resistência às mudanças; pouca lealdade para com a chefia e empresa; imagem negativa interna e externa." (RESENDE, 2000:133).

A pessoa verdadeiramente humana torna-se tanto mais confiante quanto mais Segurança sente nas diversas dimensões da sua vida: pessoal, familiar, profissional, associativa, social e axiológica. É claro que Confiança gera Segurança e Felicidade, mas para que tal aconteça é importante o domínio, mais ou menos profundo, de conhecimentos e possuir experiência de vida, através do estudo, do trabalho e da formação ao longo de toda a existência.

Em boa hora foi decidido, por exemplo, incorporar no Código do Trabalho Português a obrigatoriedade de formação profissional que estabelece: "No âmbito da formação contínua, o empregador deve: Promover o desenvolvimento e a adequação da qualificação do trabalhador, tendo em vista melhorar a sua empregabilidade e aumentar a produtividade e a competitividade da empresa; (…) O trabalhador tem direito, em cada ano, a um número mínimo de trinta e cinco horas de formação contínua, ou sendo contratado a termo por um período igual ou superior a três meses, um número mínimo de horas proporcional à duração do contrato nesse ano." (Código do Trabalho, Artº 131º, in: CUNHA, et. al., 2010:390-391).

As três vertentes humanas, em título: Confiança. Segurança. Felicidade, que também se podem equiparar a um estado de espírito, muito propício ao sucesso, não sendo as únicas, constituem um bom princípio para ter uma vida excelente que, por sua vez, abre portas para novas e melhores oportunidades, nos vários contextos em que a pessoa está envolvida na sociedade. Aqui chegada, toda a pessoa tem fortes possibilidades de assumir cargos mais importantes, com mais responsabilidades, mas também com estatuto sócioprofissional e remuneratório muito mais aliciante.

Numa linha de ascensão profissional é desejado, pela maior parte dos trabalhadores, atingir a categoria máxima possível, dentro da organização, designadamente a de líder, responsável por um determinado departamento, chefiando a/s respetiva/s equipa/s de trabalho. Ora, um primeiro passo para ganhar a Confiança dos seus superiores, colegas e subordinados é ter Humildade.

Pode-se aceitar que a Humildade é uma: "Atitude associada à competência cumplicidade. Infelizmente, é muito comum encontrar profissionais pouco maduros, que relacionam humildade com debilidade, quando na verdade a humildade tem mais a ver com fortaleza de caráter. Numa organização a atitude de humildade implica assumir os próprios erros, reconhecer dificuldades e compartilhar sentimentos." (NAVARRO & GASALLA, 2007:79).

Acredita-se que a Humildade fortalece a Confiança, a Segurança e a Felicidade, porque ela implica uma exposição reveladora de uma autoavaliação que transmite aos colaboradores a falibilidade da pessoa e dos sistemas e, portanto, ninguém é perfeito, absoluto e insubstituível, bem pelo contrário.

Com esta atitude de Humildade, que se pretende verdadeira (o excesso de humildade pode assemelhar-se à vaidade encapuzada), fica-se mais próximo da sociedade complexa onde os erros humanos grassam nas pessoas e nas instituições, porém, nem sempre assumidos por quem os pratica.

Confiança e Segurança são duas poderosas alavancas para um progresso sustentável: quer na vida pessoal, familiar social e profissional; quer noutros domínios da intervenção humana na sociedade, designadamente na política e na religião, mas é preciso demonstrar, não só pela retórica, mas, principalmente, pela práxis, de que estamos confiantes e seguros para assumir determinadas responsabilidades.

Tem-se por adquirido que: "Um dos principais desejos das pessoas no trabalho é poder mostrar seus conhecimentos, aptidões, habilidades e competências ainda que nem sempre saibam manifestar isto, clara e completamente para suas chefias e lideranças. Estas, por sua vez, não possuem o preparo necessário para lidar de forma mais ampla e eficaz com aptidões, habilidades e competências dos seus comandados. A consequência inevitável disto é que as pessoas se sentirão frustradas e nunca - se a situação não mudar - estarão plenamente satisfeitas em relação à execução das suas tarefas." (RESENDE, 2000:136).

E se a Confiança e Segurança se vão adquirindo ao longo da vida, pelo estudo, trabalho e experiência, também é verdade que a sociedade, as organizações e as pessoas, estas individualmente consideradas, nos possibilitem as oportunidades para demonstrarmos do que somos capazes, porque de contrário nunca sairemos do "anonimato", ou seja: terá sempre de haver uma primeira vez, a partir da qual, e caso a nossa intervenção seja positiva, iniciarmos, com Confiança e Segurança, novas atividades.

A autoconfiança, a autossegurança e a Felicidade social conquistam-se paulatinamente, testam-se frequentemente e acabam por ser reconhecidas pela sociedade, todavia, é muito perigoso qualquer excesso daquelas atitudes, porque pode conduzir à exacerbação da própria autoestima, manifestada em egocentrismo, narcisismo e vaidade despropositada que, por sua vez, levam, muitas vezes, à arrogância, ao orgulho e ambição desmedida, enfim, à prepotência e subjugação dos mais fracos.

Ao longo da vida podem demonstrar-se e exercer-se, honesta e solidariamente, várias atitudes, que geram Confiança, Segurança e Felicidade, não só em nós próprios como nas outras pessoas, e isso é muito importante e positivo, quaisquer que sejam as nossas atividades sociais, profissionais e cívicas.

A título de informação, invoque-se, por exemplo, a Generosidade. Na verdade: "A generosidade com as pessoas nos faz perceber as suas limitações, tolerar as suas dificuldades e ter paciência com o seu ritmo de crescimento; nos faz aceitar o outro como legítimo outro, o que é uma forma de amor. Se queremos receber algo do próximo, devemos primeiramente dar-lhe algo. É pena que tão frequentemente o orgulho e as razões do ego nos impeçam de fazê-lo." (NAVARRO & GASALLA, 2007:79).

Efetivamente, ao sermos generosos, estamos a revelar ao nosso semelhante: que nos preocupamos com o seu bem-estar; que desejamos para ele uma vida melhor; que viveremos sempre do seu lado, nas mais difíceis circunstâncias da vida; que ele pode contar connosco, com os nossos valores e sentimentos; com as nossas virtudes e qualidades, mas também com os nossos defeitos, erros e imperfeições; que estamos disponíveis para suportar o infortúnio e partilhar a felicidade. A nossa generosidade não terá limites e este comportamento, seguramente, vai gerar Confiança, abertura, entrega e cooperação recíprocas.

Portanto, a Confiança, a Segurança e a Felicidade, constituem um primeiro tripé para o sucesso pessoal e, nesse sentido, é crucial abrirmo-nos aos outros, àqueles em quem realmente confiamos, que nós sabemos que têm igual comportamento connosco, porque a partilha de ideias, aspirações, desilusões, sofrimentos, desgostos, mas também de alegrias e felicidade, torna-nos mais fortes, mais motivados para concretizar projetos e dividir sucessos.

Realmente: "Se confiar é uma utopia, bendita seja. Por ela vale a pena fazer esforços e correr algum risco. A recompensa, afinal, é um mundo melhor. Mas, como qualquer outra coisa na vida, a confiança será um tema importante desde que cada um creia nisso. Eis o caminho: ir buscando e encontrando os benefícios que nos incentivam a confiar cada vez mais uns nos outros." (Ibid.:114).

É claro, numa perspetiva cética ou, se se preferir, de grande prudência, admitir-se que há certos setores em que confiar nos outros é muito perigoso, e desde já talvez não seja pejorativo apontar o mundo dos negócios, a atividade política, o envolvimento em concursos com determinados objetivos: um emprego, uma adjudicação de um trabalho, eventualmente, pormenores da vida mais íntima, aqui no contexto de um relacionamento pessoal que, não sendo bem aceite pela sociedade será, porventura, do agrado e em consonância com valores, sentimentos e emoções muito profundos, entre duas pessoas.

No limite, é necessário analisar bem em quem podemos confiar, que tipo de assuntos, acontecimentos e projetos poderemos realmente confessar, salvaguardando-se sempre a solidariedade, a amizade, a lealdade, a consideração e a gratidão para com as pessoas que já revelaram confiar em nós.

Em relação a estas, será do mais elementar bom-senso e justa retribuição que a elas confiemos, igualmente, tudo o que nos faz bem partilhar, que ajuda a consolidar a nossa Confiança, Segurança e Felicidade.

Bibliografia

CUNHA, Miguel Pina, et al., (2010). Manual de Gestão de Pessoas e do Capital Humano. 2ª Edição. Lisboa: Edições Sílabo, Ld.ª.

NAVARRO, Leila e GASALLA, José Maria, (2007). Confiança. A Chave para o Sucesso Pessoal e Empresarial. Adaptação do Texto por Marisa Antunes. s.l., Tipografia Lousanense.

RESENDE, Enio, (2000). O Livro das Competências. Desenvolvimento das Competências: A melhor Auto-Ajuda para Pessoas, Organizações e Sociedade. Rio de Janeiro: Qualitymark.

Diamantino Bártolo


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