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Semanário - Director: Luís Almeida

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PONTE DO MOURO MEDIEVAL - RECRIAÇÃO HISTÓRICA DO ENCONTRO DE D. JOÃO I E O DUQUE DE LENCASTRE EM 1386

Dias 11 e 12 de junho. Empresa especializada na realização de eventos medievais e meia centena de populares vão assinalar o 630º aniversário do encontro de D. João I e o Duque de Lencastre em 1386, em Ponte do Mouro, Barbeita/Ceivães, com a recriação histórica daquele encontro que definiu as condições de cooperação militar entre os dois países e estabeleceu os pormenores do casamento entre o monarca português e D. Filipa de Lencastre, filha do Duque. No dia 10, o Cine Teatro João Verde recebe um ciclo de conferências sobre o tema.

Nos dias 11 e 12 de Junho, realiza-se em Ponte do Mouro, Barbeita/Ceivães, a Recriação Histórica do Encontro de D. João l e o Duque de Lencastre em 1386. Denominada Ponte do Mouro Medieval, a iniciativa consta de um conjunto de atividades alusivas à época promovidas por uma empresa especializada com a colaboração de meia centena de pessoas das duas freguesias e elementos da associação Buraca da Moura.

Em Ponte do Mouro, estabeleceram-se as condições de cooperação militar entre os dois países, acertando-se os pormenores do casamento entre o Rei D. João I e D. Filipa de Lencastre, filha do Duque. Os visitantes poderão apreciar e viver todo o contexto histórico da época, participando nas animações/recriações e degustando sabores tradicionais.

Nestes dois dias, Ponte do Mouro, lugar das freguesias de Barbeita e Ceivães, recebe várias recriações medievais alusivas àquele período histórico: música e danças da época, torneios, animadores de rua, espetáculos de fogo, falcoaria, cânticos à capela, demonstrações de ofícios e mercado medieval.

Do programa, diverso, apelativo e fiel à época, destaque para a ceia medieval, sábado à noite, 21h00, e para o encontro do Rei D. João I com o Duque de Lencastre, onde definiram a parceria militar e os pormenores do casamento, domingo à tarde, 15h00.

O dia anterior, 10 de junho, feriado nacional, é dedicado a um ciclo de conferências no Cine Teatro João Verde que decorrerá após a sessão de abertura, pelas 16h00, com intervenções de Augusto de Oliveira Domingues, Presidente da Câmara Municipal de Monção, António Ponte, Diretor Regional da Cultura do Norte, e Sandra Vieites, da organização do Ponte do Mouro Medieval

Com moderação de José Emílio Moreira, anterior presidente da Câmara Municipal de Monção, estão previstas três comunicações: "Génese e contexto histórico da aliança anglo-portuguesa de 1386", pelo Prof. Dr. Luis Adão da Fonseca, "O encontro de D. João I e o Duque de Lencastre - Ponte do Mouro", pelo Drº Alberto Antunes de Abreu, e "Plano de pormenor de salvaguarda e valorização da Ponte do Mouro", pela Drª Odete Barra.

Presença de D. Duarte Pio, Duque de Bragança

D. Duarte Pio, Duque de Bragança, já confirmou presença. Em conjunto com o Marques do Lavradio, D. Jaime d `Almeida, marcará presença num jantar solidário no Hotel Rural Convento dos Capuchos, na sexta-feira, pelas 20h30, e presidirá à abertura do Mercado Medieval, no sábado, pelas 15h00, o qual englobara descerramento de placa comemorativa da efeméride.

Nessa manhã, pelas 10h30, será recebido no Museu do Alvarinho pelo autarca monçanense, Augusto de Oliveira Domingues, seguindo-se saudação efetuada pelos antigos combatentes do ultramar e deposição de coroa de flores no monumento situado na Praça Deu-la-Deu Martins.

Municipio de Monção



MUSEU DO ALVARINHO DISTINGUIDO COM PRÉMIO NACIONAL DE MUSEOLOGIA

Com pouco mais de um ano de existência, a Associação Portuguesa de Museologia considerou o Museu do Alvarinho como um dos três melhores no país na categoria "Coleção visitável". Um orgulho para todos os monçanenses.

O Museu do Alvarinho foi distinguido pela Associação Portuguesa de Museologia com um dos prémios nacionais de museologia 2016: Prémio Coleção Visitável. A cerimónia de entrega de prémios decorreu na passada sexta-feira, no Museu do Dinheiro, em Lisboa, tendo contado com a presença da Vice-Presidente da Câmara Municipal de Monção, Conceição Soares.

Congratulando-se com a distinção, Conceição Soares revela que o reconhecimento do Museu do Alvarinho no contexto nacional é sinal que o objetivo de promoção do município, assente na criação de locais visitáveis, é o caminho correto para a preservação do património construído e fortalecimento da nossa identidade cultural.

"Em pouco mais de um ano, o Museu do Alvarinho tornou-se uma referência no território nacional, destacando-se pela qualidade expositiva, capacidade interativa e afluência de público" adianta Conceição Soares, frisando: "Este reconhecimento sabe bem porque evidencia, com clareza, que a nossa estratégia está certa".

Os prémios nacionais de museologia tem como finalidade distinguir a imaginação e criatividade dos museus portugueses, bem como o seu contributo efetivo na melhoria da qualidade daqueles espaços. Constitui também uma forma de garantir mais visibilidade ao que de melhor se faz em Portugal no âmbito da museologia.

Promovidos pela Associação Portuguesa de Museologia, dividem-se em várias categorias. A saber: melhor museu português, melhor exposição, melhor incorporação (depósito, doação e aquisição), melhor intervenção em conservação e restauro, melhor projeto internacional, melhor coleção visitável, melhor estudo sobre museologia e melhor trabalho jornalístico.

Museu do Alvarinho inaugurado a 28 de fevereiro de 2015

O Museu do Alvarinho, localizado na Casa do Curro, imóvel do século XVII, foi inaugurado no dia 28 de fevereiro do último ano, contabilizando, no primeiro ano de vida, a visita de cerca de 12 mil pessoas de diferentes idades e nacionalidades. Sensivelmente 25 por cento dos visitantes foram estrangeiros.

Com um investimento próximo dos 150 mil euros com comparticipação PRODER de 90 mil euros, o Museu do Alvarinho assume-se, cada vez mais, como um espaço de promoção e degustação daquele produto demarcado e singular com elevada importância na economia de muitas famílias monçanenses.

Distribuído por diferentes áreas, este espaço proporciona aos visitantes uma autêntica viagem pelo mundo deste famoso néctar, disponibilizando informação sobre a origem, evolução e empresas dedicadas à produção deste verdadeiro suporte da identidade cultural e histórica do concelho.

As empresas de Vinho Alvarinho com produto rotulado, tantas e tantas vezes premiadas em concursos nacionais e internacionais, encontram neste espaço "uma porta de acesso" para a valorização dos seus produtos, bem como um "ponto de encontro" para provas comentadas, encontros promocionais e estabelecimento de parcerias negociais.

Municipio de Monção



NÚCLEO MUSEOLÓGICO TORRE DE LAPELA RECEBEU 158 VISITANTES NO PRIMEIRO FIM DE SEMANA ABERTO AO PÚBLICO

86 cidadãos nacionais e 72 estrangeiros. Números oficiais de afluência de público no primeiro fim de semana. Com entrada gratuita, nova valência cultural permanecerá aberta, até finais de setembro, no seguinte horário: sexta-feira (14h00/19h00) e sábados e domingos (10h00/12h30 e 14h00/19h00).

Inaugurado no dia 27 de maio, o Núcleo Museológico Torre de Lapela assume-se como mais um valioso cartão-de-visita cultural e turístico do concelho de Monção. Este fim de semana abriu ao público pela primeira vez, tendo recebido a visita de 158 pessoas, 86 nacionais e 72 estrangeiros.

Com entrada gratuita, o novo equipamento cultural permanecerá aberto, até finais de setembro, no seguinte horário: sexta-feira (14h00/19h00) e sábados e domingos (10h00/12h30 e 14h00/19h00).

A Torre de Menagem de Lapela, conhecida como a melhor varanda sobre o rio Minho agora batizada como Núcleo Museológico Torre de Lapela, mantem a sua postura imponente e mostra uma silhueta mais atraente, garantindo um maior contacto com a história local e uma paisagem deslumbrante sobre o rio Minho, casario tradicional de Lapela e margem galega.

A nova valência turística do concelho de Monção englobou a restauração da torre de menagem, a beneficiação do pavimento envolvente e a valorização dos canastros existentes. No total, cerca de 70 mil euros financiados no âmbito do "QREN - Valorização e Qualificação Ambiental - Eixo III - Património Cultural".

Para o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, o Núcleo Museológico Tore de Lapela reforça a aposta empenhada e responsável do atual executivo na efetivação da estratégia municipal assente na valorização do património construído e na revitalização da memória coletiva dos monçanenses.

Imóvel classificado como monumento nacional desde 23 de junho de 1910, a Torre de Menagem de Lapela constitui uma edificação com elevado significado histórico-cultural e um apelativo enquadramento sobre a envolvente fluvial e paisagística.

Neste edifício carregado de histórias e memórias, pretendeu-se, através desta intervenção, a criação de uma imagem renovada de todo o interior, criando-se um espaço funcional para os visitantes e mais um elemento de promoção cultural do concelho, desta vez, debruçado sobre o troço internacional do rio Minho.

Municipio de Monção

Edições C@2000
Do Coura se fez luz. Hidroeletricidade, iluminação pública e política no Alto Minho (1906-1960)"
Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000/Afrontamento
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Da Monarquia à República no Concelho de Caminha
Crónica Política (1906 - 1913)

Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


O Estado Novo e outros sonetos políticos satíricos do poeta caminhense Júlio Baptista (1882 - 1961)

Organização e estudo biográfico do autor por Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


Rota dos Lagares de Azeite do Rio Âncora

Autor: Joaquim Vasconcelos
Edição: C@2000


Memórias da Serra d'Arga
Autor: Domingos Cerejeira
Edição: C@2000

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