Uma exposição colectiva integrada em duas instituições (a Conita e a Criam, brasileira), está patente na Galeria Guntilanis.
A primeira, o Conselho Internacional de Académicos das Ciências, Letras e das Artes, congrega artistas portugueses e, o Grupo de Teatro Contemporâneo do Brasil os de outros países.
São 350 artistas de cada um dos grupos, alguns deles representados na exposição colectiva patente na Guntilanis até 12 de Julho.
Quim Molinero coordena esta mostra e representa um colectivo de mais 14.000 elementos de toda a Europa, entre artistas plásticos e escritores de todo o mundo.
Veio até Vila Praia de Âncora expor trabalhos de 87 artistas, atendendo aos laços de amizade que o unem a Mário Rebelo de Sousa, um pintor ancorense, seu colega de artes. São, ao todo, 73 participantes (55 artistas plásticos e 18 escritores) da lusofonia.
Estabeleceram um protocolo de "participação e divulgação das artes por este país", a única forma de ultrapassarem a indiferença dos poderes políticos que "nos desprezam", assinalou.
Acrílico, óleo, aguarela, gravura, técnica mista, fotografia e escultura compõem um conjunto de técnicas que os autores apresentam, sem que "fiquem amarrados a uma única técnica", esclareceu Quim Molinero, de modo a "garantir uma liberdade de expressão" - "o que é importante", sublinhou no dia da inauguração.