Apresentação de Contos de amor e desamor na Feira do Livro de Lisboa

A Feira do Livro de Lisboa é um ex-libris clássico da capital lisboeta que se realiza há 82 anos, sendo o acontecimento cultural mais relevante a nível literário onde desfilam escritores portugueses e estrangeiros e todo o tipo de livros: ficção, ciência, poesia, gastronomia, viagens etc.
A par dos livros fazem-se conferências, espectáculos, havendo a preocupação por parte da APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) de ano para ano, de trazer mais e melhor animação o que faz com que durante três semanas o Parque Eduardo VII seja o local mais concorrido da cidade.
No dia 8 de maio último, o livro Contos de amor e desamor, segundo livro publicado da autora Paula Teixeira de Queiroz, numa edição da editora Animedições, foi lançado no auditório da APEL, apresentado pelo professor Artur Anselmo. O anfitrião foi o dr. Miguel Freitas da Costa que abriu a sessão com uma calorosa apresentação do professor Artur Anselmo, recordando os tempos da faculdade em que ambos trabalhavam na organização de eventos culturais, o seu papel na cultura portuguesa, o seu conhecimento profundo da história do livro, a primeira pessoa a falar em Portugal da nova crítica americana, ao que o Professor retribuiu afirmando que Miguel Freitas da Costa foi a pessoa mais inteligente que conheceu.
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O Professor Artur Anselmo começou por, numa invocação, se referir à obra do bisavô da autora, Francisco Teixeira de Queiroz, escritor naturalista tão apreciado por Camilo Castelo Branco e lembrar algumas das suas personagens mais marcantes como o famoso Galrão no campo comercial, e o Salústio Nogueira, o ambicioso rapaz que saiu do Minho para tentar a sua sorte como político na capital, figura de grande actualidade sentada no Parlamento, "não há partido nenhum que não tenha um Salústio Nogueira", acrescentou. Fez alguns paralelismos quanto à obra de Teixeira de Queiroz e da autora na descrição e divisão da escrita entre o Minho e a capital, na criação de personagens típicas com a margem de um século a separá-los. "Tal como o seu bisavô, a autora mexe-se com o mesmo à-vontade no campo e na cidade". E continua: " O que se diz de Teixeira de Queiroz vale de alguma maneira para a sua bisneta, pois as figuras são arrancadas da sociedade actual, o que fez à sociedade do seu tempo."
Salienta que hoje a sociedade mexe-se num campo virtual mais do que no real, na internet, no facebook.
E, acrescenta, que muitas personagens não são do século XX, são mais personagens do século XXI, da última década.
"O facto de Paula Teixeira de Queiroz ter tido uma experiência cosmopolita na União Europeia, dá-lhe autoridade para falar das pessoas que habitam nesse universo, centrado em Bruxelas. Pelo seu trabalho teve oportunidade de contactar com os meios dessa sociedade europeia."
Helena Osório, a editora, mencionou a aventura que foi fazer este livro e acentuou a tónica da actualidade dos contos, no século XXI, de retratarem uma geração saída do 25 de abril com uma mentalidade que se projecta nos dias de hoje.
"É uma escrita feminina e sensual, fala de todos os tipos de mulheres que rompem com a mentalidade machista que se vive em Portugal. São mulheres sem amarras, as mulheres do futuro!", afirma Helena Osório.
Num destaque do jornal i, escreve o jornalista Carlos Galamba: "Paula Teixeira de Queiroz é oriunda do Alto Minho e daí vem o seu rico imaginário à mistura com o cosmopolitismo lisboeta e europeu. A sua escrita é feminina mas também erótica, mais do que sensual, muito ousada nesse sentido. Fala das novas mulheres do séc. XXI - o que não quer dizer que não existam há muito, mais ou menos camufladas, outras cujas histórias poderiam igualmente fazer parte desta colectânia", diz Helena Osório, a editora. Numa grafia que adivinha um futuro na evolução da língua portuguesa, com o Novo Acordo Ortográfico, este livro, apresentado esta semana na Feira do Livro de Lisboa pelo professor Artur Anselmo, promete muitas surpresas nos desfechos da crónica e dos 37 contos que revelam a condição da mulher em diferentes extractos sociais, condicionada por um misto de culturas, educações e condutas que coabitam num Portugal pós-25 de abril.
Miguel Real, escritor e consultor do grupo Leya, após ler o primeiro livro Contos do destino e desatino e este segundo, afirma que: "A Paula tem uma sabedoria do sangue especial para este registo literário (...) o tom geral é de óptima qualidade e devem ser publicados.
(...) Devo confessar-lhe - repetindo-me - que os seus contos são de facto bons (...)"
Por sua vez, o escritor Mário Cláudio refere-se nestes termos ao primeiro livro da autora: "(…) Deparo de facto com um belíssimo conjunto de ficções, atento aos seres e enganos da vida, e de uma qualidade formal que raramente me chega às mãos, e que é em geral insípido (…)"
Palavras ainda da Editora, Helena Osório: "Este é o segundo livro publicado da autora Paula Teixeira de Queiroz que conta com uma crónica e trinta e sete contos. Dois dos contos figuram juntos por se completarem: O Arraial e Castanhas e Vinho, que retratam as festas populares na rua onde vive Paula Teixeira de Queiroz. Estas histórias de vida, entre a realidade e a ficção, marcam mudanças, mentalidades e factos vividos em Portugal durante os séculos XX e XXI, com mais referências à actualidade. Encontros e desencontros, amores e desamores, num palco de surpresas e constatações onde se cruzam várias personagens e nacionalidades para criarem uma identidade própria sempre ligada à alma portuguesa. Conscientemente ou não, esta obra faz um levantamento de pensares e maneiras de estar, em Portugal, num pós 25 de Abril ainda enraizado nas décadas anteriores."
Por todas estas razões, compre, leia e ofereça "Contos de amor e desamor"!
À venda no Largo da Misericórdia, 65, 4970 Arcos de Valdevez; em Lisboa, na Rua dos Remédios à Lapa, 65, 1200-783 Lisboa. Por encomenda, para os seguintes contactos: 916 600 225, 213957568, por email: mpqueirozp@gmail.com.
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Câmara Municipal está a preparar a automatização do sistema de abastecimento de água público
Em 2012 deverão ser executados cerca de 178.338,00 €
Este processo já iniciado em 2010 vai agora ser reforçado, permitindo assim um aumento de eficiência no sistema de gestão de abastecimento de água ao Concelho de Arcos de Valdevez. Espera-se deste modo minimizar os custos de manutenção do sistema, reduzir as perdas de água por deteção atempada de roturas e consumos anormais, bem como um controlo mais rigoroso das necessidades de bombagem dos reservatórios.
Em paralelo será instalado um sistema automático de cloragem e de correção de PH em alguns dos reservatórios, garantido deste modo o tratamento adequado da água de abastecimento público mas com diminuição significativa dos custos operacionais.
Estas intervenções contam com o financiamento do programa comunitário POCTEP - Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal em 75% a fundo perdido.
Presidente da Câmara municipal moderou painel do seminário "A reforma da administração local: problemas e soluções"
A Reforma da Administração Local continua a ser um assunto que está na ordem do dia e, depois de Francisco de Araújo, Presidente da Câmara Municipal arcuense e Pres. Do Conselho Regional do Norte ter participado, recentemente, num debate sobre esta temática na Faculdade de Letras do Porto (organizado pela Associação Portuguesa de Geógrafos e apoiado pela FLUP), o autarca voltou a integrar uma iniciativa semelhante, desta vez na Universidade do Minho como moderador, no painel da tarde.
O SEMINÁRIO "A reforma da administração local: problemas e soluções", organizado pelo Nedal, decorreu no passado dia 11 de Maio, na Escola de Direito da Universidade do Minho e contou com as presenças, da parte da manhã, da Prof.ª Doutora Isabel Celeste Fonseca (como moderadora) e das intervenções dos Professores Doutores José Melo Alexandrino com o tema "A administração local autónoma: situação atual e propostas de reforma apresentadas na sequência do Memorando da Troika"; e Vital Moreira, com "O governo dos municípios: problemas e soluções". De tarde, a moderação esteve a cargo de Francisco de Araújo, e as intervenções foram do Prof. Doutor António Cândido de Oliveira (Professor Catedrático da Escola de Direito da Universidade do Minho (EDUM) e Diretor do NEDAL (Núcleo de Estudos de Direito das Autarquias Locais), que se debruçou sobre a temática "As comunidades intermunicipais e regiões administrativas: problemas e soluções" e do Prof. Doutor Francisco Sosa Wagner (jurista catedrático, escritor e eurodeputado), que falou sobre as "As grandes áreas urbanas: problemas e soluções".
Teatro de comédia junta arcuenses na Casa das Artes

No passado dia 11 de maio de 2012, o Auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez, contou com a presença do ator Ivo Alexandre num teatro monólogo de pura comédia, intitulado de "Adalberto Silva Silva: Um espectáculo de Realidade", da autoria de Jacinto Lucas Pires e encenação/escrita de jacinto Lucas Pires e do próprio ator.
Esta foi uma "comédia para rir a sério" no que se pretendeu ser um "telejornal da alma" e, é o próprio autor quem afirma que, a história é "contada em formato televisivo traduzido para um registo pobre de teatro". Sabe-se pouco deste anti-herói a quem Ivo Alexandre dá a tal alma. Mas, entre outras coisas, fica a certeza de que um encontro com uma amiga no parque de estacionamento de um supermercado pode trazer a vitória do amor. Ou, então, "um empate muito bem sacado fora de casa", refere.
Este espetáculo partiu de uma ideia corajosa e cheia de originalidade, pois tudo começou na vontade de criar uma peça e dá-la a conhecer. Para tal, dispensaram o encenador e o produtor, sendo os próprios a contactar teatros e a propor este espetáculo. Assim, desde o mês de fevereiro que esta peça não tem parado, e tem proporcionado gargalhadas às pessoas.
Esta encenação brinca com a televisão, no que diz respeito aos telejornais, anúncios e reality shows, de forma a retratar estas vertentes usando o humor e a ironia.
Em geral, o público presente gostou do espetáculo que lhes proporcionou grandes momentos de gargalhadas e descontracção.
As Canções de José Afonso lembradas em Arcos de Valdevez

No dia 12 de maio de 2012, o Auditório da Casa das Artes em Arcos de Valdevez, recebeu um espetáculo musical que recordou "as canções de José Afonso", através das vozes de Rui Pato e António Ataíde.
Com este momento de recordação de tempos difíceis, de grande ditadura e de vontade de mudança e de revolta, homenagearam-se, de certa forma, todos os senhores que lutaram pela liberdade e que tanto fizeram pelo nosso país.
O espetáculo proporcionou aos presentes um momento de recordação, serenidade e descontracção.
Apesar de ter sido um concerto íntimo, foi sem dúvida alguma, forte e intenso devido às canções tocadas e as às memórias que delas suscitam, tendo o público ficado totalmente rendido.
No decorrer do concerto, houve alma e interação com todos os presentes, tendo sido correntes as demonstrações de cumplicidade devido às músicas tocadas. Temas que tocaram principalmente aqueles que vivenciaram a revolução e sentiram na pele o gozo que é ter liberdade.
Informação Município de Arcos de Valdevez
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5 de Maio (sábado), 22h30
Auditório da Casa das Artes
SANTOS & PECADORES: "20 anos- acústico"
(Reserva e pré-venda de bilhetes na Casa das Artes a partir de 30 de Abril, preço único: €12,00)
Em Novembro de 2012 os "Santos & Pecadores" completam 20 anos de carreira; para celebrar esta efeméride, o grupo concebeu a tournée "20 anos - acústico", um concerto em ambiente íntimo, onde recriam as canções que completam a sua história. São canções que Olavo canta olhos nos olhos e que os Santos tocam com a entrega que lhes garantiu um lugar especial no coração do público. Esta é, provavelmente, a mais intensa forma de ouvir a música dos Santos & Pecadores: quando está a ser debitada a partir de um palco, quando a energia voa entre a banda e o seu público e o sentimento de comunhão é genuíno. Foi ao vivo que os Santos & Pecadores construíram a sua sólida carreira e, agora, levam-nos numa viagem por uma fantástica carteira de clássicos: de "Não Voltarei a Ser Fiel", "Momento Final", "Fala-me de Amor" ou "Quando se Perde Alguém", tudo temas apresentados em roupagens sofisticadas e acústicas.
Os "Santos & Pecadores" prometem não dar descanso aos fãs, recordar os seus melhores momentos e ainda assinar algumas surpresas que reforçam a ideia de que estes são uns "Santos & Pecadores" como nunca antes os ouviu.
TEATRO/COMÉDIA/MONÓLOGO:
11 de Maio (sexta), 22h00
Auditório da Casa das Artes
ADALBERTO SILVA SILVA: UM ESPETÁCULO DE REALIDADE
Com Ivo Alexandre; a partir de texto de Jacinto Lucas Pires
(Reserva e pré-venda de bilhetes na Casa das Artes a partir de 7 de Maio, preço único: €4,00, entrada gratuita para público escolar)
O "anti-herói português" de Jacinto Lucas Pires chega para mostrar "comédia para rir a sério" no que pretende ser um "telejornal da alma".
É o próprio autor quem nos diz que a história é "contada em formato televisivo traduzido para um registo pobre de teatro". Sabe-se pouco deste anti-herói a quem Ivo Alexandre dá a tal alma. Mas, entre outras coisas, fica a certeza de que um encontro com uma amiga no parque de estacionamento de um supermercado pode trazer a vitória do amor. Ou, então, "um empate muito bem sacado fora de casa".
Autoria: Jacinto Lucas Pires (texto)
Encenação: Jacinto Lucas Pires, Ivo Alexandre
Actor: Ivo Alexandre
MÚSICA/GUITARRA/VOZ:
12 de Maio (sábado), 22h30
Auditório da Casa das Artes
RUI PATO E ANTÓNIO ATAÍDE
"As canções de José Afonso"
(Reserva e pré-venda de bilhetes na Casa das Artes a partir de 7 de Maio, preço único: €4,00, entrada gratuita para público escolar)
"Quando José Afonso ouviu os primeiros acordes da sua viola terá dito: É ele que vai tocar comigo. É com ele que quero gravar as minhas músicas. O Zeca tinha regressado a Coimbra. Trazia na bagagem novas canções e uma imensa vontade de dizer algo de novo. Para trás deixava a sua marca no fado, mas conservava os amigos e as suas "andarilhanças" por uma Coimbra que nunca mais foi a mesma depois da sua passagem.
Em 1962, o país vivia momentos difíceis. Era um tempo de ruturas. A Cidade afirmava-se contra a ditadura, clamando uma urgente vontade de mudança. José Afonso e Adriano Correia de Oliveira estavam na linha da frente de um combate que fez da canção uma arma e um símbolo de esperança e liberdade. Rui Pato tinha 16 anos. E com a sua viola, ajudou-os a dar a volta ao texto. Na verdade nunca parou de tocar. Mas há muito que esperávamos por esta noite. Rui Pato regressa às canções de José Afonso. E "traz um amigo também": António Ataíde". (Manuel Alegre)
MÚSICA/ POP ROCK:
18 de Maio (sexta); 22h30
Auditório da Casa das Artes
THE LAST INTERNATIONALE (USA) + DOISMILEOITO (PORTUGAL)
(Reserva e pré-venda de bilhetes na Casa das Artes a partir de 14 de Maio, preço único: €5,00)
Os The Last Internationale são um super trio de Nova Iorque em evidente expanção internacional, destacando-se por actuações explosivas e imprevisíveis. A sonoridade oscila entre o folk, o blues, o rock'n'roll e até mesmo o punk, transgredindo os limites da composição musical tradicional: melodias soturnas, instrumentais atípicos e por vezes ruidosos, outras vezes o som das botas a marcar o ritmo, solos de guitarra impressionantes, gritos primordiais, letras inteligentes e interventivas, a crítica social incisiva muito presente…o resultado é um novo som, um género que a banda chama de "blues with boots".
doismileoito são letras. Em português. E são músicas. Que se podem ouvir em todo mundo. Porque são Rock. Depois, foram para a estrada mostrar os discos que ouviam transformados em canções dos doismileoito - o Rock tem esta particularidade de soar a Rock, mas nunca se sabe muito bem de onde vêm as influencias (ok, às vezes sabe-se, mas não é esse o caso). Um dia, em 2006, passaram pelo Festival do Sudoeste porque foram os vencedores da edição desse ano dos TMN Garage Sessions. Já em 2008, levaram a sua música para estrada. Agora, as canções dos doismileoito estão a chegar às pessoas. E já não vão parar. Porque os doismileoito são Rock "curto e grosso" que se entranha e não chega a estranhar-se. São canções para cantar - letras para entoar e melodias para assobiar ou trautear."
MÚSICA/ POP ROCK/BLUES:
19 de Maio (sábado); 22h30
Auditório da Casa das Artes
PEDRO E OS LOBOS
(Reserva e pré-venda de bilhetes na Casa das Artes a partir de 14 de Maio, preço único: €5,00, entrada gratuita para público escolar)
Pedro e os Lobos é o novo projeto do guitarrista e compositor Pedro Galhoz. A surpresa no cruzamento de várias culturas e estilos musicais é desde logo notória neste primeiro disco. Os ambientes cinemáticos onde a admiração pelo deserto é assumida. A paixão pelos velhos mestres do Blues é evidente. As guitarras empoeiradas e gastas, podem aqui coabitar com tascas Lisboetas ou com Tavernas de autoestrada perdidas no meio da Andaluzia. Aqui o tempo passa devagar, o elétrico de outrora, muitas vezes torna-se acústico e fazer parte de conteúdos passageiros da moda, são uma recusa obrigatória. A estrada, o palco, os amigos que partem e chegam em cada paragem, os amores, os dissabores, a esperança e as encruzilhadas que o destino e a vida em si nos reservam ao virar de cada esquina, são o mote para um conjunto de letras e músicas que relatam episódios da vida comum e do nosso dia-a-dia.
Ele é o Pedro e o conjunto de músicos convidados a colaborar são os Lobos.
Música honesta, livre e sem preconceitos é como o compositor define este seu trabalho.
MÚSICA/NOVAS TENDÊNCIAS:
19 de Maio (sábado), 23h59.
Foyer/Bar da Casa das Artes
"ARTES E DEPOIS"
O evento sucessor do afamado "Artes Electrónicas", aporta um novo vigor, sendo espelho das novas tendências e vertentes da música de base electrónica. À equipa mais ou menos residente, juntam-se sempre convidados especiais em cada uma das edições, justificando, plenamente, por que existe "um artes e um depois"…
OUTRAS ATIVIDADES/CONFERÊNCIAS:
29 de Maio (terça-feira), 21h00.
Auditório da Casa das Artes
CONFERÊNCIAS POR VEZ: FERNANDO ROSAS
"Repercussões do Estado Novo no Portugal Contemporâneo"
Ciclo abrangente de conferências, realizadas numa edição por trimestre, versando sobre temas da atualidade cuja envolvência e interesse abarquem uma franja dilatada da comunidade. Para além do espaço de comunicação oral direta, será editado anualmente um volume que compile as quatro intervenções anuais
25 e 26 de Maio (sexta e sábado), manhã e noite.
Auditório da Casa das Artes
ESCOLA PÚBLICA - O ROSTO E AS MÁSCARAS: INOVAR EM
TEMPOS DE DESÂNIMO
Organização do CENFIPE- Centro de Formação
Inovação dos Profissionais de educação /Escolas do Alto-Lima e Paredes de Coura. Apoio do Município de Arcos de Valdevez.
Consultar programa detalhado em www.cenfipe.edu.pt/
EXPOSIÇÕES:
2 a 15 de Maio
Entrada principal da Casa das Artes
Exposição de trabalhos escolares:
BOMBEIROS NAS ARTES
Organização do Departamento de Educação Pré-Escolar do Agrupamento de Valdevez.
31 de Maio a 24 de Julho
Foyer do Auditório da Casa das Artes
Coletivo HEXA
CINEMA:
6
Domingo às 22h00
THE HUNGER GAMES - OS JOGOS DA FOME
Ação, Aventura, Ficção Científica,Thriller M/12
Realização: Gary Ross
Intérpretes: Alexander Ludwig, Amandla Stenberg, Donald Sutherland, Elizabeth Banks, Isabelle Fuhrman, Jacqueline Emerson, Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Lenny Kravitz, Liam Hemsworth, Stanley Tucci, Toby Jones, Wes Bentley, Willow Shields, Woody Harrelson.
13
Domingo às 22h00
EXTREMAMENTE ALTO, INCRIVELMENTE PERTO
Drama M/12
Realização: Stephen Daldry
Intérpretes: Adrian Martinez, James Gandolfini, Jeffrey Wright, John Goodman, Max von Sydow, Sandra Bullock, Thomas Horn, Tom Hanks, Viola Davis, Zoe Caldwell
20
Domingo às 22h00
CAVALO DE GUERRA
Drama,Guerra,História M/12
Realização: Steven Spielberg
Intérpretes: David Thewlis, Emily Watson, Jeremy Irvine
26 e 27
Sábado e domingo às 22h00
COMPRÁMOS UM ZOO
Comédia, Drama - M/6
Versão original legendada - entrada gratuita para acrianças até aos 12 anos (inclusive)
Realização: Cameron Crowe
Intérpretes: Scarlett Johansson, Matt Damon, Elle Fanning, Thomas Haden Church
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