Jornal Digital Regional
Nº 443: 6/12 Jun 09
(Semanal - Sábados)






Email Assinaturas Ficha Técnica Publicidade 1ª Pág.
Cultura Desporto Óbitos Política Pescas Roteiro

TRIBUNA
Espaço reservado à opinião do leitor


Periscópio Social

A utopia da democracia!

Portugal entrou na contagem decrescente para a celebração de três comícios eleitorais que, à partida, tendem em centrar-se - como sempre - no discurso anti-governo. Nada disto é novidade para os portugueses, bem-intencionados, que acreditam viver em democracia.

O Boletim Informativo da nossa autarquia representa, por exemplo, o caso mais acabado dessa miragem que é a democracia e o seu espírito: as oposições e as suas propostas não cabem no auto-elogio que constitui dita publicação; os diversos órgãos autárquicos não têm enquadramento e/ou referência ao seu trabalho; por último, e de mau gosto transformando a democracia numa caricatura, o aparecimento de três munícipes sinceros a dizerem bem dos projectos da autarquia. Por azar ou sorte, nunca apareceu nenhum que tivesse uma ideia diferente da Presidente da Câmara.

A campanha eleitoral para as eleições europeias ficou confinada à discussão da crise nacional e da avaliação da prestação do governo da nação. Ninguém quis discutir a Europa de forma séria e concreta. Pelo meio, aparecem os xenófobos, racistas, monárquicos e outros a misturarem temas, numa perspectiva nacionalista, que nada tem a ver com o objectivo da construção europeia.

Aquilo que concluímos, é que efectivamente o nosso país - e provavelmente outros - nunca viveu um regime democrático mas sim num sistema partidocrático. Tudo o que importa é o poder e o partido político que o exerce!

Vejamos, estudos realizados por insuspeitáveis cientistas políticos colocam a percentagem de votantes num determinado partido político entre os 30% e os 40% do seu eleitorado tradicional. Quer dizer, existem uma percentagem fixa de eleitores que, independentemente de quem é o candidato, a equipa ou as suas ideias… vota sempre nesse partido. É uma visão clubística da política em que se olha para as eleições como um jogo de uma final da taça de um desporto colectivo qualquer. Estes eleitores, têm por hábito dizer mal das características pessoais dos outros candidatos, quando se cruzam em campanha com eles costumam tratá-los vernaculamente, bajulam o seu candidato e tendem a olhar os que pensam diferente como inimigos.

Esta é uma característica da partidocracia: ter amigos e ter inimigos. Em democracia, haveriam adversários políticos, ou seja, a arte da política era praticada por gente de bem que, com perspectivas diferentes sobre a governação, deseja o bem do seu povo.

Mas, se até aqui falámos da partidocracia relativamente ao eleitorado, desenganemo-nos porque ela é alimentada pelos próprios políticos a quem o 25 de Abril deu a oportunidade de se aburguesarem e se esquecerem do carácter popular da sua acção transformando-a numa forma de vida bem paga, com muito poder e amigos que permitem dar asas à sua vaidade. Por isso, assistimos a autênticos abortos políticos como o da Madeira, a forma prepotente como os autarcas tratam os seus munícipes - e a justiça - desdenhando e falando mal dela, o equilíbrio nacional entre escândalos permitindo sempre negociatas que o tempo e a comunicação social ajudam a esquecer… A política é tão má que, na hora das eleições, todos lutam por manter o seu lugar! Olhar para a nossa política nacional e ver sempre os mesmos desde há trinta anos é tudo menos um hino à democracia. Significa que, entre 10 milhões de portugueses, só meia dúzia são iluminados e capazes de gerir a nação.

Se começarmos nas autarquias, a verificar o que tinha (bens, lazer, viagens, carros…) um presidente de câmara antes de ser eleito ao que tem, ao fim de uns mandatos, ficaríamos corados de vergonha… mas como ouvi alguém dizer um dia "na política, não se pode ter vergonha"! Ao que parece, esta é uma realidade e uma visão tão popular dos nossos políticos actuais que, os pseudo - democratas, preferem chamar-lhe, provavelmente, perspectiva populista e acrescentar-lhe de seguida "e demagógica".

Concretizar a democracia é um desafio que Portugal teima em não vencer talvez porque, os militares de Abril, foram enganados quando despojadamente entregaram o poder ao "povo". A grande lição que os portugueses podem dar aos políticos é intervirem mais na sociedade civil e reduzir ao mínimo a intromissão da política no palco social transformando-a numa verdadeira democracia onde os eleitos o são pelo mérito que procuraram e não porque vão escondidos atrás de um nome qualquer, de um partido qualquer para depois fazerem parte da derrota do regime democrático que se chama "disciplina de voto". Nem todos estamos habilitados a trocar a nossa consciência pelo lugar que "democraticamente" nos espera no regime partidocrático em que vivemos.

Pedro Ribeiro

Nos corregos poluentes da sociedade

Nesta dubia e malfadada existência,
Fala-se com palavra amortalhada,
Dizem-se coisas com incongruência,
Para desgosto e vida esfrangalhada.

E como exprimir sadios sentimentos,
Quando subsiste a manifesta ensarilhada,
A nossa volta, penetra-nos em relentos,
Tudo se esvai e perece na derrocada.

Torna-se dificil aceitar tanta sofisma,
De quantos querem ser os primeiros,
Mas so manifestam autênica rotina,
E se expressam em argucios desordeiros.

Produtos de uma sociedade doentia,
Sem sentido de cidadania, nem de honra,
Autênticos abutres de falsa modestia,
Poluentes perigosos agindo sem delongas.

Autistas e desvirtuantes da historia,
Exprimem modal talento enganador,
Alimentam lamaçais, a social escoria,
E desfalcam, as populações, em pavôr.

Antonio R. Vasconcelos

INVESTIMENTO PÚBLICO

No quadro de um projecto suportado pelo dinheiro, proveniente dos impostos coercivos que recaem sobre os cidadãos, a aplicação destes recursos financeiros, reveste-se de especial atenção, requerendo cuidados redobrados, como exigências de probidade, rigor, transparência e sentido de responsabilidade. O executivo que tem como, de entre outras funções, gerir recursos financeiros tão delicados, porque se trata, afinal, do património de todos, na medida em que todos participam para o erário público, certamente que procurará realizar os melhores negócios, inclusivamente, utilizando algumas estratégias empresariais para obter o melhor serviço, pelo menor custo, valendo, aqui, alguns métodos, legítimos, em função dos superiores objectivos do interesse público.

A livre concorrência é a regra do mercado e o Estado, com todos os seus departamentos, bem como as próprias Autarquias Locais, enquanto fornecedores de serviços e clientes de produtos, bens e serviços, não têm como ignorar o mercado empresarial, pelo que lhes resta entrar no jogo dos melhores negócios, aproveitando as oportunidades e condições oferecidas, sempre em benefício do desenvolvimento e bem-estar das populações.

As instituições públicas oficiais, na questão da administração dos recursos públicos, não podem agir sob o sentimento paternalista, ou com a mentalidade segundo a qual: "o que é do Estado é para deixar andar ao sabor das conveniências e/ou dos interesses particulares". Na verdade o que é do Estado é de todos os cidadãos, porque o Estado só existe enquanto estiverem reunidas condições para tal, entre as quais se podem destacar: um corpo de cidadãos, com uma História e língua comuns, um território, um governo com seus Órgãos de Soberania, etc.

As autarquias locais - Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia -, são as instituições que, tradicionalmente, vêm, ao longo da consolidação do processo democrático, demonstrando como se consegue uma boa gestão dos recursos financeiros públicos. Esta tem sido a regra e para que ela se verifique com a normalidade descrita, poderão (e deverão) existir, obviamente, as excepções. A administração autárquica, poder-se-á afirmar, é capaz de desenvolver autênticas e sofisticadas engenharias financeiras, realizando melhoramentos públicos de grande envergadura, alegadamente, com menos recursos do que aqueles que possui a Administração Central, pelo facto de, estando junto das populações, conhecendo as situações e acompanhando, em directo e permanentemente, os trabalhos, consegue evitar, em alguns empreendimentos, a derrapagem dos custos e outros encargos, nomeadamente, os resultantes de rescisões, que provocam pesadas indemnizações a pagar aos fornecedores de bens e prestação de serviços.

O investimento público reveste-se, assim, de características muito específicas, desde logo porque sendo público e, salvo as excepções legais e legítimas, deve ser canalizado para o bem-comum de toda a população, precisamente em: melhoramentos que confiram bem-estar geral; ajudem ao desenvolvimento e progresso da comunidade. Nesse sentido e para salvaguardar as justas aspirações das populações locais, como regra de oiro a seguir pelos executivos, a auscultação dos interessados é muito importante: quer através das entidades e órgãos democráticos eleitos, associações e colectividades; quer fazendo parcerias com as instituições que para tal se disponibilizem e se assumam, responsavelmente, para execução das tarefas delegadas.

Como é a Câmara Municipal (Prefeitura, no Brasil) que, normalmente, detém a quase totalidade dos recursos humanos, financeiros, técnicos e tecnológicos, então o parceiro privilegiado deverá ser a Junta de Freguesia, com jurisdição onde se pretende desenvolver um determinado projecto. A elaboração dos PAOP - Planos de Actividades e Orçamentos Participativos, constitui o melhor processo de democraticidade dos investimentos públicos, porque recebem a participação da população, a qual define objectivos, clarifica os correspondentes custos, que são fiscalizados, durante a realização dos trabalhos, pelos Órgãos locais competentes, na circunstância: Junta de Freguesia e Assembleia de Freguesia, obviamente sob a supervisão do Executivo Municipal.

No que ao Poder Local Democrático concerne, desde logo ao nível da Freguesia, (Sub-Prefeitura no Brasil) uma boa e transparente metodologia prende-se com a convocação dos cidadãos e a respectiva Assembleia de Freguesia, associações, movimentos e comissões de moradores para, informalmente e durante um determinado período de tempo, fazerem chegar à Junta de Freguesia, as suas legítimas, justas e legais aspirações, no âmbito dos melhoramentos públicos, bem como a forma mais económica e segura de os realizar. Nas freguesias, a convocação dos cidadãos para a respectiva participação nos melhoramentos locais, pode ser concretizada com a colaboração do Reverendo Pároco que, habitualmente, produz bons resultados em termos de afluência e consequente apresentação de propostas e ideias inovadoras.

O exercício da cidadania, também passa por este tipo de colaboração, por parte dos cidadãos interessados numa dada intervenção pública, qualquer que seja o domínio e amplitude do melhoramento: saúde, educação, habitação, emprego, infra-estruturas diversas, entre outras, sendo certo que todos os melhoramentos públicos, que se consigam realizar, eles representam mais um avanço (pequeno ou grande) no desenvolvimento social daquela localidade, o que significa que, na perspectiva de CARVALHO, (2007:50): "As evidências mostram que, em termos simples, o desenvolvimento social visa melhorar a qualidade da vida humana enquanto é tempo. Isso implica vários valores universais como vida saudável e longa, educação, participação política, democracia social e participativa - e não apenas representativa ou delegada -, garantia de respeito aos direitos humanos e de proteção. Tais valores somente são alcançados se há um cuidado na construção coletiva social, se há cordialidade nas relações sociais, compaixão com todos aqueles que sofrem ou se sentem à margem, criando-se estratégias de compensação e de integração."

Os titulares de cargos públicos, investidos de poderes de decisão, no âmbito dos investimentos públicos, com recursos financeiros provenientes dos impostos, taxas, derramas e donativos dos cidadãos, devem, pois, revestir-se de especiais cuidados, quando tencionam desenvolver um determinado projecto, de forma a evitar gastos desnecessários, favorecimento de pessoas ou grupos, que visam apenas o seu próprio desenvolvimento e conforto, bem como estarem sensibilizados para os problemas que impedem o progresso de certas localidades, eventualmente, porque têm fraca expressão demográfica ou, tradicionalmente, tem apoiado outros valores e princípios. O investimento no desenvolvimento das populações, com fundos públicos, é incompatível com qualquer metodologia discriminatória, objectivamente, quando tal discriminação é negativa.

A partir dos Planos de Actividades e Orçamentos Participativos (PAOP), para execução ao longo de um determinado período de tempo, numa dada localidade, é possível introduzir boas alterações na qualidade de vida das populações abrangidas. Naturalmente que são necessárias condições e recursos: condições de adesão por parte da comunidade; recursos financeiros para se levarem a efeito os trabalhos que constam, devidamente especificados, nos respectivos projectos.

Obras do tipo casuístico, pontuais, face a um determinado período do calendário, podem ter o seu interesse, utilidade e impacto, porém, devem ser evitadas e dar-se prioridade às grandes reformas, em todos os domínios, que vão sendo realizadas ao longo dos exercícios político-administrativos. É isto mesmo que ensinam GALACHE, GINER, ARANZADI, (1969: 191) segundo os quais: "O desenvolvimento exige reformas audazes e profundas, que não se podem improvisar, devem ser harmónicas, evitando no possível a violência e a insurreição revolucionária e armada. A educação básica é o primeiro objectivo de um plano, pois capacita o homem a realizar a sua própria promoção. A família deve ser defendida como elemento fundamental de integração. As organizações profissionais podem ajudar muito. O desenvolvimento integral, não é só económico, leva em conta os valores superiores e não se fecha aos valores do espírito e a Deus."

A concepção de um Plano de Investimento Público (PIP) é inseparável do desenvolvimento social: numa pessoa, numa família, numa comunidade, enfim, num país. É certo que quanto maior for o número de comunidades (as partes) que estejam bem, melhor ficará a sociedade (o todo), na circunstância, referida ao espaço português. Resulta daqui que o investimento público não passa, apenas, por obras de grandes infra-estruturas - aeroportos, auto-estradas, portos, pontes, transportes super-rápidos e confortáveis e outras grandes intervenções, por vezes apelidadas de "históricas", o que pode banalizar e, consequentemente, prejudicar o facto verdadeiramente histórico.

O investimento público também deve direccionar-se para o bem-estar social dos indivíduos, famílias e pequenas comunidades, quantas vezes afastadas dos mais elementares cuidados de saúde, educação, habitação, trabalho e cultura. Deveria criarem-se as condições para a verdadeira participação das populações. Com efeito, aponta FALCÃO, (1979: 20) que: "Na concepção de Desenvolvimento Social preconizam-se oportunidades de exercício pleno da vida física, mental e espiritual do homem, objectivando, em outras palavras, o desenvolvimento humano-social. Para esta concepção, não bastam a elevação dos níveis de renda ou oportunidade de abrigo, instrução, emprego, etc., mas deve-se buscar, em especial, condições reais de expressão e expansão humana. Não se preconiza um aumento de bens e serviços, como elementos estanques. Procura-se, sobretudo, a participação efetiva da comunidade humana local ou nacional, na busca e concretização de tais bens e serviços. Procura-se um engajamento do homem na determinação de seus caminhos e na sua construção."

Defende-se, portanto, que uma boa metodologia para decidir sobre quais, onde e quando devem ser realizados os investimentos públicos, passa pela participação activa e responsável das populações interessadas, beneficiárias dos projectos de intervenção, nos diversos domínios do desenvolvimento social, aqui se incluindo grandes e pequenas obras físicas, como, igualmente, no âmbito dos projectos eminentemente sócio-educativos, profissionais, culturais, saúde, habitação, emprego juventude e velhice. Projectos onde todos, sem excepção, possam participar, dar a sua opinião.

De nada servem magníficos aeroportos, combóios supervelozes, intensificação das tecnologias e outros melhoramentos físicos, enquanto houver famílias a passar fome, jovens desempregados, idosos sem abrigo e sem saúde, crianças sem Educação-Formação, que não têm voz neste processo de desenvolvimento. O investimento público, no tocante às obras de grandes infra-estruturas, não pode sobrepor-se ao investimento no desenvolvimento social, de dignificação da pessoa humana, quanto ao seu bem-estar geral e progresso do bem-comum de toda a comunidade. Idealmente, deseja-se, tão rapidamente quanto possível, conciliar os dois tipos de desenvolvimento: grandes Infra-estruturas físicas; qualidade de vida e respeito pela dignidade da pessoa humana, independentemente da sua posição social, origem étnica, escalão etário, crença religiosa, princípios filosóficos e orientação político-ideológica.

Bibliografia
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2006). "Será Necessário um Código de Direitos Humanos", Campinas SP: Metrocamp Faculdades Integradas Metropolitanas de Campinas - Brasil, in www.metrocamp.com.br (Artigos); 16/05/2006,
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). "Cidades e Vilas Comunitárias" site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 379 Semana de 01/07 Mar.2008; (2)
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). "Comunidade Humana de Valores" site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 381 Semana de 15/21 Mar.2008;
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). "Democracia e Poder Autárquico" site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 382 Semana de 22/28 Mar. 2008
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). "Ética da Responsabilidade Política" site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 385 Semana de 12/18 Abr.2008
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). Educação para a Cidadania Luso-Brasileira: Um Projecto de Formação ao Longo da Vida. Tese de Doutoramento, em fase final para apreciação por uma Universidade Portuguesa ou Brasileira. (Não publicada)
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). "Gestão Autárquica Solidária" site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 384 Semana de 05/11 Abr.2008
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). "O Autarca, a Família e o Trabalho", site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 383 Semana de 29/ Mar. a 04/Abr. 2008
CARNEGIE, Dale & ASSOCIADOS, (1978). Administrando Através das Pessoas. Trad. Ivan Zanoni Hausen. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército - Editora
CARVALHO, António César Perri de, (Org.). (1994). A Família, o espírito e o tempo. São Paulo: Edições USE - União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo
CARVALHO, Maria do Carmo Nacif de, (2007). Gestão de Pessoas. 2ª Reimpressão. Rio de Janeiro: Senac Nacional
DELLA TORRE, (1983). O Homem e a Sociedade. Uma Introdução à Sociologia. 11ª Edição. São Paulo: Companhia Editora Nacional
FALCÃO, Maria do Carmo Brant de Carvalho (1979). Serviço Social. Uma nova Visão Teórica. 3ª Edição, revista. São Paulo: Cortez e Moraes.
GALACHE - GINER - ARANZADI, (1969). Uma Escola Social. 17ª Edição. São Paulo: Edições Loyola
TOLEDO, Flávio de, (1986). Recursos Humanos, crise e mudanças. 2ª Ed. São Paulo: Atlas

Venade - Caminha - Portugal, 2009
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
bartolo.profuniv@mail.pt
4910-354 Venade - Caminha - Portugal
Mestre em Filosofia Moderna e Contemporânea
Universidades: Minho/Portugal; Unicamp/Brasil
Professor-Formador
bartolo.profuniv@mail.pt

Prato de Vilar de Mouros