No último dia, a organização veio a público fazer um balanço destes cinco dias, mas sem anunciar com exatidão quais as datas para 2027.
No entender de Liliana Silva, presidente do Município caminhense, o Festival "superou todas as expetativas", agradecendo à "Suprise & Expectation" a forma como o organizou, tal como aos outros parceiros, bem como à comunicação social que "eternizou" os momentos destes cinco dias.
"Estou muito satisfeito com este Festival"
José Maria Barros, presidente da Junta, agradeceu igualmente o trabalho dos meios de comunicação social e aproveitou para destacar a forma como tudo decorreu com os milhares de festivaleiros presentes, "sem incidentes graves", e a própria população não registou qualquer atrito com os forasteiros, regozijou-se.
Vincou que estava "muito satisfeito com este Festival" e mostrou-se disposto a "continuar na mesma linha que eu acho ser certa e de futuro".
O representante da Caixa Agrícola Mútuo agradeceu publicamente o trabalho desenvolvido por todos os que se envolveram na organização do evento, motivo de orgulho para quem o patrocinou.
"Este é um Festival de pessoas e para pessoas"
O momento foi aproveitado de igual modo por Paulo Ventura, da "Surprise & Expectation", para agradecer a todas as entidades que assumiram a preparação e organização do evento que estava prestes a finalizar, sem esquecer os órgãos de informação que "nos levam a todo o lado da maneira certa", crê.
Citou também as pessoas presentes nos concertos, motivo de apresentar o CA Vilar de Mouros como "de pessoas e para pessoas" que vivem do que "se passa naquele palco, no recinto e fora dele".
Na sua ótica, "tivemos um Festival incrível com concertos extraordinários", apontando para pelo menos 10 deles, em que "prevaleceu a música", na senda do que sempre foi Vilar de Mouros.
Próxima edição poderá ser entre 11 e 14 de Agosto
Questionado no final sobre as datas e número de dias da edição de 2027, aproveitou para explicar que devido ao Covid, "começámos (empresas organizadoras) a andar todos para trás" em termos de datas.
Fruto dos contatos existentes entre as diferentes organizações de festivais, Paredes de Coura assumiu que pretende regressar às data anteriores, o que coloca o de Vilar de Mouros perante a hipótese de voltar à semana que foi sempre a sua nos primeiros anos (última semana de Agosto), ou realizá-lo antes do evento do concelho courense, como chegou a suceder em edições anteriores, apontando preferencialmente para os dias 11-14 de Agosto (regressando aos quatro dias), mas sem confirmação, o que sucederá no princípio de Setembro, incluindo os artistas.
Paulo Ventura disse ter já alinhados alguns artistas para o próximo ano, mas disse ser-lhe impossível revelá-los desde já, indicando apenas que um deles tem sido insistentemente solicitado para vir a Vilar de Mouros, e que o próprio deseja atuar aqui.
"Os números não nos importam"
Rejeitou igualmente apontar para o número de festivaleiros presentes este ano, porque "o nosso número é o das pessoas que estão lá dentro", e "a missão só está cumprida quando todos nós estamos felizes".
Aproveitou para se regozijar com a "alegria" e a "vontade incrível para fazer isto" que os novos executivos autárquicos aportaram, fazendo-o de uma "forma diferente", sem "estarmos presos ao que se fez e que foi muito bonito", mas sempre na perspetiva de "fazer melhor em todas as áreas do Festival.