Luísa Gomes, natural de Argela, é a dona do Café Central há 24 anos.
"Já passei aqui muitos festivais", relatou ao C@2000 no primeiro dia do Festival, em que ainda teve tempo para exprimir a sua opinião sobre este evento, no meio da azáfama em servir os inúmeros clientes, mas nunce teve oportunidade de apreciar com tranquilidade uma única banda que fosse, apenas lhe sendo possível "ver uns bocadinhos após fechar o bar, espreitando de cima da ponte", lamentou.
"Não tenho tempo"
"Gostava de ir lá ver ao menos uma banda, mas não tenho tempo", insistiu.
No entanto, não se queixa do negócio durante estes dias e os que os precedem quando começam a chegar os primeiros campistas.
"Isto é muito bom para a freguesia, para os comerciantes", admitiu, além de considerar que toda gente beneficia com este acontecimento que deu nome a Vilar de Mouros.
"É como a formiguinha, há que aproveitar momentos como este", apesar de serem dias "muito trabalhosos" e ver-se forçada a "meter pessoal", mas "vale a pena", reforçou.
"Não tenho queixa"
Nada tem a dizer dos festivaleiros que passam pelo estabelecimento situado no centro da freguesia. São todos muito calmos, assim os define: "não tenho queixa".
Claro que espera que "Vilar de Mouros" se repita por muitos e bons anos.