A Junta de Freguesia estabeleceu a Festa "Viver o Rio" para o primeiro fim-de-semana de Agosto (2 e 3), divulgou Dionísio Rua, presidente do Executivo local, no decorrer da Assembleia de Freguesia, na qual deu ainda destaque a algumas realizações a nível de melhorias de pavimentos nas rua da Seara, S. Adrião, Pavilhão e Sobral (incluindo a travessa com o mesmo nome), melhoramentos merecedores de apreço por parte da oposição.
A autarquia seixense citou ainda diversas acções de limpeza em diversos pontos, apontando como exemplo a zona envolvente da capela da Srª da Ajuda e embelezamento do Largo de S. Bento e publicou um edital sensibilizando os pescadores a retirar os seus apetrechos de pesca da beirada do rio, de modo a evitar possíveis acidentes numa zona pública, assim com procedeu à remoção dos varais.
A Junta insistiu que a praia foi limpa mas ainda não se encontra devidamente asseada, voltando a pedir aos profissionais de pesca que tenham cuidado com o lixo, porque "a marginal é de todos", vincou Dionísio Rua.
A abordagem à zona da marginal, permitiu ao delegado da oposiçãio Ilídio Pita inteirar-se sobre o processo concursal do Bar dos Pescadores, obtendo como resposta que o mesmo se encontrava em curso.
A protecção do largo da feira mereceu um pedido de atenção da parte de outro eleito pela OCP, Marcelo Malheiro, atendendo à proximidade da Festa de S. Bento, mas a Junta endereçou essa responsabilidade para a Confraria.
A antiga escola de Coura passará para a gestão da junta de freguesia, e Dionísio Rua revelou que o processo de comodato por 35 anos já se encontra concluído, pretendendo formalizá-lo após as férias de verão.
Um terreno da freguesia que um particular pretendia comprar, já foi objecto de avaliação, tendo sido estabelecido o preço de 20.000€, anunciou o autarca seixense, após ter sido interpelado nesse sentido por Ilídio Pita.
Uma intervenção realizada por Ilídio Pita na reunião anterior, a respeito das contas apresentadas pelo Executivo em Abril, em que pôs em causa a sua legalidade, levou agora Paulo Pereira, presidente da assembleia de freguesia, a verberar a sua atitude, confrontando-o com legislação apropriada, e vincando que os delegados são a "entidade fiscalizadora".