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O NRP Rio Minho tem novo Comandante
O Segundo-tenente Martin Fedorchuck tomou hoje posse como comandante do NRP Rio Minho, rendendo no cargo o Primeiro-tenente Santos do Nascimento.
A cerimónia de entrega de comando ocorreu a bordo do navio em Vila Nova da Cerveira, tendo sido presidida pelo Comandante Naval, Vice-Almirante Nuno Chaves Ferreira.
No decorrer da cerimónia, o Comandante Naval, para além de enaltecer a relevante ação do navio ao longo dos últimos anos e de destacar a excelente cooperação mantida com as autoridades espanholas no Troço Internacional do Rio Minho, bem como com as autarquias locais, sublinhou que a Marinha portuguesa, com mais de 705 anos de existência, tem, para além da sua principal missão de defesa militar da República, como princípio basilar, a prestação de serviço público aos portugueses e ao País, mantendo uma presença naval permanente nos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional.
Por fim, o Comandante Naval felicitou o Primeiro-tenente Santos do Nascimento, comandante cessante, por todo o trabalho realizado, demonstrando ser um oficial de elevada competência profissional, disponibilidade e entrega.
Congratulamos o Comandante cessante pelo período que esteve em funções e desejamos votos de muito sucesso, mares calmos e ventos de feição ao Segundo-tenente Martin Fedorchuck, e a toda a sua guarnição!?
Marinha Portuguesa
Água fornecida no Alto Minho apresenta indicador de água segura de 99,32%
Pela primeira vez (antes e após a criação da parceria) a água para consumo humano distribuída no Alto Minho apresenta, um indicador de água segura de 99,32% de acordo com o relatório anual da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
O "Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos em Portugal - RASARP", no qual a ERSAR divulga os dados da qualidade da água distribuída para consumo humano de 2022, veio confirmar que a água distribuída pela Águas do Alto Minho, possui um indicador de água segura igual a 99,32 %, reflexo da qualidade e segurança da água distribuída.
O referido relatório pode ser consultado aqui.
De acordo com a ERSAR os municípios de Arcos de Valdevez, Caminha, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Valença e Viana do Castelo apresentaram um indicador de Água Segura superior a 99%. Vila Nova de Cerveira também se destaca pela positiva por ter subido o seu indicador de água segura de 97,73%, em 2021, para 98,14%, em 2022, o que representa um aumento muito significativo da qualidade de água em apenas um ano.
No global regista-se uma evolução favorável da percentagem de água segura o que vai de encontro às expetativas dos 7 municípios do Alto Minho quando decidiram agregar-se e criar a empresa Águas do Alto Minho.
De acordo com António Maria Lisboa, o responsável pela Qualidade da Água da Águas do Alto Minho, "a evolução dos índices de qualidade da água fornecida pela Águas do Alto Minho aos seus Clientes, demonstra o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela empresa desde a data da sua criação. Estes resultados devem-se a uma série de melhorias que têm vindo a ser implementadas, tais como a construção, reforço e melhoria de postos de tratamento de água, cuidados de higienização regular das infraestruturas (reservatórios e redes de distribuição), equipas dedicadas e rotinas sistematizadas de monitorização e controlo da qualidade da água, acompanhamento e limpeza das origens de água, entre outros aspetos." Reforça, ainda, que "para se atingirem estes níveis de excelência, nunca será demais, destacar a dedicação e empenho das equipas operacionais que intervêm diariamente na infraestrutura de abastecimento de água."
Os resultados evidenciam o forte compromisso da Águas do Alto Minho para com os seus Clientes e Municípios Parceiros, na prestação de um serviço de excelência.
Águas do Alto Minho
Comércio de proximidade sem apoios efetivos à transformação digital
O comércio e os serviços de proximidade são indubitavelmente o setor que mais contribui para o emprego e criação de riqueza no país.
Marcado por negócios ágeis, mas de pequena dimensão, não tem o devido reconhecimento pela classe política, seja pela ausência de grandes players, seja pela falta de espírito associativo.
Porém, a sua importância para a economia, para as comunidades locais, para a regeneração e dinamização da vida urbana e/ou rural, é absolutamente crucial em Portugal, como em qualquer parte do mundo.
Este setor tem vindo a atravessar revoluções sucessivas que o obriga a adaptar-se e reinventar-se constantemente. A mais recente e provavelmente a mais complexa de todas é a da transformação digital.
A pequena dimensão dos operadores, leia-se fraca capacidade de investimento em processos de evolução tecnológica, associada à insuficiente capacitação digital dos empresários e dos seus quadros, torna esta este processo de transição verdadeiramente difícil. Mas não impossível, claro.
Em Portugal, à boleia do PRR - desenhado e pensado num contexto de pandemia para assegurar a resiliência e recuperação da economia durante e após aquele excecional período - o Governo promete promover a transição digital das empresas do setor com duas medidas que beneficiam de um envelope financeiro relativamente generoso: os "Bairros Comerciais Digitais", com 52,5 milhões de euros, mais um previsível reforço de 25 milhões; e as "Aceleradoras de Comércio Digital", com 55 milhões de euros.
Infelizmente, embora estes 132,5 milhões de euros estejam inscritos no eixo das Empresas do PRR, a verdade é que os investimentos promovidos pelas empresas na sua transformação digital não têm acesso a nenhuma destas medidas.
Os promotores das candidaturas dos Bairros Comerciais Digitais são as Câmaras Municipais e eventualmente as Associações Empresariais e as Aceleradoras são promovidas por estruturas associativas.
Sem querer beliscar o mérito dos programas, imagine-se que se quer melhorar a eficiência energética de um estabelecimento e que os incentivos desenhados pelos Governo apenas apoiam os investimentos realizados na rua e que estes, no máximo, só podem ir até a porta do prédio. Ora, salvaguardando as devidas diferenças é disto que se trata.
O Governo quer apoiar a digitalização do setor, mas entrega a maior fatia do orçamento disponível às Câmaras Municipais para investimentos em hardware e software para o espaço público e o restante é reservado à criação de soluções coletivas de promoção digital (como marketplaces) e à realização de diagnósticos de maturidade digital, no caso das Aceleradoras de Comércio Digital.
Claramente privilegiando a quantidade em vez da qualidade, o Governo através destas medidas prevê criar 95 Bairros Comerciais Digitais, que abrangerão mais de 25 mil estabelecimentos e criar 25 Aceleradoras de Comércio Digital que preveem apoiar 30 mil empresas.
Estamos, no entanto, convictos que 132,5 milhões de euros depois, o estado da arte pouco ou nada mudará. A ansiada e prometida Transformação Digital a acontecer será por razões de mercado e pelo esforço dos empresários, porque os programas desenhados pelo Governo são claramente inconsequentes, caso não sejam complementados por um programa de apoio ao investimento das empresas. Um programa de apoio ao investimento na modernização dos estabelecimentos comerciais e de serviços de proximidade, com ênfase nos investimentos em transformação digital, mas que também preveja investimentos na modernização física dos estabelecimentos.
Lembramos que o último programa de apoio à modernização do comércio já teve lugar há mais de uma década e que no âmbito do PT2020 (e, infelizmente, espera-se igual dificuldade de enquadramento no PT 2030) estes projetos não tinham enquadramento previsto, ou seja, não tinham possibilidade de se candidatar.
Todavia, o Fundo de Modernização do Comércio continua a ser alimentado, ano após ano, com as receitas decorrentes dos licenciamentos de Centros Comerciais e Grandes Superfícies Especializadas e o Governo teima em não cumprir com a ideia base deste Fundo, que consiste em reverter as taxas arrecadadas com o licenciamento das grandes superfícies para a modernização do pequeno comércio.
Assim sendo, as Associações subscritoras reivindicam junto do Governo a criação de um programa de apoio à modernização do Comércio, com a maior brevidade possível, assim como, a criação de avisos de candidatura no âmbito do PT2030 desenhados especificamente para os desafios do comércio e serviços de proximidade.
O futuro não espera pelo comércio de proximidade. É tempo de agir com coragem e determinação.
Associação Empresarial de Viana do Castelo
Boa prática de turismo acessível no Alto Minho selecionada como uma das Top 100 Destination Sustainability Stories de 2023
O trabalho desenvolvido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) sobre turismo acessível, no âmbito do projeto "Cultura para Todos", foi selecionado como uma das Top 100 histórias de 2023 pela Green Destinations, no que diz respeito aos destinos verdes sustentáveis.
A seleção de 2023 reconheceu a iniciativa do Alto Minho intitulada "Culture for All, making tourism accessible in Alto Minho" (Cultura para Todos para um turismo acessível no Alto Minho), que realça o compromisso da CIM Alto Minho na promoção da inclusão e acessibilidade cultural e turística na região.
Esta boa prática, integrada no projeto "Cultura para Todos", surgiu com o intuito de promover a acessibilidade e a inclusão em espaços culturais/patrimoniais, também com perfil turístico. O trabalho desenvolvido pela CIM Alto Minho consistiu na realização de diagnósticos das condições de acessibilidade física e comunicacional a um conjunto diversificado de equipamentos e festivais/eventos culturais nos dez municípios da região.
Como resultado deste trabalho, foram elaborados relatórios detalhados com orientações específicas para a melhoria das condições de acessibilidade nesses espaços, de modo a auxiliar os técnicos responsáveis pela sua gestão e a apoiar a decisão dos gestores políticos. A informação sobre cada um dos espaços está disponível na plataforma TUR4All, especializada em turismo acessível e traduzida em cinco idiomas, contribuindo, assim, para a consolidação do Alto Minho como um destino de excelência, acessível e inclusivo.
Refira-se que a competição Green Destinations TOP 100 (Sustainability) Stories recebe anualmente histórias de turismo sustentável e boas práticas de destinos de todo o mundo, para servirem de inspiração a outras regiões, profissionais do setor de turismo e turistas.
Ao partilhar as suas histórias, as instituições responsáveis pela gestão de destinos são conhecidas e reconhecidas pelas soluções que encontraram para responder a desafios e problemas relacionados com a atividade turística e a sua sustentabilidade. Num período de grandes desafios para o setor do turismo desde março de 2020, a organização da competição celebra a resiliência e o trabalho árduo dos destinos que se esforçam para se tornarem destinos mais responsáveis.
As histórias submetidas foram avaliadas pela equipa do Green Destinations Top 100 e por especialistas de vários países e parceiros da Green Destinations (Green Destinations, QualityCoast, Travelife, ITB Berlin, Asian Ecotourism Network, Ecotourism Australia, Global Ecotourism Network, Sustainable First e GLP Films), coordenados pela Fundação Green Destinations. A competição também contou com o apoio da Future of Tourism Coalition.
O comité do Top 100 selecionou os 100 melhores destinos após uma pré-seleção baseada num nível mínimo de conformidade com os critérios essenciais do Green Destinations Standard e, posteriormente, criou a lista dos 100 com base na avaliação das histórias de boas práticas submetidas.
A história "Culture for All, making tourism accessible in Alto Minho" (Cultura para Todos para um turismo acessível no Alto Minho) e a lista dos 100 melhores de 2023 está disponível na página oficial da Green Destinations, em Green Destinations website.
Sobre a Green Destinations
A Green Destinations é uma organização sediada nos Países Baixos que trabalha na avaliação, capacitação e certificação de destinos e empresas empenhadas no desenvolvimento do turismo sustentável. A Green Destinations gere uma série de programas globais através de uma equipa central de coordenadores e gestores de programas. A organização lidera uma parceria global de mais de 50 representantes, composta por peritos em turismo sustentável, consultorias e organizações sem fins lucrativos; trabalha em benefício da comunidade de "Destinos Verdes/Sustentáveis". Até à data, mais de 450 destinos e 50 empresas de 60 países já participaram num dos seus programas. Juntamente com a Comunidade de "Destinos Verdes", a organização tem como objetivo promover o turismo e torná-lo mais sustentável.
CIM Alto Minho
GNR: Atividade operacional semanal
O Comando Territorial de Viana do Castelo, levou a efeito um conjunto de operações, no distrito de Viana do Castelo, na semana de 2 a 8 de outubro, que visaram a prevenção e o combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:
1. Detenções: 22 detidos em flagrante, destacando-se:
" 12 por condução sob o efeito do álcool;
" Seis por condução sem habilitação legal;
" Dois por tráfico de estupefacientes;
" Dois por violência doméstica.
2. Apreensões:
" 960 doses de haxixe;
" 450 doses de MDMA;
" 19 doses de cocaína;
" 390 euros em numerário;
" Duas armas brancas;
" Um telemóvel;
" Uma balança.
3. Trânsito:
Fiscalização: 309 infrações detetadas, destacando-se:
" 178 por excesso de velocidade;
" 36 por excesso de peso;
" 30 por falta de inspeção periódica obrigatória;
" 16 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
" Nove por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistemas de retenção para crianças;
" Sete por falta de seguro de responsabilidade civil;
" Seis por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
" Cinco relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
" Cinco relacionadas com pneus;
" Três relacionadas com tacógrafos.
Sinistralidade: 32 acidentes registados, destacando-se:
" Uma vítima mortal;
" Três feridos graves;
" Sete feridos leves.
4. Fiscalização Geral: Dois autos de contraordenação:
" Dois no âmbito do consumo de estupefacientes.
5. Ações de sensibilização:
" 15 no âmbito do Programa "Idosos em segurança", tendo sido sensibilizados 159 idosos;
" Quatro no âmbito dos "Direitos Humanos", tendo sido sensibilizadas 160 crianças e jovens;
" Três no âmbito da iniciativa "O Papel da GNR", tendo sido sensibilizadas 240 crianças e jovens;
" Três no âmbito da Operação "Bom Caminho", tendo sido sensibilizados 105 peregrinos;
" Duas no âmbito do Programa "Escola Segura", tendo sido sensibilizadas 317 crianças.
GNR
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