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Portagens na A28

Foi agora anunciada a redução de 30% do custo das portagens em seis autoestradas portuguesas.

O Governo de Portugal teimosamente continua a desprezar Viana do Castelo e o Alto Minho. O nosso veemente protesto pela continuada discriminação a quem aqui reside, investe ou trabalha.

A história é longa, os episódios já demasiado vistos . Com o objetivo inconfessável, vamos lá saber por quê, de perpetuar Viana do Castelo e o Alto Minho nos últimos lugares do ranking da mobilidade e acessibilidade dos distritos de Portugal.

Não bastava o arrastamento , para alguns eterno, da conclusão da A28 até Valença, com claro favorecimento de outros territórios em detrimento de uma Região que pretende maior coesão territorial e mais justa repartição da riqueza.

Viana do Castelo e o Alto Minho têm sido constantemente penalizados . Em 2011, com a introdução de portagens. Mais tarde, em 2016, com a não inclusão num regime complementar de redução das taxas de portagem então praticados em lanços e sublanços de cinco autoestradas. Agora ,em Setembro de 2023, com o objetivo de "repor a justiça territorial", a A28 não está incluída nas autoestradas que vão ter as portagens reduzidas em 30%.

Basta. Basta de ignorar uma Petição , apresentada em Novembro de 2017 na Assembleia de República, de mais sete mil Empresários, Trabalhadores, Autarcas e Residentes de todo o Alto Minho. Basta de ignorar as pretensões de Empresários e Trabalhadores, em que muitos deles diariamente se deslocam para a maior zona industrial de Viana do Castelo e da Região.. Basta de ignorar a intensidade e importância da relação e movimento transfronteiriço. Basta de ignorar as legítimas e justas reivindicações , nomeadamente em matéria de acessibilidades e mobilidade, dos Vianenses e Alto-Minhotos.

A AEVC- Associação Empresarial de Viana do Castelo, agora reconhecida como Câmara de Comércio e Indústria, exige a reavaliação desta atual decisão, a eliminação do pórtico 4 da A28 ou a sua relocalização e , porque demasiado importante para a nossa Região e de tal não abdicamos, a conclusão da A28 até Valença.

AEVC



CIM ALTO MINHO PEDE REUNIÃO URGENTE A MINISTRA DA COESÃO TERRITORIAL

Em causa está a decisão do Governo de excluir a A28 da redução de 30% nas portagens de várias ex-SCUT

Reunido hoje, dia 29 de setembro, ao final da tarde, em reunião extraordinária, o Conselho Intermunicipal da CIM Alto Minho decidiu solicitar uma reunião, com caráter de urgência, com a ministra da Coesão Territorial, face à exclusão da A28 da redução de 30% nas portagens de várias ex-SCUT (Sem Custos para o Utilizador).

A A28 é a autoestrada que liga o Alto Minho ao Porto, servindo um território de baixa densidade com características de interioridade, e com carácter transfronteiriço que também faz a ligação à vizinha Galiza.

O Conselho Intermunicipal, que integra os 10 municípios do Alto Minho, não compreende as razões desta via estruturante para o território não ter tido o mesmo tratamento que outras infraestruturas rodoviárias do país, pelo que pretende abordar a possibilidade de reverter a decisão tomada pelo Governo, impedindo, assim, nova discriminação negativa das populações e empresas da região.

Refira-se que em 2011 o Alto Minho foi duramente penalizado com a introdução de portagens, situação gravosa para as relações económicas, comerciais e turísticas do Alto Minho com a Galiza, que reduziu significativamente a atividade económica nos sectores do comércio, restauração e hotelaria.

A CIM Alto Minho espera poder ter o acolhimento por parte da ministra da Coesão Territorial da reavaliação desta situação, com a aplicação do regime de reduções das portagens na A28.

CIM Alto Minho



Do lixo ao luxo | Alumni do IPVC chegam à Paris Design Week

O coletivo Gir Gir nasce do trabalho desenvolvido por dois antigos alunos da licenciatura em Design do Produto, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo, aos quais se juntaram mais dois jovens. A força deste coletivo está na capacidade e na visão que todos tiveram para juntar, num só projeto, profissionais com conhecimentos diferenciados. O coletivo surgiu há menos de um ano e já teve honras de internacionalização, marcando presença na Paris Design Week, com Honey, uma coleção que aposta nos desperdícios normalmente negligenciados da indústria do mármore.

Apresenta-se como "um coletivo alimentado pela criatividade, unido por um propósito e dedicado a redefinir as possibilidades do design sustentável". Gir Gir é um projeto composto por quatro jovens empreendedores que viram na formação e experiência, diversificada de cada um, a forma de unir conhecimento e avançar para o terreno, alicerçados em premissas como a sustentabilidade, a reutilização, a redefinição, o reaproveitamento e a circularidade.

Criado há menos de um ano, Gir Gir, coletivo composto por Ana Rita Pires e André Teoman, antigos estudantes do curso de licenciatura em Design do Produto, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo, aos quais se juntaram Ângela Costa Leal e Filipe Meira, já teve a sua primeira grande experiência internacional. Recentemente, marcou presença na Paris Design Week. Apresentou a Honey Collection e, garantem, as reações à coleção deixam antever que o projeto está a desenvolver-se no caminho certo.

Em parceira com a Stone Dark, Gir Gir viu nos resíduos de mármore deixados por esta empresa vianense uma forma de reaproveitamento. "Ao mostrarmos o potencial das sobras industriais, procuramos inspirar indústrias e indivíduos a olhar para o desperdício de outra forma e a transformá-lo num recurso valioso", explica Ana Rita Pires.

Primeira coleção de Gir Gir conta a história por detrás de cada peça

"Já tínhamos a ideia de criar uma marca e desenvolver produtos com resíduos da indústria. O que poderia ser um problema para a indústria e a sociedade em geral acaba por ser uma solução para nós. E uma solução pensada de forma criativa e também apostada em levantar questões. O que é ou não lixo? O que é ou não belo? Esta é a base de Gir Gir", acrescenta André Teoman.

A Coleção Honey é composta por peças como mesas de apoio ou de centro, candelabros ou espelhos. "Começámos por peças mais pequenas e, por isso, mais fáceis de transportar. Nesta primeira coleção, quisemos assumir o material, ou seja, as nossas peças mostram não só o mármore, mas o restante material, como o alumínio, e temos tido um ótimo feedback. Na verdade, ao revelarmos todo o material usado em cada peça, estamos a contar a história por detrás de cada delas", descreve, ainda, Ana Rita Pires.

André e Ana Rita, dois alumni do Politécnico de Viana do Castelo, trabalhavam já no Studio, projeto desenvolvido por André desde 2015, mas no qual entenderam que o conceito de Gir Gir não se enquadrava. Lançaram então este coletivo, com a colaboração de mais dois colegas, um mais ligado ao marketing online e outro à parte comercial, e depois de Paris têm já presença garantida, em novembro, no Dubai e candidaturas para outras exposições internacionais.

Instituto Politécnico de Viana do Castelo



Exposição do 25º aniversário do Camões - Centro Cultural Português em Vigo

Celebraremos no próximo dia 26 de outubro os 25 anos do Camões - Centro Cultural Português em Vigo. Em 1998, o Concello de Vigo cedeu ao Camões, I.P. a casa laica mais antiga da cidade, edifício emblemático no qual, desde esse ano, temos tido o privilégio de desenvolver uma dinâmica atividade de promoção e difusão da língua e cultura portuguesas na Galiza.

No sentido de celebrar toda esta história de amizade que une a Galiza e Portugal, apresentaremos a exposição 25 anos do Camões - Centro Cultural Português em Vigo, uma retrospetiva das atividades que desenvolvemos, dos parceiros que colaboram connosco e das pessoas que se juntaram a nós ao longo deste quarto de século.

A exposição estará patente na sala multiusos do Camões - Centro Cultural Português em Vigo entre 26 de outubro e 29 de novembro de 2023.

Camões - Centro Cultural Português em Vigo



Taxa de execução do PDCT no Alto Minho supera a média regional

Na reunião do Conselho Intermunicipal (CI) da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), que teve lugar no dia 25 de setembro, em Viana do Castelo, foi revelado que a taxa de execução do Plano de Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT) na região atingiu um impressionante patamar de cerca de 94,2%, conforme os últimos dados oficiais da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). Essa conquista coloca o Alto Minho à frente da média de execução da Região Norte em cerca de 10 pontos percentuais, situação que, aliás, já se mantém desde há um ano, reforçando, assim, o compromisso da CIM Alto Minho com o desenvolvimento sustentável e a concretização de projetos estratégicos na região.

O PDCT, que abrange áreas fundamentais como a eficiência energética, apoio ao emprego e às empresas, cultura e inclusão, infraestruturas escolares, e promoção do sucesso escolar, tem sido alvo de uma gestão criteriosa e dedicada, permitindo alcançar este notável índice de execução. Esta meta reflete não só o empenho da CIM Alto Minho e dos seus dez municípios associados, como também dos agentes locais dos sectores público e privado, em cumprir os objetivos traçados para o desenvolvimento social e económico do território.

Além disso, na mesma reunião, foi aprovado o Plano de Ação do Investimento Territorial Integrado (ITI) da CIM Alto Minho/ Estratégia "Alto Minho 2030", que irá substituir o atual PDCT, adotando a designação de CDCT - Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial do Alto Minho, e que prevê um investimento global na ordem dos 128 milhões de euros. Este plano de ação, que será apresentado ao Programa Operacional Regional Norte 2030, irá orientar as políticas e os projetos de investimento da região nos próximos anos, englobando diferentes tipologias de intervenção relacionadas, por exemplo, com infraestruturas de educação; equipamentos sociais; espaços do cidadão nas freguesias; eficiência energética na administração pública, nas IPSS e na habitação social; ciclo urbano da água - abastecimento em baixa e gestão de resíduos; promoção do sucesso educativo; proteção civil; mobilidade urbana/intermunicipal multimodal sustentável; reabilitação e regeneração urbanas; incentivos às empresas; empreendedorismo e criação de emprego; segurança e inclusão; valorização do património (histórico e natural); património cultural e museus; e produtos turísticos com vista à criação de destinos turísticos de dimensão sub-regional e local.

O presidente da CIM Alto Minho, Manoel Batista, destacou a importância destes avanços, sublinhando que "a alta taxa de execução do PDCT demonstra o compromisso da CIM Alto Minho com a realização de projetos que realmente fazem a diferença na vida dos cidadãos. Ao mesmo tempo, a aprovação do Plano de Ação do ITI da CIM Alto Minho representa um marco significativo no planeamento estratégico da região, fortalecendo a visão de um Alto Minho mais competitivo, mais atrativo, mais conectado e mais resiliente".

A reunião do CI da CIM Alto Minho foi ainda marcada pela transição da vice-presidência de Augusto Marinho, presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, para António Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Monção. Refira-se que a mudança de titularidade no exercício deste cargo havia sido deliberada na reunião do CI de 26 de outubro de 2021, na sequência das eleições autárquicas de 26 de setembro de 2021 e da instalação dos órgãos da Comunidade Intermunicipal. A CIM Alto Minho agradece ao presidente Augusto Manuel dos Reis Marinho pelo seu compromisso e dedicação durante o seu mandato.

CIM Alto Minho



CIM Alto Minho promoveu inclusão com lançamento de livros em multiformato

"A Flora e a Carta mais Importante do Mundo" e "Lendas do Alto Minho" são as mais recentes publicações da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), apresentadas no dia 25 de setembro, no Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA) de Viana do Castelo, com um conceito inovador, pela particularidade de reunir, num único exemplar, diferentes formatos que oferecem múltiplas opções de leitura. As duas publicações incluem texto aumentado, braille, imagens em relevo (para crianças cegas ou com baixa visão) e pictogramas (para crianças com incapacidade intelectual ou limitações de outra natureza). Além disso, incorporam um QR Code que direciona para o site da CIM Alto Minho (www.cim-altominho.pt), onde o conteúdo está disponível em audiolivro, vídeolivro em Língua Gestual Portuguesa (LGP) e audiodescrição das imagens/ ilustrações, tornando-os verdadeiramente inclusivos e acessíveis a um vasto público leitor.

A escolha desta data para o lançamento das obras em multiformato não foi por acaso, pois a CIM Alto Minho aproveitou para assinalar o Dia Internacional das Línguas Gestuais, comemorado a 23 de setembro pela ONU. Manoel Batista, presidente da CIM Alto Minho, destacou a relevância deste dia, enfatizando que "a ONU tem como objetivo aumentar a consciencialização sobre a importância das línguas gestuais na plena realização dos direitos humanos das pessoas surdas, reconhecendo a importância de proteger e defender as línguas gestuais como parte da diversidade." Sublinhou que estas publicações em multiformato "são um recurso acessível a todos e serão oferecidas a várias entidades e instituições do Alto Minho, demonstrando o compromisso da comunidade intermunicipal com a inclusão de todos os cidadãos do território."

Por outro lado, o dia 25 de setembro foi dedicado à celebração do Dia Nacional da Sustentabilidade, coincidindo com a adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pela ONU. O livro "Flora e a Carta Mais Importante do Mundo" representa um contributo significativo para esta causa, ao demonstrar como a literatura pode ser uma ferramenta poderosa na educação e sensibilização para a consciência ambiental e na promoção de um estilo de vida mais sustentável.

É relevante notar que a sustentabilidade é uma das preocupações centrais da CIM Alto Minho, refletida tanto na sua estratégia para os próximos anos - a Estratégia "Alto Minho 2030", como nos projetos que desenvolve. Neste contexto, merece destaque o recentemente aprovado projeto transfronteiriço "Agenda 2030 Local", candidatado ao POCTEP, que visa impulsionar o desenvolvimento sustentável e inclusivo, promovendo sinergias entre pequenos municípios rurais e a identificação de desafios comuns para a criação de projetos transfronteiriços.

Além da apresentação pública dos livros em multiformato, desenvolvidos pelo Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID) da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, o evento ficou marcado pela intervenção de Célia Sousa, docente e coordenadora do CRID, sobre "A Importância da Comunicação Inclusiva", terminando com um breve momento musical pela Companhia de Artes Performativas em Movimento, da APPACDM de Viana do Castelo. A sessão de abertura do evento contou também com a intervenção do presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre. Todo o evento teve interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP), e reuniu diversos participantes entre autoridades e representantes de diversas organizações sociais do Alto Minho.

CIM Alto Minho



Turismo do Porto e Norte trilha o caminho da sustentabilidade

Está em marcha o "Movimento para a Sustentabilidade", que pretende sensibilizar e apoiar todos os agentes do setor do turismo a empreender uma mudança de atitude nos domínios ambiental, social, cultural e económico.

O Turismo do Porto e Norte está fortemente empenhado em ver o destino certificado como "Destino Sustentável". O caminho da sustentabilidade é incontornável e um desígnio assumido por todo o setor, cada vez mais ciente de que esse é o trilho que vai garantir o futuro próspero da atividade turística.

Para atingir esse objetivo no turismo da região, foi criado o "Movimento para a Sustentabilidade", que está a fazer um trabalho que qualifique e promova o setor privado do destino nos domínios ambiental, social, cultural e económico.

Luís Pedro Martins, o presidente do Turismo do Porto e Norte, é um entusiasta desta causa, e entende que "num futuro próximo os destinos que mais se destacarão serão aqueles socialmente responsáveis, que colocam no topo das prioridades da sua ação a preservação dos seus recursos naturais, a valorização da sua identidade patrimonial e que adotem comportamentos irrepreensíveis". E é com especial agrado que sinaliza a filiação do Turismo do Porto e Norte na Global Sustainable Tourism Council (CGCT), entidade de referência mundial nesta matéria, e que apoiará a região rumo ao processo de certificação.

Regista, ainda, "uma crescente preocupação dos agentes do setor em abraçar esta temática, diminuindo ao máximo a pegada turística e os seus impactos ambientais, económicos e sociais e reestruturando a sua oferta para ir ao encontro destas preocupações, que são cada vez mais levadas em conta pelos turistas para tomar a decisão quanto ao destino a visitar".

Luís Pedro Martins e a sua equipa propõem-se fazer este trabalho combatendo qualquer tentativa de green washing, porque "o pior que podemos fazer nesta temática é vender uma falsa promessa, por isso, o Movimento é também um momento de responsabilização, e um primeiro passo para uma verdadeira e séria Certificação". Uma mudança de mindset em toda a cadeia de valor, que pode ser ainda visível em questões como "a transição energética, a agenda para a economia circular, a digitalização e a formação dos recursos humanos".

Esta alteração de comportamentos é já visível na forma como muitas empresas de turismo colocam no topo das suas prioridades as questões da sustentabilidade, nomeadamente na baixa densidade, sabendo-se o quanto é importante o setor para o desenvolvimento económico e social das regiões.

O desenvolvimento do "Movimento para a Sustentabilidade"

O "Movimento para a Sustentabilidade" é uma iniciativa alargada que envolve todos os parceiros ligados à fileira turística para que percorram um caminho sustentável estratégico, através do programa "Ser Turismo Sustentável", que resultou de um aturado trabalho de auscultação de alguns players que, mesmo tendo a noção e vontade de se juntarem a este compromisso, tinham uma série de dificuldades em dar esse passo. As empresas que queiram assumir este compromisso com o destino devem então demonstrar esse interesse através do micro-site https://sustentabilidade.onortelaemcima.pt/

Turismo do Porto e Norte



MUNICIPIOS DO ALTO MINHO JUNTAM-SE À ODSLOCAL

Viana do Castelo recebe a conferência ODSLocal onde serão distinguidos os projetos que se destacam pelo seu contributo para o desenvolvimento sustentável

CANDIDATURAS ATÉ 1 DE OUTUBRO

A Plataforma Municipal dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Plataforma ODSlocal) conta com os municípios da Região do Alto Minho para atingir os ODS propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A Plataforma ODSlocal é uma iniciativa pioneira ao nível mundial, que tem como objetivo ajudar os municípios portugueses a atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Desde o seu lançamento, em 2020, já foram mobilizados 111 municípios de todo o país e mapeados 988 projetos locais, desenvolvidos por vários tipos de entidades, e 1405 boas práticas desenvolvidas pelas autarquias. Isto mostra o compromisso dos municípios em colocar as várias dimensões da sustentabilidade no centro das suas políticas e da sua ação diária para cumprirem os 17 ODS e as 169 metas propostas pela ONU, nomeadamente através de medidas de cariz ambiental e de transição energética, medidas de cariz social (como apoios a famílias desfavorecidas e equidade de género), incentivos a ações de educação para a reflorestação, entre outras.

A Plataforma ODSlocal vai distinguir três projetos que tenham um impacto positivo no avanço da Agenda 2030, sejam fortemente inspiradores e possuam um elevado potencial de replicação.

Entre os projetos mais recentes da região do Alto Minho (dos municípios de Viana do Castelo, Valença, Ponte de Lima e Arcos de Valdevez) registados no portal ODSlocal, encontram-se:

Vianacon - Convenção de jogos de tabuleiro modernos, com workshops de formação, com o propósito do desenvolvimento de competências usando os jogos de tabuleiro, os quais têm vindo a ter um papel mais ativo na sua utilização como objeto didático e de criação de mais-valias no campo do ensino. A sua utilização no desenvolvimento de competências tem dado muito bons resultados. Incluem-se jogos para desenvolver o conhecimento sobre temas de biologia, ecologia ou história, para o desenvolvimento de capacidades de cálculo, de velocidade de raciocínio, e que ajudem a desenvolver as faculdades de colaboração, estratégias e concentração.

Os jogos podem ser usados desde escolas primárias até lares e universidades seniores, para ajudar um envelhecimento saudável, e a manter faculdades numa idade mais avançada, como a memória e destreza e a concentração. Os jogos de tabuleiro podem ser utilizados para o desenvolvimento dos jovens, para ajudarem os adultos a alcançar saídas profissionais, mas também na formação e no team building, na terceira idade, como uma ajuda para se manter capacidades motoras e cognitivas, e mesmo no desenvolvimento de pessoas com limitações físicas e cognitivas.

As Nossas Metas globais - A Escola Básica do Cabedelo, do Agrupamento de Escolas de Monte da Ola, promove atividades de sensibilização em diferentes espaços públicos e escolas, com o objetivo de fomentar a consciencialização para questões ambientais, tornando os alunos cidadãos ativos ao nível local. Os trabalhos apresentados ao público são o resultado da imaginação e da criatividade, onde se estimulou a relação com as metas globais dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Foi elaborado um livro (disponível em várias bibliotecas) e realizada uma exposição. Este projeto tem como objetivo principal, através da educação, mudar o comportamento dos alunos e a mentalidade da sociedade em relação às alterações climáticas e às ameaças ambientais, dando a conhecer a agenda dos ODS.

Campo Escola - Este projeto é uma experiência educativa não formal prolongada, de dois a quinze dias, com o objetivo de permitir momentos formativos lúdico-recreativos assim como a própria experiência de vida na Natureza. Todas as atividades do Campo Escola são realizáveis através da co-responsabilização dos participantes (Economia Qualitativa). Essa co- responsabilização pode manifestar-se como apoio monetário (simbólico), trabalhos de manutenção do espaço Campo Escola, oferta de material útil ou víveres, ou de outra forma sugerida. O Campo Escola organiza laboratórios artísticos, oficinas de sobrevivência, montanhismo, concílios com temáticas de importância para o desenvolvimento humano (saúde, família, educação e sociedade). As formações vão muitas vezes ao encontro de outros espaços, como associações, teatros, escolas, organizações, comunidades, etc.

Oficinas de Criatividade Himalaya/Centro de Ciência Viva dos Arcos - Um espaço dedicado à figura e legado de um dos maiores cientistas e visionários portugueses da viragem do século XIX, conhecido por Padre Himalaya, nascido em Arcos de Valdevez. Assume-se como uma plataforma de promoção da ciência e das múltiplas áreas do Conhecimento abrangidas pelo investigador, como a Ecologia e a Eco sustentabilidade, encontrando nas famílias, nos jovens e na comunidade escolar o seu principal público-alvo. O percurso excecional deste homem é a base de desenvolvimento do projeto, que incorpora o "Núcleo Interpretativo Himalaya", um espaço documental e biográfico que recorre a discursos tecnológicos e informativos de última geração, e diversas salas e espaços dedicados à ciência e à pedagogia, como o "Centro da Ecocidadania" e o "Labirinto Himalaya", dedicado igualmente à figura universal deste cientista.

Meteofreixo na prevenção da comunidade - O Clube MeteoFreixo, criado em 2017/18 tem a sua génese no serviço meteorológico regional diário, conhecido por "TV Meteo". A previsão regular do tempo na região Minho, em vídeo, é seguida pela comunidade e instituições locais, através dos canais digitais disponibilizados. Esporadicamente, também são emitidos avisos de risco natural associados a eventos extremos (especialmente incêndios, geada, tempestades) e sobre a qualidade do ar local. O projeto alargou-se ao "centro de estudos climáticos", constituído por uma equipa de alunos investigadores que monitoriza os dados meteorológicos com publicações de relatórios mensais/anuais de temperatura e precipitação. Estes relatórios são publicados mensalmente no jornal Correio do Minho. Também são atividades desenvolvidas no MeteoFreixo os workshops de meteorologia para outras escolas, a formação ministrada a professores, a organização de congressos temáticos internacionais e a investigação.

MeteoFreixo - O projeto escolar do MeteoFreixo nasceu a partir da instalação de uma estação meteorológica analógica, em outubro de 2017. A participação de alunos neste projeto de ciências experimentais assegura o registo regular e tratamento dos dados meteorológicos, o que permite a publicação do boletim de previsão regional. O carater do serviço público da previsão do tempo passou a estar disponível em formato digital com o "TV MeteoFreixo", acessível nas diversas redes digitais. O projeto foi a concurso de Ciência Escolar da Fundação Ilídio Pinho, tendo sido selecionado para a Mostra Nacional dos melhores projetos, nas edições XV e XVI.

O projeto MeteoFreixo foi premiado com menção honrosa ao criar uma fórmula inovadora de Índice de RIsco NAtural de incêndio e geada (IRINA). Em novembro de 2018, o projeto MeteoFreixo organizou, em Ponte de Lima, o 1ºCongresso Transfronteiriço de Meteorologia e Alterações Climáticas, do qual houve uma 2ªedição em 2019 e uma 3ªedição em fevereiro de 2022. Recentemente, no âmbito da rede de escolas de clubes da Ciência Viva, o MeteoFreixo instalou um sismógrafo (sob supervisão técnica do Instituto Dom Luiz) e um sensor de medição de qualidade do ar.

"ODS no Alto Minho": O Alto Minho é constituído por dez municípios, seis dos quais são classificados como territórios de baixa densidade. Tendo em conta que os recursos humanos e económicos são escassos, os desafios para o alcance dos ODS são maiores. Desta forma, torna-se importante a avaliação de cada município, de forma a compreender quais os ODS que cada um está mais perto de atingir, ou onde será mais importante unir esforços com o município vizinho para realizar uma boa política de investimento. Durante as aulas de Estatística, os alunos foram convidados a estudar os ODS ao nível macro (por países). Através da Plataforma ODSLocal, um grupo restrito de professores e alunos analisou cada um dos ODS para poder dar uma visão mais detalhada e respostas mais assertivas para a região do Alto Minho.

As candidaturas ao Prémio ODSlocal são gratuitas e encontram-se atualmente a decorrer no site oficial (www.odslocal.pt/novo-projeto). Os interessados em participar terão até ao dia 1 de Outubro para candidatarem os seus projetos. Podem candidatar-se entidades privadas, com ou sem fins lucrativos, e serviços locais de entidades públicas que desenvolvam atividades nas áreas do ensino, saúde, cultura ou de natureza social, com exceção de autarquias. Estas poderão fazer parte destas candidaturas, em parceria com outras entidades e desde que não sejam as principais promotoras dos projetos.

O Aviso do Prémio ODSlocal 2023 está disponível no Portal ODSlocal: https://strapi36.odslocal.pt/uploads/Premio_OD_Slocal_Aviso_23_final_550b57fb01.pdf

Seria, assim, muito importante que os municípios do Alto Minho inscrevessem mais projetos.

O Prémio ODSLocal na categoria Projetos vai ser entregue no decorrer da Conferência ODSLocal 2023, no dia 3 de novembro, em Viana do Castelo (Teatro Municipal Sá de Miranda), onde serão também apresentadas diversas iniciativas das autarquias e agentes da sociedade que se destacam pelo seu contributo para o desenvolvimento sustentável. O júri do Prémio integra a Fundação "la Caixa"; membros da Comissão Científica ODSlocal; um especialista convidado e o coordenador do consórcio ODSlocal, que presidirá.

Prémio ODSLocal



O MUMI saca músculo e consolídase como o espazo de internacionalización das nosas músicas

Cerca de 300 profesionais participaron nas actividades da feira, que colgou o cartel de completo nos aloxamentos de Tui e Valença esta fin de semana.

Eurocidade Tui-Valença, 24 de setembro.- A 4ª edición do MUMI remata coa certeza de ter colocado novos e importantes chanzos no seu obxectivo de tender unha ponte entre as músicas de Galiza e Portugal abrindo o camiño da internacionalización para ambos territorios. O mercado da lusofonía e a conexión con outros territorios do Estado a través da colaboración iniciada este ano coa prestixiosa Fira Mediterrània de Manresa debuxan un horizonte ilusionante para artistas e programadores que atopan na feira oportunidades e contactos para vender as súas propostas.

Máis de 60 programadores participaron nas roldas de speedmeetings que se sucederon ao longo do venres e o sábado na ZONA PRO instalada na Escola superior de Ciencias Empresariais de Valença. Aínda é cedo para calcular o volumen de negocio das transaccións e sinerxías creadas durante esta edición, pero a sensación xeral dos axentes musicais é moi positiva. Ánxela Vila, da organización do MUMI en Galiza explica que "as bandas e artistas conseguiron captar o interese de moitas programadoras e programadores que se achegaron a pedir contactos e axendar reunións tralos showcases. Hai concertos pechados e cremos que nos próximos meses se van pechar moitos máis; ademais vemos que se está creando unha rede de traballo, uns vínculos entre os sector dentro de Galiza e con Portugal que antes non existían e que se van fortalecendo en cada edición".

O MUMI presentou nesta edición unha selección de 20 bandas e artistas onde estiveron representadas as músicas tradicionais, o rock, a electrónica, o jazz, as músicas urbanas, o indie-pop ou a canción de autoría, e que dan boa conta do gran momento creativo que viven os dous territorios. Dentro da sección de showcases presentaron os seus directos a Antía Muíño, Mondra, Anxo Araújo, Diego Alonso 5tet, Habelas Hainas, Lontreira, Moura, Xurxo Fernándes, Aníbal Zola, Expresso Transatla?ntico , María Monda, Maze, Retimbrar, Virgem Suta. Ao programa de showcases, sumáranse as propostas do concerto de apertura cos brasileiros Destino do Clã , o coro galego Encaixe e desde Portugal O Gajo coas Sanfonas da Ponte Velha; e no peche do domingo ao mediodía, os Gaiteiros da Ponte Velha e a banda Gooze presentaron as súas propostas nunha sesión de música aberta ao público xeral dentro da Fortaleça de Valença. O ESPAZO OFF acolleu ademais as sesión de Dj Gaiteirinho e Dj Ábrete de Orellas;

A banda galega Caldo presentará o seu disco na Fira Mediterrània de Manresa en outubro. O acordo de colaboración iniciado este ano coa Fira Mediterrània de Manresa, e que trouxo ao MUMI proposta catalá de Alba Careta & Henrio, levará agora á banda galega Caldo a presentar o seu novo disco neste importante mercado no que se darán cita en outubro programadores de todo o mundo, e que é un referente para as músicas que utilizan a raíz, a tradición e a cultura popular como motor creativo. Froito da conexión das axencias galegas con Cataluña, este ano a Fira Mediterrània de Manresa vai acoller tamén a outras bandas galegas como Caamaño & Ameixeiras, dentro do Focus Galiza-Portugal que o mercado catalán ten programado neste edición, grazas ao apoio da Axencia Galega das Industrias Culturais.

Os temas que preocupan ao sector. Nas sesións de faladoiros, os asuntos que espertaron mais interese entre as empresas e profesionais da industria da música foron a comercialización dixital da música, as claves para a contratación artística transfronteiriza, e como conseguir audiencias para músicas non maioritarias, un problema ao que se enfrontan a maioria das bandas e artistas e que precisa dunha estratexia de nicho que fidelice unha comunidade, dun investimento forte em material promocional que non sempre é asumible para proxectos pequenos, e tamén ou a través de colaboracións con artistas mainstream que podem axudar a alcanzar novos públicos e mais visibilidade.

O Espazo Loja, outra das novidades desta edición, conseguiu abrir unha nova liña de traballo dirixida á promoción e venda física de producións editoriais e discográficas da industria galega e portuguesa. Nesta primeira edición acolleu os catálogos da portuguesa Tradisom, e das galegas aCentral Folque e Através Editora. Onde se presentou a novela gráfica Zeca Afonso. A Balada do Desterro, da ilustradora portuguesa Maria João Worm e a escritora galega Teresa Moure, editada conxuntamente por aCentral Folque e Tradisom.

Horizontes comúns

A organizacio?n do MUMI, un proxecto que vin?an madurando desde hai anos un grupo de empresas culturais de Galicia e Portugal, expresou de maneira especial o seu agradecemento aos concellos da Eurocidade, Tui e Valenc?a, pola aposta que fixeron desde o primeiro momento. Ambos concellos amosa?ronse sempre convencidos de que a Eurocidade Tui-Valenc?a, un dos poucos espazos transfronteirizos en Europa de cara?cter urbano, pola su?a necesidade de horizontes comu?ns, era o territorio acaído para un proxecto como o MUMI. As dúas institucio?ns entenden que as implicacio?ns sociais e econo?micas da actividade cultural e, ma?is concretamente, da mu?sica, esta?n xerando benestar e progreso no territorio, e que o MUMI pode ser a mellor marca cultural da Eurocidade. Desde a organizacio?n do MUMI 2022, o balance da edición resúmese na capacidade que está demostrando o encontro para "crear oportunidades par as nosas industrias musicais, para os nosos artistas e os nosos territorios", e a confirmación de que a feira se está a converter unha cita de referencia e unha ferramenta importante para a circulación de músicas entre Galiza e Portugal.

O MUMI está apoiado pola Eurocidade Tui-Valenc?a, a Direc?a?o Regional de Cultura do Norte de Portugal, a Xunta de Galicia, a Deputación de Pontevedra, a Fundac?a?o GDA e Bodegas Marti?n Co?dax.

MUMI



GNR: Atividade operacional semanal

O Comando Territorial de Viana do Castelo, levou a efeito um conjunto de operações, no distrito de Viana do Castelo, na semana de 18 a 24 de setembro, que visaram a prevenção e o combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:

1. Detenções: Cinco detidos em flagrante:
" Cinco por condução sob o efeito do álcool.

2. Apreensões:
" 376 doses de haxixe;
" 84,06 euros em numerário;
" Quatro doses de liamba;
" Três telemóveis;
" Duas peças em ouro;
" Duas munições;
" Uma caçadeira;
" Um relógio;
" Um trator agrícola;
" Um reboque agrícola.

3. Trânsito:

Fiscalização: 235 infrações detetadas, destacando-se:
" 190 por excesso de velocidade;
" 54 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
" 51 por falta de inspeção periódica obrigatória;
" 27 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistemas de retenção para crianças;
" 19 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
" 18 relacionadas com tacógrafos;
" 16 relacionadas com veículos agrícolas;
" Nove por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
" Três por falta de seguro de responsabilidade civil;
" Três relacionadas com pneus;
" Uma relacionada com veículos de duas rodas com motor.

Sinistralidade: 46 acidentes registados, destacando-se:
" Dois mortos;
" Um ferido grave;
" 19 feridos leves.

4. Fiscalização Geral: Nove autos de contraordenação:
" Cinco no âmbito da legislação ambiental;
" Quatro no âmbito trânsito e segurança rodoviária;
" Um no âmbito do consumo de estupefacientes;

5. Ações de sensibilização:
" Nove no âmbito do Programa "Escola Segura", tendo sido sensibilizados 281 crianças;
" Cinco no âmbito "Proteção da Natureza e do Ambiente", tendo sido sensibilizadas 50 pessoas;
" Quatro no âmbito "Trânsito e Segurança Rodoviária Prevenção Rodoviária e Mobilidade", tendo sido sensibilizadas 301 pessoas;
" Quatro no âmbito do Programa "Idosos em segurança", tendo sido sensibilizados 93 idosos;
" Duas no âmbito da operação "Prevenção de comportamentos aditivos", tendo sido sensibilizados 173 jovens;
" Duas no âmbito do Programa "Comércio Seguro", tendo sido sensibilizados 23 comerciantes;
" Uma no âmbito da Operação "Campo Seguro", tendo sido sensibilizados 42 agricultores;
" Uma no âmbito da Operação "Bom Caminho", tendo sido sensibilizados 16 peregrinos. GNR


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