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TRIBUNA
Espaço reservado à opinião do leitor

PREVENÇÃO DE QUEIMADURAS SOLARES

O Verão já chegou e com ele, temperaturas muito altas. O Santo António festejou-se num misto de chuva e sol, o São João e São Pedro, com muito calor, o que levou as pessoas a exporem-se demasiado e abruptamente ao sol, na praia e esplanadas, provavelmente sem prévia preparação e a horas inapropriadas aos intensos e agressivos raios solares.

Todos nós nos expomos em demasia ao "Rei Sol", correndo o risco de sofrermos uma queimadura dérmica. Assim, numa prespectiva de prevenção, pretendemos deixar nesta crónica, alguns ensinamentos sobre prevenção e protecção de "queimaduras solares".

A nossa pele é o maior órgão do corpo humano. Este órgão é constituído por 3 camadas: a "Epiderme" de média espessura (face externa), a "Derme" de maior espessura, é a camada intermédia e a "Hipoderme", é a camada de menor espessura e a mais profunda.

A nossa pele é um órgão sensível, protector e a primeira barreira às agressividades que sofremos, quer sejam através de radiações ambientais, químicas ou outras, nomeadamente, pela agressividade e traumatismo que as roupas, que diariamente usamos, nos provocam (costuras duras, roupas apertadas, muitos fios e fibras sintéticas), os detergentes e sabões que usamos quer na lavagem das roupas, quer na nossa higiene pessoal e por exposição ao Sol e poluentes. A pele é elástica, tem um brilho próprio e tem várias tonalidades, conforme a raça, a matriz genética, a geografia onde vivemos ou somos oriundos e a quantidade de melanina que cada indivíduo possui na sua constituição orgânica. Em média a pele mede +/- 2 m2 e pesa entre 4 e 9 Kg (claro está que, um bebé não possui tanta área corporal e por isso também mede e pesa menos. No inverso, uma pessoa obesa e com grande área corporal alcança limites superiores destes valores).

A pele precisa de ser bem hidratada para manter todas as suas características saudáveis e de protecção. Esta hidratação pode ser de forma "mecânica" por aplicação manual de cremes e líquidos hidratantes, ou de forma sistémica, com a ingestão de líquidos, principalmente de água e sumos naturais e o consumo de frutas e legumes variados.

Relativamente às radiações solares, estas são, em simultâneo, através de radiações de raios UV (ultravioletas), que se dividem em 3 tipos: A,B e C, conforme o seu comprimento de onda. Ora vejamos:

UVA - É o mais nocivo. Afecta a "Derme". Penetra mais profundamente na pele, causa envelhecimento e pode provocar cancro da pele, alergias e manchas. Incide na nossa pele mesmo com chuva, névoa ou neve. 95% das radiações solares têm composição dos raios UVA.

UVB - Afecta a "Epiderme". É o responsável pelos "vermelhões", ardência e queimaduras solares. É mais intenso entre as 9 e as 16 horas. Penetra facilmente na pele e contribuem com 5% na composição das radiações.

UVC - São bloqueados pela camada de ozono e filtrados pela atmosfera terrestre.

Quanto ao Sol, sabemos sobejamente que é muito importante para a Saúde. Ele, "Rei Sol", contribui para a síntese da vitamina D, fortalece os ossos e articulações, melhora o humor, cria condições e aumenta o bem estar das pessoas e ajuda a regular os ciclos do sono. Contudo, há algumas regras simples, mas importantes para nos prevenirmos da exposição solar, para que esta não seja nefasta, nomeadamente na praia. Quando a sombra é pequena, é sinal que o Sol está no seu ponto mais alto (a "pique"), por isso sinal de muita intensidade - Perigo. Quando a sombra é maior, sinal que o Sol já mudou a sua orientação, os raios solares já são oblíquos e por isso, menos perigoso. Há um "relógio solar" que deve ser utilizado: horas perigosas entre as 12 e as 16 horas; Perigo intermédio, entre as 11 e 12 horas e 16 e 17 horas. Horas apropriadas/ideais: antes das 11 horas e depois das 17 horas.

Nestes dias de praia e exposição solar, devemos considerar sempre o uso e aplicação de protector solar. Mesmo em dias nublados, deve ser aplicado, como atrás verificamos pela penetração dos raios solares. O protector solar deverá ser aplicado cerca de 30 minutos antes de sair de casa, aplicado no corpo todo e reaplicar de 2 em 2 horas. Reaplicar depois do banho ou de alguma actividade desenvolvida. O protector solar a aplicar, em cada pessoa, tem de ser de acordo com as características da nossa pele e das indicações do fabricante, sendo certo que para as crianças, deve ser sempre o protector com índice de protecção 50+ (cinquenta mais). Devemos ter particular atenção na aplicação no nariz e orelhas e deixar estas áreas bem protegidas. Merecem especial referência, as grávidas, quer na exposição solar, quer no uso de produtos e protectores solares. Outro factor a ter em atenção é o reflexo e a dispersão que os raios solares sofrem, quer na água, quer na areia, porque os raios UV dispersam-se desordenadamente.

Como sabemos que o SOL não tira férias, devemos apostar na protecção usando roupa simples, arejada e de preferência com o menor número possível de fibras sintéticas. O ideal é vestuário de algodão e de cores claras. Beber muitos líquidos, nomeadamente água e frutos naturais, comer fruta e legumes variados, usar óculos com protecção UV e guarda-sol, de preferência com material reflector ou de duplo tecto. Dedicar especial atenção, quer nas ondas de calor, quer nos períodos de maior intensidade, às crianças, grávidas e idosos.

A prevenção e o conhecimento são sempre armas que devemos ter à mão e fazer uso deles. Tenham umas boas férias, mas protejam-se, porque o Sol não tira férias e as lesões cutâneas são muito dolorosas e podem desenvolver problemas /doenças oncológicas.

Divirtam-se, com prevenção!

Humberto Domingues
Enf. Espec. Saúde Comunitária




O Deleite da Participação Literária

Há mais de nove anos, iniciei uma colaboração, com o Jornal digital Caminha@2000, na coluna "Tribuna", com o artigo "Contributo da Filosofia para os Direitos Humanos", somando até hoje, trezentos e treze artigos, publicados neste espaço. Outra colaboração, muito significativa, tem-se verificado em contexto Luso-Brasileiro, na circunstância, com a LITERARTE - Associação Internacional de Escritores e Artistas. Recordo-me que o primeiro artigo, publicado em 15 de fevereiro de 2016, tinha o título: "Juras de Amor no dia dos Namorados. E depois?". Igualmente no sítio do NALAP- Núcleo Académico de Letras e artes de Portugal, venho publicando desde 08 de setembro de 2019, com um primeiro artigo, intitulado: "Valor do Tratado Amizade, Cooperação Brasil e Portugal". Muitas outras parcerias foram estabelecidas com Jornais em documento físico, em Portugal; Revistas, também em papel, no Brasil, a que se seguiram, as redes digitais: jornais, Blogues, Facebook, cerca de 2 dezenas de instituições académicas, no Brasil, na Bélgica, no Canadá, entre outros países.

Decorrido este tempo, estão publicados cerca de 2.200 (dois mil e duzentos) artigos, ininterruptamente, todas as semanas, afigurando-se ter havido uma produção literária tão exaustiva, quanto diversificada, conduzindo a um esforço excecional quer: de investigação científica, de observação direta, experiência de vida e análise conclusiva. A área das Ciências Sociais e Humanas, em diversas disciplinas: Filosofia, Axiologia, Sociologia, Psicologia, Antropologia, Religião, Política, História, Economia, Educação, Formação, Trabalho, Motivação, Liderança, Dias Mundiais Especiais, tem estado sempre presente nos meus trabalhos literários.

Escrever é uma atividade complexa porque envolve várias capacidades humanas, para além das funcionalidades físicas, precisamente, da mão que conduz a caneta, e/ou o teclado de um computador, tentando acompanhar a espontaneidade e rapidez do pensamento, o que é, praticamente, impossível, assim como faculdades próprias das pessoas: sensibilidade, princípios, valores, sentimentos, emoções, que o autor tenta levar aos seus leitores, com lealdade, amizade, solidariedade, gratidão e muita coragem.

Mas, para além destes "pormenores", que não são assim tão desprezíveis, refletir sobre um tema, organizar, minimamente que seja, o pensamento para que este produza, lógica e adequadamente, um texto que, por sua vez, deve respeitar imensas regras ortográficas, sintáticas, éticas, morais e axiológicas, constitui, na verdade, um trabalho difícil, nem sempre enaltecido e compreendido.

O esforço mental que a escrita pressupõe, raramente é valorizado por algumas pessoas, talvez porque os textos escritos implicam, para a sua compreensão, muita concentração e domínio de um ou outro termo, por parte dos leitores, alguns dos quais, nem sequer têm disponibilidade para ocupar um pouco do seu, já reduzido tempo livre, na análise dos conteúdos e, sobre eles, extrair as ilações que julgarem corretas, independentemente de ficarem, ou não, em sintonia com o pensamento do autor.

A leitura de textos corridos, tal como a reflexão sobre o teor da mensagem que eles transmitem, dizem que estará "fora de moda", porque quase ninguém tem tempo para coisa alguma e, nestas circunstâncias, afirmam tais pessoas, tornar-se mais prático, uma linguagem telegráfica, superficial e pretensamente objetiva, pragmática, do tipo: "um recado no vão da escada", mas que nem sempre produz os melhores resultados, considerando-se que esta situação se tem vindo a agravar, por via do recurso sistemático às mensagens curtas, quase codificadas que, através dos telemóveis e outros equipamentos digitais, tanto se usa e abusa.

Por outro lado, vem-se comprovando, com muita preocupação, que cada vez se escreve e lê menos. Que a incorreta construção da frase, deturpa a fidelidade e correspondência que se deseja existir, entre o pensamento e a escrita, tudo isto agravado pela incapacidade em elaborar um texto, sem erros e com uma pontuação correta, esta, todavia, pode ser efetuada de acordo com a intencionalidade, princípios, valores, sentimentos, emoções e objetivos que o autor pretende imprimir ao seu texto.

Com todos os condicionalismos, quer pela parte do autor, quer no que respeita ao leitor, a verdade é que se trata de uma tarefa complexa, mas muito estimulante, porque criativa, inovadora e livre. O leitor tem a possibilidade de recriar o texto, criticá-lo, reinterpretá-lo e, no limite, ignorá-lo, (que também há quem o faça), mas é sempre livre para contextualizar a mensagem, como muito bem entender, ainda que o seu entendimento, não corresponda ao pensamento do autor, até porque não tem de estar de acordo.

Escrever é um ato que implica grande responsabilidade, exposição permanente, relativamente ao público que vai ler, refletir, criticar, sugerir e, quantas vezes, reformular o texto, "rebatizando-o", suscita, também, incompreensões, mal-entendidos e, em certas circunstâncias, procedimentos radicais.

Transpor para um texto, que muitas vezes torna público: um pensamento, uma amizade, um desejo, um sentimento, uma emoção, princípios e valores, uma opinião, um estudo, um êxito, um insucesso, reflexão sobre um qualquer tema, comporta sempre algum perigo, possíveis confrontos e podem deixar sequelas para o resto da vida, se não houver o cuidado, a lealdade e a coragem de se esclarecerem dúvidas, também por isto é que os comentários são muito importantes.

As reflexões/artigos publicados, e a sua continuação no futuro, em circunstância alguma, e sob qualquer pretexto, jamais tiveram a mínima e voluntária intencionalidade em prejudicar, injuriar, difamar, denegrir, humilhar ou ofender alguém. Os trabalhos dados à estampa, e os que vierem a ser lançados, para o público analisar, não pretendem atingir ninguém, não se deseja, com eles, exercer quaisquer atos de vingança, nem de desforra, nem perseguição de nenhuma natureza, nem fazer juízos de valor, objetivamente direcionados à idoneidade e bom nome, que assiste a todas as pessoas, como tais e enquanto individualmente consideradas (não há nenhuma razão para que o autor tenha tais atitudes).

Nesta difícil arte, a de escrever e publicar, uma outra preocupação central do autor, tem sido a de expressar o seu pensamento, acerca de muitas das suas próprias experiências, ao longo da vida, alguns poucos conhecimentos, nunca se eximindo a manifestar princípios, valores, sentimentos e emoções que, realmente, fazem parte, tanto quanto se julga saber, da sua própria personalidade, da sua maneira de estar na vida, da sua solidariedade, amizade e fidelidade para com um ou outro amigo, sendo certo que as circunstâncias e situações da sociedade em que vive, também de uma ou outra pessoa, por vezes o possam levar a alguma incoerência ou mesmo, pequenas contradições.

É normal mudar-se de opinião, quando causas profundas impelem as pessoas para a mudança, contudo, apesar de alguma instabilidade emocional, por vezes manifestada, eventualmente, devido a relacionamentos que se afiguram terem-se desconsolidado, por razões alheias ao compositor, todavia, nunca tais circunstâncias conduziram o autor para atitudes incorretas, desrespeitosas, de falta de consideração e estima: para com as pessoas em geral; e os leitores em particular. A intervenção literária tem-se pautado por total respeito.

Expor princípios, valores, sentimentos e emoções, pode constituir um grande risco, mas vale a pena adotar-se uma postura de verdade, sem reservas, solidária, amiga, leal, com grande gratidão e humildade. Afinal, a verdade é sempre a mesma: só uma, com ela se conquista a confiança, o respeito, a amizade e a credibilidade, e deve ser retribuída por quem a recebe.

É um privilégio, dir-se-ia, uma Bênção Divina, ter-se a possibilidade de expor, livremente, o pensamento, num país onde a liberdade de expressão é um direito cívico, constitucionalmente garantido, mas que, por vezes, é mal recebido, porque ainda existe uma certa cultura persecutória, em relação a quem ousa comentar situações, pessoas e entidades que violam, grosseiramente, os mais elementares direitos humanos.

É uma honra ser lido por tantas pessoas, receber cada vez mais incentivos, ainda que outros tenham sido, ao fim de algum tempo, interrompidos, negados, por razões que o autor desconhece, mas que muito o magoam e julga não merecer tal indiferença, mas uma pessoa que reflete, um Escritor, um Livre- Pensador, está sujeito a estas contingências, à incompreensão, por vezes alguma ingratidão que, apesar de tudo, tenta superar.

Claro que, é muito importante perceber que existem leitores verdadeiramente amigos, sinceros, que apreciam o trabalho do autor, que manifestam total solidariedade, que oferecem as suas ideias para melhorar os artigos, que incentivam permanentemente. São estes leitores solidários, amigos, leais, transparentes, que ajudam, com as suas críticas fundamentadas, a melhorar a escrita e as atitudes.

Também é verdade que nem todos os textos agradam a todos os leitores, o que é salutar, porque significa que há opiniões diferentes, o que enriquece as análises, e até contribui para soluções mais equilibradas, em relação aos problemas que vão sendo abordados, sobre situações do dia-a-dia, de resto, ninguém é titular absoluto da verdade.

Como é gratificante ouvir e ler comentários, sobre os trabalhos que se vão publicando. Como é importante que as análises, diferentes, idênticas ou mesmo divergentes, sejam elaboradas e transmitidas ao autor, porque isso estimula para mais: estudo, investigação, reflexão, cuidado nas abordagens dos temas e, por que não, mais entusiasmo no trabalho.

São essenciais os comentários que os leitores produzem, porque, no limite, revelam consideração, estima, apreço, por vezes carinho pelo autor e, valorizam os trabalhos. Por tudo isto é que a gratidão do autor, para com os seus leitores em geral, e em particular, para com aqueles que comentam, sugerem, incentivam a continuação desta caminhada, nunca é demais, porque desta forma, ela será infinita.

Qualquer autor aprecia imenso os apoios recebidos dos leitores e, nesta linha de pensamento há, justamente, quem defenda igual desejo: "Vivemos na era em que para nos inserir no mundo profissional devemos portar de boa formação e informação. Nada melhor para obtê-las do que sendo leitor assíduo, quem pratica a leitura está fazendo o mesmo com a consciência, o raciocínio e a visão crítica. Espero que gostem do meu Blogue e deixem sugestões, comentários ou troca de ideias." http://oquemevainacabecaagora.blogspot.pt/

Contando com o período mais insipiente e inicial da minha dedicação à escrita, então já são algumas décadas a redigir e a publicar, semana após semana, é uma grande e agradável responsabilidade. O prazer da escrita torna-se mais profundo, mais permanente, mais cuidado e, acima de tudo, mais direcionado e oferecido, com sincera generosidade, a todos os leitores, porque é para eles que todo o trabalho é dirigido, que as preocupações em fazer melhor são constantes e "aguilhoam" a não parar, enquanto Deus assim o permitir.

É da mais elementar justiça, trazer para esta reflexão, o inestimável contributo dos órgãos de comunicação e editoras que têm sido postos à disposição do autor, quer a nível local, regional, nacional e internacional. Com efeito, todo este projeto só tem sido possível, com o apoio gracioso, sempre disponível, dos respetivos diretores dos órgãos de comunicação, onde são publicados os trabalhos. Sem esta indispensável ajuda, os leitores estariam privados de analisar, criticar e incentivar um desígnio que se deseja perdure por muitos anos, essa é a determinação do autor.

"O Deleite da Participação Literária" fica reforçado, porque ao longo de mais de 9 anos, com mais de 2.200 artigos publicados, a nível universal, sem quaisquer intenções materiais, e/ou contrapartidas financeiras fica, inequivocamente, recompensado, pela adesão que tem suscitado.

Muito obrigado pela paciência, compreensão e tolerância na apreciação que tem sido feita ao trabalho de um desconhecido. Muito Obrigado prezadas/os leitoras/es e, para finalizar, um pedido para quem deixou de produzir comentários: que retome essa boa prática, porque isso revela solidariedade, amizade, lealdade, consideração, estima, carinho e uma grande firmeza em ajudar quem tem na escrita, um imenso prazer. Muito, e Muito, Obrigado.

Diamantino Bártolo


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