Os pescadores lúdicos estão a realizar uma petição para revogar a nova lei a ser aplicada na ilha da ínsua, localizada na foz do rio Minho, em Moledo e Caminha.
Esta nova lei consta na proibição da pesca na ilha da Ínsua e ao seu redor com um raio de 600 metros, sendo justificado pelo Capitão-de-fragata e Capitão do Porto de Caminha Pedro Manuel Cruz dos Santos Jorge como por motivos de segurança, contudo a proibição apenas se aplica à pesca, não sendo proibida a realização de atividades nauticas, como ski, e banana, sendo puxadas por uma embarcação.
O que revolta os pescadores por ser permitido à entidade que explora o forte da Ínsua todas essas atividades em zona dita perigosa pelo Capitão, mas que não permite a pesca numa igualdade de situações, assim como a proibição da pesca apeada e embarcada numa área que é publica, e que além de ser uma atração turistica para os aficcionados de pesca, também é uma tradição que foi transmitida durante gerações a ultrapassar a centena de anos, assim como afeta com um impacto economico nas lojas de pesca locais, bombas de gasolina, licenças de pesca, e taxas pagas pelos donos das embarcações para poderem pescar ali.
Com isso, os pescadores juntaram-se afim de conseguirem revogar a nova medida presente no edital nº 653/2023 publicado a 28 de abril de 2023, no capítulo VI, número 33, alínea c, refere o que passo a citar "1) Em todo o espaço de águas oceânicas (fora do TIRM), dentro de um raio de 600 metros
centrado no farolim da Ínsua;
2) No canal a norte da Ínsua, em águas oceânicas, dentro de um raio de 300 metros para oeste,
balizado a norte pelo paralelo 41°51'57''N, que divide as águas portuguesas de águas espanholas,
centrado na coordenada geográfica 41°51'53''N, 008°52'44''W (ETRS89);"
A petição conta já com cerca de 220 assinaturas reunidas no espaço de 2 dias.