A Câmara Municipal de Valença aprovou, na reunião camarária de 11 de agosto, um apoio global de 33 mil euros, à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Valença, para a recuperação de uma autoescada que está inoperacional há mais de uma década.
Trata-se de uma autoescada com características únicas no distrito que permite fazer resgates ou combater incêndios até uma altura de 32 metros. Este equipamento é capaz de socorrer moradores do último andar do prédio mais alto de Valença, entre outro tipo de socorros.
A Câmara Municipal decidiu, assim, apoiar a reparação deste equipamento essencial à corporação de bombeiros local, numa pretensão já antiga desta Associação Humanitária, que não tinha capacidade financeira para suportar este investimento.
A autoescada foi oferecida pela Junta da Galiza, em 1994.
Para José Manuel Carpinteira "este investimento na autoescada dos Bombeiros Voluntários de Valença contribuirá para o reforço das condições de prestação de socorro por parte da corporação, nomeadamente em prédios urbanos, e da segurança da comunidade, resolvendo-se um problema que se arrastava há mais de uma década".
Valença tem um novo parque de estacionamento na área urbana da cidade, na zona de Val Flores.
O novo parque conta com 24 lugares de estacionamento, sendo 2 reservados a deficientes. A intervenção implicou a infra-estruturação do terreno que já servia de estacionamento e estava em terra batida, entre a travessa do Colégio Português e as ruas Val Flores e Santa Rosa de Viterbo.
Além do parque, foi recuperado o espaço público envolvente, com passeios, arborização e jardim, numa clara aposta pela valorização e embelezamento dos espaços urbanos do concelho.
Com esta intervenção pretende-se colocar um ponto final no estacionamento em terra batida, em plena área central da cidade, proporcionando um espaço condigno e que urbanisticamente valorize esta zona urbana habitacional, de serviços e comércio.
Esta obra enquadra-se no objetivo municipal de qualificar, dignificar, embelezar e cuidar o espaço público urbano da cidade em que a mobilidade é fator preponderante na qualidade de vida dos nossos cidadãos.
A obra teve um custo de, aproximadamente, 80 mil euros e foi executada com fundos próprios da autarquia.