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5 de agosto, 21h30
MUNDO SEGUNDO E SAM THE KID
SOBEM AO PALCO NA VILA DAS ARTES
Com abertura da cerveirense Sara Rodrigues (Sajú). Entrada livre.
Os carismáticos rappers portugueses Mundo Segundo e Sam the Kid sobem ao palco da Vila das Artes para um concerto inesquecível. O concerto, promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, está agendado para o dia 5 de agosto, às 21h30, no Auditório Municipal. De entrada livre, a abertura ficará a cargo da cerveirense Sara Rodrigues (Sajú).
A parceria entre Mundo Segundo e Sam the Kid vem de longe e moldou-se em palco. O norte e o sul. O Alfa e o Omega. O homem do segundo piso e o miúdo do sétimo céu. Um de Gaia e outro de Chelas. No meio dos dois, uma história longa de dedicação à causa das rimas e das batidas ao ponto de ambos serem sinónimos de hip hop. Talvez um seja hip e outro hop, um yin e outro yang. Irmãos de sangue, irmãos de armas. Irmãos no rap, certamente.
Já a cerveirense Sara Rodrigues, mais conhecida por Sajú, faz Rap porque se sente livre e, de certa forma, dá liberdade a que outros ouçam e se identifiquem com o que escreve. Quer ser a voz da razão num mundo onde a humanidade se perde aos poucos. Luta pela união e pelo empoderamento das mulheres. A melodia está-lhe no sangue. Há dois anos iniciou o seu percurso no Rap, juntando o melhor dos dois mundos: o Ritmo e a Poesia e, em maio 2021, lançou o seu primeiro som 'Essência'. Participou em projetos com outros artistas e este ano está para sair um novo som da segunda compilação Hellas, um projeto no qual foi convidada para participar constituído por vinte rappers femininas da velha e nova escola do Rap.
Município de Vila Nova de Cerveira
Ao som de Chassol, Rodrigo Leão, Rui Massena e Wim Mertens:
REGRESSO DO EMBLEMÁTICO CERVEIRA AO PIANO FOI UM SUCESSO
Foi num ambiente de grande entusiamo, animação e, com casa cheia, que Vila Nova de Cerveira recebeu o regresso do emblemático festival Cerveira ao Piano. Nos dias 22 e 23 de julho, os artistas nacionais e internacionais Chassol, Rodrigo Leão, Rui Massena e Wim Mertens subiram ao palco do Auditório Municipal para duas noites de música de excelência.
Para o autarca Rui Teixeira "foi com enorme prazer que assistimos ao regresso desta marca cultural forte do nosso concelho. Pela sua dinâmica e elevação cultural, acredito ser um momento musical de referência para oferecer aos cerveirenses uma agenda cultural de qualidade e, ao mesmo tempo, ser uma alavanca para o nosso turismo".
O festival arrancou, no dia 22 de julho, com a atuação do pianista, compositor e diretor musical de nomes de elevada referência musical, o francês Christophe Chassol. Carismático e talentoso, Chassol assinou peças artísticas que desafiam as classificações. As suas composições articulam vozes, música, sons e imagens em novos objetos audiovisuais e o público vibrou.
A segunda atuação da noite foi do músico e compositor português, Rodrigo Leão, que ao longo do seu percurso, tem composto e pensado alguns dos seus álbuns como se de filmes se tratassem: uma história para contar. A partir daí, tal como num filme, trata-se de fazer o casting certo de vozes para cada personagem que assume um papel nesta narrativa. Complementado com ambientes sonoros e música, o compositor português realiza a montagem final que dá a cada disco uma abrangência musical diversa, ditada pela história de cada "filme". Em Cerveira subiu ao palco acompanhado pela filha Rosa Leão e apresentou, pela primeira vez, uma composição criada para dois pianos.
Já a noite de sábado, dia 23, ficou marcada pelas atuações do músico e compositor, Rui Massena, e do compositor, contratenor, vocalista, pianista, guitarrista e musicólogo belga, Wim Mertens. O primeiro a subir ao palco foi Rui Massena que, depois de se ter afirmado durante anos como maestro e diretor de orquestra, tem vindo a construir uma sólida carreira como compositor e pianista. A sua vasta experiência musical, que se traduz na edição de quatro álbuns e concertos nas mais prestigiadas salas dentro e fora de portas, dá-lhe uma bagagem invejável e singular, que se traduz num fascinante universo de melodias. A sua música está hoje presente em algumas das mais importantes playlists mundiais da corrente Modern Classic e o seu nome é referido entre os expoentes de um género que agrega cada vez mais seguidores em todo o mundo.
A noite continuou com a atuação de Wim Mertens, um dos grandes ícones da mais avançada música contemporânea, um artista com uma obra de referência que se espalha por 4 décadas de intensa criatividade. Ao longo da sua carreira musical, o compositor refinou a sua linguagem, compôs para diversos instrumentos e ensembles e firmou o seu nome no panorama internacional com recitais regulares nas melhores salas do planeta, a solo, em pequenas formações e até com orquestras.
E foi neste ambiente musical ao som de prestigiados músicos e compositores que, após nove anos de interrupção, o executivo municipal devolveu a Vila Nova de Cerveira este ícone cultural que colocou a Vila das Artes no mapa cultural.
Município de Vila Nova de Cerveira
Vila Verde e Caminha inauguram este sábado polos expositivos da XXII BIAC
30 de julho (sábado), 15h00 em Vila Verde e 18h00 em Caminha
É já no próximo sábado que decorre o circuito inaugural das exposições dos artistas convidados da XXII Bienal Internacional de Arte de Cerveira, que contempla os polos expositivos de Vila Verde e Caminha. No total serão apresentados 31 artistas, também eles protagonistas da descentralização da bienal de arte mais antiga do país e da Península Ibérica.
A Bienal Internacional de Arte de Cerveira estabeleceu sempre uma relação programática com outros municípios do Norte de Portugal e da Galiza, expandindo os seus polos de exposição para diferentes geografias. Esta mesma opção prende-se com a afirmação da descentralização cultural e do compromisso de levar a marca da Bienal Internacional de Arte de Cerveira a novos públicos.
"Este ano, Vila Verde e Caminha acolhem 31 dos mais de 100 artistas convidados desta edição da bienal, numa seleção que elogia a pintura sobre diferentes suportes e que mimetiza a imagem e as emoções na resposta ao tema "WE MUST TAKE ACTION / DEVEMOS AGIR!", explica a diretora artística, Helena Mendes Pereira.
O circuito inaugural iniciará às 15h00 em Vila Verde, na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela e às 18h00 em Caminha, no Museu Municipal. As mostras, que estarão patentes até 11 de setembro, apresentam "artistas com longos percursos que se organizam em duas exposições sensíveis, cujo desenho se relaciona com a arquitetura dos edifícios de acolhimento", acrescenta.
De referir que, para além de Vila Verde e Caminha, a XXII Bienal Internacional de Arte de Cerveira expanda-se, ainda, a Alfândega da Fé (Casa da Cultura Mestre José Rodrigues), Monção (Galeria de Arte do Cine Teatro João Verde) e Pontevedra (Museo de Pontevedra). O evento conta com o apoio da República Portuguesa - Cultura / Direção-Geral das Artes.
Artistas representados em Caminha: Elsa César, Graça Martins, Henrique do Vale, José Emídio, Júlia Pintão, Margarida Santos, Maria Melo, Rafael Ibarra, Rui Aguiar, Serafim Sousa, Manuela Bronze
Artistas representados em Vila Verde: Agostinho Santos, Ana Gil Rodríguez, André Sier, Benedita Kendall, Cabral Pinto, Ção Pestana, Carlos Casteleira, Fernanda Araújo, Filipe Rodrigues, Ilídio Salteiro, Isabel de Sá, Isabel Lhano, Isabel Lima, JOH - Jorge Humberto Marques, Johanna Speidel, Manuel Lima, Márcia Luças, Nicoleta Sandulescu, Tchelo, Tereza Trigalhos
Museu Municipal de Caminha
30 de julho a 11 de setembro 2022
Horário:
Segunda a sexta-feira: 09h00-13h00 14h00-17h00
Morada:
R. Dr. Luciano Amorim e Silva 20, 4910-153 Caminha
Contactos:
258 023 178 / 912 300 222
museu@cm-caminha.pt
Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, Vila Verde
30 de julho a 11 de setembro 2022
Horário:
Segunda a sexta-feira: 9h30-13h00 14h30-18h30
Morada:
Pr. de Stº António, 4730-728 Vila Verde
Contactos:
253 323 600 / 253 310 570
Município de Vila Nova de Cerveira
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