Embora não tenha sido possível falar com o presidente do Âncora-Praia Futebol Clube, o C@2000 sabe que pesa sobre o clube a ameaça de penhora das suas contas, devido a uma processo que tem como base a massa falida da firma Aurélio Martins Sobreiro, devido às obras realizadas no campo de jogos em 2009.
Mercê de um protocolo celebrado na época entre a Câmara Municipal de Caminha, juntas de Freguesia (Âncora e Vila Praia de Âncora) e clubes de futebol do Âncora-Praia e Ancorense, foram colocados relvados sintéticos e realizados melhoramentos nos dois campos de jogos.
Juntas e clubes comprometiam-se, cada um, a comparticipar com 5% dos custos.
Os 5% correspondentes ao Âncora-Praia não foram pagos, a firma foi declarada insolvente, e passados estes anos, o clube tem de liquidar a sua comparticipação, sob a ameaça de penhora das suas contas bancárias se não o fizer.