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Vilar de Mouros

Mini-tornado derrubou árvores e postes, afectou telhados e fez voar cobertura do palco do Casal

A freguesia de Vilar de Mouros foi deveras atingida ontem à noite (Terça-feira) por ventos ciclónicos de pouca duração, mas com força suficiente para causar inúmeros estragos no seu coberto arbóreo, habitações, equipamentos, mas, sem causar vítimas devido, felizmente, à hora tardia em que ocorreu.

Carlos Alves, presidente da Junta de Freguesia, que logo pela manhã se encontrava no terreno verificando os estragos causados pelo temporal da véspera e dando instruções para que os caminhos fossem desimpedidos e a madeira retirada, referiu ao C@2000 que pouco faltando para meia noite, ouviu os cães a ladrar de uma forma anormal, após o que um ruído provocado pelo vento fortíssimo o levaram concluir que uma forte tempestade se estava a abater sobre esta aldeia, além da chuva copiosa que atingiu toda a região desde as 11H30 de Terca-feira e que provocou diversas inundações em vários pontos do concelho.

Efectivamente, após proceder a um primeiro reconhecimento da situação nessa mesma noite, constatou que várias árvores e ramos se encontravam caídos nas estradas, caminhos e terrenos particulares, nomeadamente nos largos do Casal, Arqº José Porto e Chelo, estradas do Funchal e Chousa.

Bombeiros de Caminha, GNR, populares e autarcas tentaram controlar a situação, desimpedindo os acessos e preparando as intervenções para o dia seguinte.

Guilherme Lagido, vereador responsável pela Protecção Civil, logo pela manhã esteve na freguesia tomando contacto com os prejuízos existentes e dando instruções para que os serviços camarários interviessem, reforçando a equipa da autarquia local.

EDP e PT também iniciaram os trabalhos nessa manhã, substituindo os postes de electricidade (pelo menos dois) e dos telefones derrubados, recolocando os respectivos fios tombados nas estradas e valetas, ou cruzando o rio Coura junto à ponte, como uma das fotos documenta.

Diversos telhados foram danificados, voando telhas e cumes no lugar da Ponte (uma casa foi atingida por uma árvore) e em Chelo, cujo largo era um cemitério de árvores (tílias e cedros) cortadas a meio ou tombadas no chão. A calçada deste largo foi parcialmente destruida pela queda das árvores, cujas raízes levantadas arrastaram consigo o empedrado.

A cobertura do palco do Casal voou devido à potência do vento sul, espelhando um ambiente desolador neste final de Verão de chuva copiosa e ventos ciclónicos.

Outras freguesias foram afectadas pelas chuvas torrenciais dessa noite invernosa, nomeadamente em Vila Praia de Âncora (Sandia e Vista Alegre, dois pontos crónicos), Moledo (Perrinchão, Barbanços e Av. de Santana), em Âncora e Lanhelas, e em Vilarelho, onde ruiu um muro da EB 2,3/S.

Actualização 23h40 - 17 Set


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