Os munícipes que pretendam intervir no período destinado ao público nas reuniões da assembleia municipal de Caminha, deverão entregar ao presidente da mesa uma carta expressando essa vontade e os assuntos a abordar, com um mínimo de 24 horas.
Foi o que fizeram os moradores de dois condóminos dos loteamentos da "Encosta da Seara" e "Veiga do Minho", construídos na Rua de Seara, em Coura, através de um seu representante (sócio-gerente), na sessão da AM de ontem (Sexta-feira).
Mário Augusto Costa denunciou o estado desse arruamento, com o piso degradado e com resíduos sólidos deitados a esmo, lamentando que todas as diligências individuais encetadas junto do município não tenham resultado.
Este condómino referiu que esta rua era o único acesso a esses empreendimentos, anotando, contudo, que na véspera da assembleia, se tinham iniciado os trabalhos.
Mário Patrício, vereador, confirmou o início da obra que deverá estar concluída dentro de um mês, mas deitou as culpas para o atraso às dificuldades decorrentes da falência da empresa a quem fora adjudicada a obra, ao tentar fazer accionar a caução (garantia bancária) a que fora obrigada.
Referiu que desde 2011 que tentavam resolver o impasse, mas o processo é complicado, frisou. Descreveu os passos a seguir, e afiançou ter feito "todos os esforços" para resolver a situação, que, como se ouviu, foi desbloqueada nas vésperas da assembleia municipal, em que o caso foi abordado.