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25 DE ABRIL JUNTAS DE FREGUESIA DE CAMINHA, VILA PRAIA DE ÂNCORA E CÂMARA MUNICIPAL ASSINALARAM DATA
A Junta de Freguesia de Caminha foi a mais madrugadora, à hora de assinalar os 32 Anos da Revolução de Abril, com o hastear da bandeira na sua sede, perante o corpo activo e Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Caminha, e ao som de canções recordando a liberdade, seguindo-se um porto de honra.
Apesar de convidada, a Câmara de Caminha não se fez representar.
Apenas o carro presidencial se manteve à ilharga da sede da Junta. Meia hora depois, à entrada da sede da Junta de Vila Praia de Âncora, os Bombeiros Ancorenses fizeram as honras à bandeira da vila, já com a presença da presidente da Câmara e de um vereador e com música alusiva à efeméride. Aqui, não faltaram os discursos, como já é habitual. SOCIEDADE DINÂMICA
Manuel Marques, presidente da autarquia ancorense, destacou o "altruísmo" dos que lutaram pela democracia e liberdade, mas citou a "angústia" de ainda não se ter atingido os objectivos de Abril.
Criticou os eleitos que "não aparecem mais, a não ser antes das eleições" e lamentou os milhões gastos na obra do Portinho "sem que ninguém assuma agora a responsabilidade do mal".
Dirigiu-se aos jovens que "não se casam por falta de habitação ou sem emprego" e as dificuldades que os pais encontram hoje em dia para educar os filhos, defendendo o ensino "gratuito para todos", tendo aproveitado para criticar quem avançou com cursos de formação que "não têm levado a nada".
Completou a sua análise ao momento actual, com um apelo ao investimento -"mas não a qualquer preço", avisou- e a um maior empenhamento dos trabalhadores para que "trabalhem mais e melhor " e não esqueceu de evocar os idosos. Terminou, recordando que a sociedade humana "não é estática, é dinâmica". MENSAGEM PARA OS MAIS NOVOS ![]() A presidente da Câmara também usou da palavra, como vem sendo habitual nesta ocasião, dando ênfase ao facto de "poder estar aqui a representar o Poder Local e as instituições" e à "resistência diferente" a que os pescadores ancorenses já estão "habituados", apontando-a como uma "fonte de inspiração" para todos os presentes. Após saudar os bombeiros presentes, citou os jovens que "não acompanharam a realidade do 25 de Abril" e por tal motivo se encontram distantes deste acontecimento, afirmando ser uma "responsabilidade para todos nós" dar corpo aos desígnios dessa juventude e vencer a crise actual. "CONFIANÇA EM QUEM NOS DIRIGE" ![]() Já em Caminha, junto aos Paços do Concelho, Júlia Paula voltou a subir ao parlatório "em memória desses homens" que nos permitiram "ter hoje um país melhor", fazendo votos para que Portugal "continue e viver em democracia, apesar da crise que se ouve na boca de todos". ![]() Tal como em V.P.Âncora, a autarca não esqueceu os pescadores que enfrentam "adversidades", auto-definindo-se como uma "âncora" contra elas. ![]() ![]() Evidenciou "confiança" no futuro do país e "em que nos dirige", terminando a sua intervenção a apelar à luta "contra a apatia e o desespero". ![]() |
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